O atacante Alexandre Pato vem recebendo elogios constantes do técnico Muricy Ramalho e do restante do elenco do São Paulo. Nesta sexta-feira, o comandante falou mais uma vez sobre o camisa 11, que deve ser titular no jogo do dia 9 de abril, contra o CSA, pela Copa do Brasil.
O treinador comentou as boas atuações dele nos treinamentos no CT da Barra Funda e espera vê-lo com a mesma forma durante as partidas.
- Pelo que ele vem jogando não dá para tirar base, mas pelos treinos, sim. Mas treino é diferente, não tem cobrança, é algo mais light. Temos de ver o cara no jogo, lá tem cobrança. O que temos é o jogo de Maceió - disse.
- Ele faz gol todo treino. Se portou bem na estreia, sem entrosamento ainda. Estamos com a esperança do primeiro jogo. Ele se mexeu bem, não é um 9, é inteligente e arremata muito bem. É importante contra times muito fechados. Bate duro na bola, é um trunfo - analisou.
Com bastante tempo para treinar até o próximo jogo, Muricy quer dar entrosamento e condições a Alexandre Pato.
- Agora o tempo é importante para se entrosar mais e agora ele vai treinar todo dia com os jogadores. Antes não podia colocar para treinar para dar atenção ao time no Paulista - completou.
Mesmo com apenas uma partida disputada pelo Tricolor até agora, Pato está com moral com o treinador. A partir da próxima semana ele já deve começar a treinar entre os titulares. Fonte: Globoesporte
O torcedor são-paulino Charles Lemos dos Santos, de 25 anos, foi espancado durante a madrugada de quinta-feira em frente à estação da Luz do metrô, na região central de São Paulo. Após a derrota do Tricolor para o Penapolense no Morumbi, e a consequente eliminação do Campeonato Paulista, O tricolor e dois amigos acabaram surpreendidos por um grupo que desceu de um carro armado com barras de ferro e pedaços de pau enquanto aguardavam a abertura da estação.
De acordo com informações do Bom Dia São Paulo, da TV Globo, os outros dois são-paulinos conseguiram fugir dos agressores, porém Charles, que também assistiu à partida válida pelas quartas de final do Paulistão, foi brutalmente agredido. O rapaz está internado no Hospital das Clínicas com ferimentos na cabeça e em outras partes do corpo. Um boletim de ocorrência foi registrado no 2º Distrito Policial. Fonte: Globoesporte
Um dia após a eliminação do São Paulo no Paulistão, diante do Penapolense, o meia Jadson, do Corinthians, publicou em sua conta no Twitter um recado misterioso:
- Nada como um dia após o outro! Hahahahahaha
Seria um recado ao Tricolor, sua ex-equipe? O jogador havia perdido espaço no esquema de Muricy Ramalho. No Timão, vive boa fase.
O atacante do São Paulo Dorlan Pabon retornou da Colômbia depois da viagem para regularizar a situação trabalhista e ganhou elogios de Aristizábal, ex-jogador tricolor. Até então, ele era o único colombiano a vestir a camisa do clube.
- Ele tem tudo para dar certo no futebol brasileiro, porque é rápido e sabe fazer gols. Sabe jogar com facilidade e chuta forte. No São Paulo, que sempre atua para frente, ele poderá se destacar. Além disso, é importante ter alegria para jogar futebol, e o Pabon tem isso. Sinto que eu e ele temos isso. Por onde passou o Pabon mostrou isso e, se conseguir manter essa alegria, tem tudo para dar certo - afirmou Aristizábal ao site oficial do clube.
Ari jogou entre os anos de 1996 e 1998 e marcou 37 gols em 79 partidas. No que depender de Pabon, ele fará de tudo para repetir o desempenho de seu compatriota, campeão do Paulistão de 1998.
- Ele é muito admirado na Colômbia e todos falam muito bem dele. O Ari tem uma história muito bonita aqui, e tomara que eu consiga fazer como ele. Ter o sucesso que ele teve no Brasil é o meu sonho - afirmou Dorlan.
Por meio de seu Twitter, o atacante disse que esteve na Polícia Federal e já resolveu os últimos detalhes de sua documentação. Na tarde desta terça-feira, ele vai ao CT da Barra Funda.
Seis meses e dez dias e cinco cobranças desperdiçadas depois, o São Paulo voltou a fazer um gol de pênalti. E foram logo dois. Gols que ajudaram a equipe paulista a superar uma falha de Rogério Ceni, herói no meio da semana, e vencer o Internacional por 3 a 2 no estádio Centenário, em Caxias do Sul, e somar mais três pontos no Brasileirão.
Aloísio, um dos destaques do meio da semana na Sul-Americana, mais uma vez brilhou e fez os três gols do triunfo, além de ter mostrado personalidade para 'assumir a bronca' de cobrar a penalidade - Rogério perdeu chances e Jadson uma. O último pênalti convertido pelo clube havia sido no dia 17 de abril, contra o Atlético-MG, no Morumbi, em duelo válido pela fase de grupos da Libertadores.
Com a vitória fora de casa, o São Paulo chegou aos 43 pontos e se distanciou ainda mais da zona de rebaixamento que tanto assombrou até o mês passado. Agora o clube ocupa a nona posição, ultrapassando justamente a equipe gaúcha, que caiu para o 10º lugar.
O Internacional começou a partida em cima e criou duas boas chances em menos de cinco minutos. Na primeira delas, Alex soltou uma pancada de fora da área e Rogério Ceni espalmou. Leandro Damião pegou o rebote, passou pela zaga rival, mas chutou muito, muito fraco.
A resposta do São Paulo foi mortal. Na melhor chegada ao ataque, abriu o placar em lance irregular. Rodrigo Caio fez ótima jogada pelo lado direito, driblou o marcador e lançou Aloísio. O camisa 19, impedido, dominou dentro da grande área, avançou e chutou forte, abrindo o placar. Na comemoração, voadoras em direção à torcida e tapas na cabeça dos companheiros.
O gol fez a equipe paulista recuar e os donos da casa retomaram o controle da partida. E, de novo, Leandro Damião falhou. No início da jogada, o centroavante tabelou com Gabriel, que bateu cruzado e a bola cruzou a área. Alex ficou com a bola, cruzou de novo e encontrou Damião. Sozinho, ele desperdiçou um lance incrível, chutando a bola para fora. Foi o suficiente para os torcedores do Inter ensaiarem vaias ao jogador.
Aos poucos o São Paulo dominou de novo as ações e chegou com perigo por duas vezes, com Wellington e Aloísio, que simulou pênalti e tomou amarelo. O castigo foi duro. No lance seguinte, Rafael Toloi falhou no meio campo e chutou a bola em cima de Damião, que arrancou, invadiu a grande área e chutou, empatando o confronto.
Perto do fim da etapa inicial, Aloísio, de pênalti, colocou sua equipe em vantagem. O "Boi Bandido", como é conhecido, converteu uma penalidade sofrida por Ademilson, que foi derrubado por João Afonso. O camisa 19 assumiu a responsabilidade, bateu forte e 'quebrou a zica' de seis meses.
No segundo tempo, o Internacional voltou pressionando, e precisou só de dois minutos para empatar a partida. E do jeito que poucos imaginavam: com falha de Rogério Ceni. Fabrício cruzou da esquerda e o goleiro parecia absoluto na jogada. Ele, porém, espalmou a bola nos pés de Jorge Henrique, que só teve o trabalho de empurrar para as redes.
E quando a fase é boa, até dois de pênalti o time faz. Foi assim com o São Paulo, de novo com Aloísio. Jorge Henrique, que havia empatado o duelo, derrubou Ademilson (de novo) no bico da grande área. Péricles Bassols apontou a penalidade, cobrada com força no alto pelo camisa 19. Sexto gol dele nos últimos três jogos, chegando a nove no Brasileirão - é o artilheiro isolado do time.
Para evitar a nona derrota no campeonato, o técnico Clemer mexeu na equipe. Tirou Alex, meia que vinha levando muito perigo com chutes de fora da área, e colocou Caio. Um minuto depois, porém, perdeu Leandro Damião, que sentiu lesão muscular na coxa direita e deixou o gramado para a entrada de Scocco.
Sem o mesmo poderio físico, Internacional e São Paulo afrouxaram a marcação e o jogo ficou aberto e bastante movimentado. Em vantagem, os paulistas se fecharam atrás e apostavam nos contra-ataques puxados por Ganso e Ademilson. Já o Inter abusou do jogo aéreo, mas pecou por não ter um centroavante da mesma altura de Damião para concluir.
O Inter ainda reclamou do árbitro Péricles Bassols por um lance duvidoso nos últimos minutos. Wellington derrubou Jorge Henrique e o árbitro assinalou falta. Os gaúchos, porém, entenderam que o lance foi dentro da área. Na cobrança, D'Alessandro mirou o ângulo esquerdo de Rogério, mas a bola passou por cima do travessão.
Ficha técnica INTERNACIONAL 2 X 3 SÃO PAULO -
Data: 27/10/2013 (domingo) Local: Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS) Árbitro: Péricles Bassols Auxiliares: Bruno Boschilia e Luiz Antonio Muniz de Oliveira Cartões amarelos: João Afonso (INT); Aloísio (SP) Cartão vermelho: Não houve. Gols: Aloísio (SP), aos 9 min e aos 44 min do primeiro tempo e aos 8 do segundo tempo; Leandro Damião (INT), aos 32 min do primeiro tempo, e Jorge Henrique aos 2 min do segundo tempo.
INTERNACIONAL Muriel; Gabriel (Rafael Moura), Jackson, Juan e Fabrício; João Afonso, Jorge Henrique, Alex (Caio), D'Alessandro e Otávio; Leandro Damião (Scocco). Técnico: Clemer
SÃO PAULO Rogério Ceni; Paulo Miranda, Edson Silva, Rafael Toloi; Douglas, Wellington, Rodrigo Caio, Paulo Henrique Ganso e Reinaldo; Ademilson (Lucas Evangelista) e Aloísio (Welliton). Técnico: Muricy Ramalho
O São Paulo conseguiu respirar no Campeonato Brasileiro após sete rodadas entre os quatro últimos da tabela. O time chegou a frequentar o posto indesejado antes, saiu e estava no Z-4 desde a 14ª rodada. Neste domingo, o time venceu o segundo jogo com Muricy Ramalho. O triunfo por 2 a 0 frente ao Vasco, em São Januário, colocou o Tricolor Paulista na 15ª colocação, com 24 pontos. Com a mesma pontuação, o Cruzmaltino ocupa a 17ª posição e está na zona de rebaixamento. Os gols foram marcados por Rodrigo Caio e Antônio Carlos.
O São Paulo foi o primeiro a levar perigo no confronto. Logo aos 2min, Maicon aproveitou troca de passes e chutou rasteiro. A bola passou raspando a trave esquerda do goleiro Diogo Silva. O Vasco respondeu aos 6min. Marlone puxou contra-ataque e foi derrubado por Rafael Tolói. A cobrança de falta de Juninho desviou na barreira e saiu pela linha de fundo.
O forte calor dificultava as ações dos times. Tanto Vasco quanto São Paulo passaram a cadenciar as jogadas no meio de campo na tentativa de só sair na boa para o território adversário. No entanto, as equipes ainda erravam muitos passes e por vezes insistiam em cruzamentos de longa distância.
Aos 22min, Marlone conseguiu belo lençol de cabeça em cima de Rafael Tolói e entrou na área sozinho. O arremate saiu fraco para tranquila defesa de Rogério Ceni. Aos 30min, o Tricolor Paulista abriu o placar. Jadson cobrou escanteio. Rodrigo Caio subiu e cabeceou no ângulo direito.
O Cruzmaltino sentiu o tento rival e passou a errar ainda mais passes na tentativa de igualar o marcador. As opções criadas não foram suficientes para obter êxito no objetivo. Marlone teve apenas uma boa oportunidade aos 39min. O camisa 30 deu novo lençol no adversário e chutou em cima da marcação. Os vascaínos reclamaram de um toque de mão dentro da área. O árbitro mandou o jogo seguir normalmente e o primeiro tempo terminou com vantagem para os visitantes.
Os times iniciaram a segunda etapa com alterações. O dono da casa sacou Willie e Abuda para as entradas de Reginaldo e Dakson. Já os visitantes trocaram Oswaldo por Welliton. O Cruzmaltino foi em busca da igualdade com a dupla, mas viu as tentativas esbarrem em um erro de arremate e na defesa de Rogério Ceni.
Ainda errando muitos passes, o Vasco proporcionava contra-ataques ao São Paulo e se limitava ao talento de Juninho nas bolas paradas. Aos 21min, o camisa 8 cobrou falta com categoria. Rogério Ceni defendeu.
Aos 25min, o São Paulo aproveitou mais uma jogada de contra-ataque e Diogo Silva jogou para a linha de fundo. Na cobrança de escanteio, o goleiro vascaíno socou a bola para o alto e cometeu falha grave. O zagueiro Antônio Carlos só teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol e marcar o segundo do Tricolor Paulista.
A torcida cruzmaltina perdeu a paciência e passou a vaiar o time. O goleiro Diogo Silva foi escolhido como o alvo preferido ao lado do presidente Roberto Dinamite. Visivelmente nervosa, a equipe não conseguiu reagir e facilitou o trabalho do São Paulo para garantir a vitória debaixo de muitos protestos e vaias em São Januário
FICHA TÉCNICA: VASCO 0 X 2 SÃO PAULO
VASCO - Diogo Silva; Fagner, Cris, Jomar e Yotún; Fellipe Soutto (Tenorio), Juninho Pernambucano, Marlone e Abuda (Dakson); Willie (Reginaldo) e André. Técnico - Dorival Júnior.
SÃO PAULO - Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Tolói, Antônio Carlos e Reinaldo; Rodrigo Caio, Maicon, Paulo Henrique Ganso e Jadson (Fabrício); Osvaldo (Welliton) e Luis Fabiano (Aloísio). Técnico - Muricy Ramalho.
GOL - Rodrigo Caio, aos 30 minutos do segundo tempo; Antônio Carlos, aos 24 minutos do segundo tempo.
Alex voltou a atormentar a vida do São Paulo neste domingo (8). Meia-atacante de rara habilidade, o camisa 10 comandou a vitória do Coritiba por 2 a 0 sobre o Tricolor, no Couto Pereira. O atacante Osvaldo ainda foi expulso. Com o resultado os donos da casa se aproximam do G-4, enquanto os visitantes ainda amargam a zona de rebaixamento na 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Quando ainda atuava pelo Palmeiras, em 2002, Alex marcou um gol antológico sobre Rogério Ceni em pleno Morumbi, na vitória do seu time por 4 a 2, pelo extinto Torneio Rio-São Paulo. Desta vez, o camisa 10 foi oportunista para aproveitar sobra na área e só empurrar para o gol. Ainda no primeiro tempo, cobrou falta com perfeição e ampliou o placar.
Depois de uma maratona de jogos, o Tricolor agora volta a campo só na quinta-feira (12), contra a Ponte Preta, às 21 horas, no Morumbi. Enquanto isso, o Coritiba vai a Belo Horizonte enfrentar o Atlético-MG na primeira rodada do segundo turno da competição.
São Paulo e Santos entraram em campo para o clássico deste domingo em momentos similares. Com treinadores interinos, após as demissões de Ney Franco e Muricy Ramalho, as equipes precisavam da vitória para ganhar um pouco de tranquilidade. E ao apito final do árbitro foi o Santos que pôde comemorar os três pontos, após derrotar o rival por 2 a 0, em pleno Morumbi, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado tirou o time da Vila Belmiro da zona de rebaixamento e o levou à décima colocação, com oito pontos. Na próxima rodada, seu adversário será a Portuguesa, no sábado, às 18h30, em casa. Antes, no entanto, a equipe pega o Crac, também em casa, quarta-feira, às 21h50, pela Copa do Brasil. Já o São Paulo estacionou também nos oito pontos, na nona posição, e entra em campo quarta-feira para pegar o Bahia, às 21 horas, no Morumbi, em jogo adiantado da 11.ª rodada.
As duas equipes mostraram bastante intranquilidade em campo e cometeram muitos erros bobos. Pelo lado santista, brilhou a estrela do jovem Giva, de 20 anos, que deixou o banco de reservas e marcou o primeiro gol menos de um minuto depois de entrar no lugar de Willian José. Cícero fez o segundo quando o São Paulo era todo ataque e selou o placar.
Já o time do Morumbi ouviu as críticas da torcida, que não poupou ninguém. Paulo Henrique Ganso e Juan deixaram o campo bastante vaiados, os torcedores chamaram a equipe de "sem vergonha" e chegaram a gritar "olé" para o toque de bola santista. No fim, o nome mais ouvido era o de Muricy Ramalho, pedido dos são-paulinos para a vaga de Ney Franco.
O JOGO - O início foi bastante movimentado, com as duas equipes errando bastante na marcação. A primeira chegada foi do Santos, logo aos três minutos, quando Léo arrancou pela esquerda e rolou no meio para Montillo. O argentino tentou bater de primeira, para surpreender Rogério Ceni, mas jogou por cima.
Aos cinco, o time visitante teve outro grande momento. Leandrinho recebeu lindo lançamento de Neilton e, em posição legal, ficou sozinho de frente para Rogério Ceni, que estava mais uma vez adiantado. O jogador, então, tentou tocar por cobertura, mas perdeu.
A resposta do São Paulo veio logo na sequência, aos seis minutos, e do mesmo jeito. Juan foi lançado nas costas da defesa e conseguiu driblar Aranha, que saiu mal. Sem ângulo, tocou para Luis Fabiano, que foi travado na hora do chute. Mais três minutos e Lúcio perdeu grande oportunidade, depois que recebeu sozinho na área e cabeceou para grande defesa de Aranha.
Aos poucos o São Paulo começou a dominar a partida, se aproveitando da marcação frágil do Santos. Aos 16 minutos foi a vez de Luis Fabiano ser lançado por Osvaldo nas costas da defesa, mas na hora da finalização acabou se atrapalhando e foi travado por Gustavo Henrique.
O ritmo diminuiu com o passar do tempo, mas Luis Fabiano seguia dando trabalho à defesa santista. Aos 35, ele foi lançado, mas errou o domínio e facilitou para Aranha. Mais um minuto e novo passe de Jadson para o atacante, que invadiu a área pela direita e bateu. O goleiro santista fez outra boa defesa.
O segundo tempo seguiu com o São Paulo em cima, explorando o espaço dado a Jadson. Aos oito minutos, Lúcio iniciou grande jogada com um chapéu em Montillo, tabelou com Luis Fabiano e tocou para Jadson. O meia teve calma para cortar Galhardo e sozinho, dentro da área, escolher o canto. A bola passou rente à trave.
Depois de perder tantas chances, o São Paulo foi castigado. Brilhou a estrela de Giva, que marcou com menos de um minuto em campo, após entrar na vaga de Willian José. Montillo recebeu pela esquerda, dentro da área, pedalou para cima de Rodrigo Caio e cruzou. O jovem atacante tocou de cabeça, no canto direito de Rogério, que não alcançou.
O gol fez com que a intranquilidade são-paulina aumentasse e a equipe já não conseguia trocar bons passes como vinha fazendo. Enquanto isso, o Santos se fechava e esperava uma chance no contra-ataque. Aloísio e Maicon, que entraram nas vagas de Ganso e Denilson, tentaram em chutes de fora, mas erraram o alvo.
Sem ameaçar o gol santista, o São Paulo acabou castigado mais uma vez. Emerson, que havia entrado há pouco, deu lindo cruzamento para Cícero, que invadiu a área sozinho, por trás da zaga, e cabeceou no canto esquerdo de Rogério, que mais uma vez nada pôde fazer. Daí para frente, foi só segurar o resultado.
FICHA TÉCNICA: SÃO PAULO 0 X 2 SANTOS SÃO PAULO - Rogério Ceni; Rodrigo Caio, Lúcio, Rhodolfo e Juan (Ademilson); Wellington, Denilson (Maicon), Paulo Henrique Ganso (Aloísio) e Jadson; Osvaldo e Luis Fabiano. Técnico: Milton Cruz (interino).
SANTOS - Aranha;, Galhardo, Gustavo Henrique, Durval e Léo (Emerson); Arouca, Leandrinho, Cícero e Montillo; Neilton (Pedro Castro) e Willian José (Giva). Técnico: Claudinei Oliveira (interino).
GOLS - Giva, aos 12, e Cícero, 36 minutos do segundo tempo.
Treinador, que trabalhou com o atacante em 2008 no Botafogo, diz que gostaria de contar com ele no Tricolor
PorCarlos Augusto Ferrari*São Paulo
Jorge Henrique foi afastado pelo Corinthians (Foto: Daniel Augusto Jr / Agência Corinthians)
Não há negociação entre Corinthians e São Paulo, mas o técnico Ney Franco abriu as portas do Morumbi para o atacante Jorge Henrique. O jogador, prestes a deixar o Timão, recebeu elogios rasgados do treinador na entrevista coletiva desta sexta-feira, no CT de Cotia.
Ney foi questionado sobre as qualidades e o período em que trabalhou com o Baixola no Botafogo, em 2008. Mais do que destacar as qualidades, o treinador fez questão de ressaltar que gostaria de contar com ele no elenco tricolor no Campeonato Brasileiro.
– Acho um baita jogador. Se estiver solto no mercado e existir a possibilidade de trabalhar no São Paulo, acho um baita jogador. Ele jogou comigo no Botafogo pelo lado esquerdo. É um jogador interessante que está no mercado – afirmou.
Ney Franco passou o primeiro semestre pedindo publicamente a contratação de um atacante que atuasse pelos lados do campo para substituir Lucas, vendido ao Paris Saint-Germain. Após as eliminações no Paulistão e na Libertadores, a diretoria tricolor contratou Roni, do Mogi Mirim, e Silvinho, do Penapolense, além de promover os garotos Lucas Evangelista e Regis. O grupo ainda tem Osvaldo como titular absoluto na função.
Jorge Henrique está fora dos planos do técnico Tite e aguarda apenas a rescisão de contrato para ir embora. O jogador faltou a um treinamento com a alegação de que estava com o filho no hospital. No dia seguinte, o clube descobriu que o atacante estava em uma festa no centro de São Paulo, onde chegou a colidir o carro. A falha foi considerada imperdoável.
A diretoria do Corinthians disse ao GLOBOESPORTE.COM que não há nenhuma conversa com o São Paulo. Já a direção tricolor afirma que não pretende nem abrir negociações com o jogador.
- Não existe a menor possibilidade de o São Paulo se interessar pelo Jorge Henrique. Não há e nem haverá negociação. Entendemos que ele não tem o perfil adequado para jogar no clube - disse o vice-presidente de futebol do Tricolor, João Paulo de Jesus Lopes.
Foi mais difícil do que a torcida esperava. De roupa vermelha em homenagem à nova tonalidade das cadeiras do Morumbi, o líder absoluto da primeira fase do Paulistão sofreu diante do novato e apenas oitavo colocado Penapolense. E como sofreu. A grande atuação contra o Atlético-MG ficou no passado. O São Paulo jogou mal, chegou a levar sustos durante o jogo, mas avançou com um magro 1 a 0 graças à ótima fase de Osvaldo, ao gol contra de Jailton e a um milagre de Rogério Ceni. Agora, pega o Corinthians na semifinal.
A irritação dos mais de 32 mil torcedores presentes resumiu a atuação tricolor. A equipe de Ney Franco teve dificuldade para se encontrar e outra vez ouviu os pedidos de “raça”. Ganso, Jadson e Luis Fabiano não resolveram. Coube a Osvaldo, que ainda sonha com um lugar na Copa das Confederações, infernizar a defesa rival antes de o zagueiro cabecear contra a própria rede.
Depois do sufoco, o São Paulo volta a pensar na Taça Libertadores. O Tricolor faz o primeiro jogo das oitavas de final na quinta-feira, contra o Atlético-MG, às 20h15m, no Morumbi. O segundo duelo está marcado para o dia 8 de maio, no estádio Independência, em Belo Horizonte. O vencedor enfrentará Palmeiras ou Tijuana, do México.
O Penapolense dá adeus ao Paulistão, mas tem muito o que comemorar. O clube da cidade de 58 mil habitantes – caberiam todos no Morumbi – chegou ao “mata” logo em seu primeiro ano na elite. Agora, o título do interior e em seguida o Campeonato Brasileiro da Série B, outra novidade em sua história.
Jogadores do São Paulo, com o novo uniforme vermelho (Foto: Divulgação/Penalty/VIPCOMM )
Festa? Só antes de o jogo começar
O clima de festa pela utilização de um uniforme comemorativo em homenagem ao Morumbi se transformou em apreensão com o passar do tempo. A calma para furar o bloqueio rival também foi acabando e trouxe a impaciência da torcida, que, ainda aos 30 minutos, já cantava “É quinta-feira!”, uma referência ao duelo contra o Atlético-MG, pela Libertadores.
O São Paulo dominou o jogo, foi absoluto no controle da bola no primeiro tempo, mas não conseguiu criar diante de um adversário cauteloso e bastante eficiente na marcação. Ganso assumiu o papel de maestro com belas tabelas, principalmente com Jadson, mais apagado que de costume. O ferrolho armado por Pintado na frente da área, porém, atrapalhou. Luis Fabiano ficou encurralado e pouco fez entre os zagueiros.
A alternativa foi jogar pelos lados. Pela direita, o zagueiro improvisado de lateral Paulo Miranda só acertou quando chutou de longe para Marcelo espalmar com dificuldade. Do outro lado, Osvaldo infernizou os marcadores com velocidade e bons dribles. Carleto e Jadson também arriscaram duas bombas, mas não venceram o goleiro.
O Penapolense se contentou em levar a igualdade para o intervalo. O time do interior saiu pouco para o ataque e não aproveitou quando o São Paulo se expôs em demasia. A única chance também surgiu em uma finalização de longe de Niel. Rogério Ceni jogou para escanteio.
Luis Fabiano encara a marcação do Penapolense (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Osvaldo, com ajuda de Jailton, classifica o Tricolor
O que estava ruim no fim do primeiro tempo piorou no início do segundo. O São Paulo voltou ainda mais perdido para a etapa final, com erros no ataque e muito espaço na defesa, sobretudo em lançamentos rápidos nas costas dos marcadores. Rogério Ceni teve de salvar a equipe em cabeçada de Jailton, chute de Fernando e uma finalização quase cara a cara de Silvinho.
Em meio aos pedidos de “raça” da torcida, Ney Franco apostou em uma troca para fazer o time melhorar. O volante Wellington deu lugar a Douglas, posicionado como um outro meio-campista ofensivo. Jadson foi recuado. O time ganhou velocidade e teve uma leve reação. Luis Fabiano, de cabeça, acertou o travessão, enquanto Osvaldo, em chute cruzado, quase colocou a bola no canto esquerdo.
Se taticamente continuou confuso, o time apostou na vontade para atacar. Osvaldo, mais uma vez, se destacou atuando aberto pelo lado esquerdo ataque. Após boa jogada dele, Luis Fabiano teve a chance para marcar em um lance polêmico. A bola acertou o travessão e tocou na linha antes que Marcelo segurasse.
O caminho era pela esquerda novamente. Outra vez, nos pés de Osvaldo, o mais lúcido do setor ofensivo. O atacante passou em velocidade pela marcação e cruzou forte para a área. Jailton tentou desviar e acabou mandando contra a própria meta. Gol contra.
A vantagem tranquilizou o São Paulo para administrar a vitória. No entanto, o time não escapou de passar um último susto. Aos 43, Sérgio Mota, que chegou a ser apontado como o novo Kaká no Tricolor, dominou na pequena área e bateu forte, no alto. Rogério Ceni voou e operou um milagre para garantir a classificação.
Osvaldo, diante do marcador do Penapolense (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Com praticamente todos os titulares poupados para o duelo decisivo de quarta-feira pela Copa Libertadores, contra o Atlético-MG, o São Paulo tropeçou neste sábado e perdeu por 1 a 0 para o XV de Piracicaba, no Morumbi, pela 18ª rodada do Campeonato Paulista. Luiz Eduardo fez o gol da equipe do interior aproveitando vacilo na bola parada do time de Ney Franco.
Dos titulares, somente Denilson e Jadson, suspensos para pegar o Atlético, começaram jogando. A derrota não faz nenhuma diferença para o São Paulo, já garantido na liderança da primeira fase do Estadual com 41 pontos. Já o XV chegou a 22 pontos e afastou matematicamente qualquer possibilidade de rebaixamento.
Suspenso contra o Atlético-MG, Jadson foi um dos poucos titulares do São Paulo em campo no MorumbiFoto: Bruno Santos / Terra
Jogando em ritmo lento e errando passes em sequência no ataque, o São Paulo teve problemas para furar a defesa da equipe de Piracicaba. A maior chance do primeiro tempo foi um chute de longe de Diego Silva no travessão de Denis, após erro na saída de bola do time da capital.
O gol decisivo saiu aos 10min da segunda etapa. Após escanteio batido para a área tricolor, Luiz Eduardo subiu sem dificuldade para desviar de cabeça e balançar as redes. O XV ainda assustou em vários contra-ataques, exigindo pelo menos duas ótimas defesas de Denis até o apito final.
O São Paulo fecha sua participação na primeira fase do Estadual no próximo domingo, às 16h, contra o Mogi Mirim, fora de casa. Antes, porém, terá o compromisso decisivo contra o Atlético-MG pela Libertadores, às 22h de quarta-feira, no Morumbi. Já o XV recebe o Botafogo-SP no Barão de Serra Negra, também no domingo, às 16h.
FICHA TÉCNICA
São Paulo 0 x 1 XV de Piracicaba
Gol XV de Piracicaba: Luiz Eduardo, aos 10min do 2º tempo
São Paulo: Denis; Rodrigo Caio (Henrique Miranda), Rhodolfo, Edson Silva e Cortez; Denílson (Lucas Farias), Fabrício, Jadson (João Schmidt) e Cañete; Ademílson e Wallyson. Técnico: Ney Franco
XV de Piracicaba: Bruno Fuso; Vinícius Bovi, Pedro Paulo, Glauber e Luiz Eduardo; Janilson, Diego Silva, Danilo Sacramento e Diguinho (Adriano); Márcio Diogo (Paulinho) e Marcelo Soares. Técnico: Sérgio Guedes
Cartões amarelos XV de Piracicaba: Luiz Eduardo e Danilo Sacramento
O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, começa a dar sinais de que pode reaver seu apoio a Adalberto Baptista na direção de Futebol. A demissão do fisioterapeuta Luiz Rosan, sua ausência do jogo de La Paz para disputar uma corrida de carro em Portugal e o desgaste com outros diretores e funcionários antigos podem fazer de Baptista um estorvo para Juvêncio. Até o fim da Libertadores, nada deve ser feito, mas depois…
Linha direta Os deputados que negociam a libertação dos corintianos presos em Oruro cortaram a conversa com o tio da vítima Kevin Espada. Dizem ter descoberto que o tio buscava indenização por conta própria, sem OK da família do garoto. As conversas passarão a ser entre o clube, o pai de Kevin e o Ministério Público local.
Papel principal O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, recusou convite do colega do Flamengo, Eduardo Bandeira, para discutir uma ação conjunta para negociar com os candidatos a gestores do Maracanã. Segundo Siemsen disse a um amigo, ele recusou para não colocar o Flu numa posição de coadjuvante nesse processo.
Sucesso caro Os 11 mil sócios-torcedores que em uma semana aderiram ao programa Nação Rubro Negra, lançado pelo Flamengo, pagam em média R$ 58 por mês. Esse valor já projeta uma receita anual extra de R$ 8 milhões só com esse grupo. No entanto, mais de 30% são pagos à Golden Goal, empresa que gerencia o programa de relacionamento do clube.
Vai aumentar O COF acordou, na reunião de quarta-feira, as bases para um reajuste nas mensalidades. Os cofistas concordam que os números estão defasados, mas o ex-presidente Mustafá Contursi pediu informações e documentos para ajudar a basear os novos valores. No dia 10, uma reunião extraordinária decidirá sobre o assunto.
Chorinho O contrato de naming rights da Arena Pernambuco deve ser 15% maior do que o fechado para a Arena Fonte Nova. Pelo período de dez anos, a Itaipava, principal nome também para a parceria em PE, pagaria cerca de R$ 11,5 milhões anuais. Há ainda uma montadora na negociação.
Líder O Corinthians está na liderança do programa de sócio torcedor da Brahma pela primeira vez, com 52 mil. O espaço vinha sendo ocupado pelo Santos, que foi o primeiro a alcançar 50 mil adesões. Uma das explicações para a tomada de posição é o fato de o clube da capital ter começado a cadastrar seus associados no programa, cerca de nove mil.
Muito bom O Pacaembu recebeu do São Caetano cinco notas “excelente” e apenas um “muito bom”, depois do jogo contra o Santos, na quinta-feira. Este foi o primeiro resultado do formulário de avaliação de estádios requisitado pela FPF para os clubes visitantes. Apenas o item do local destinado para torcidas adversárias não recebeu a melhor nota.
Portenho O Santos lançou um vídeo no You Tube mostrando os jogadores argentinos da equipe ensinando cumbia para Neymar. O ritmo ficou conhecido no Brasil em 2005, por causa do então corintiano Tevez. O vídeo teve 600 mil acessos, dos quais menos de 20% vieram do Brasil. A Argentina registrou 45%.
De Letra “Na semana que vem eu vou para casa. 35 dias depois, eu reassumo o Santos e vou em busca da terceira estrela” Luis Alvaro Ribeiro, presidente do Santos, internado no hospital albert einstein há 30 dias.
Ficou difícil. O São Paulo foi derrotado pelo The Strongest por 2 a 1, ontem à noite, em La Paz, e precisará vencer o Atlético-MG dia 17, no Morumbi, e torcer por uma derrota da equipe boliviana – que encara o Arsenal, na Argentina – para se classificar às oitavas de final da Libertadores.
No estádio Hernando Siles, o time brasileiro começou melhor. Pressionou no início e, com mais volume de jogo, criou boas chances. Mas aos 14 minutos o meia Nelvin Soliz acertou um bonito chute de fora da área, e a bola entrou no ângulo direito de Rogério Ceni.
Aos 44, o empate veio com o goleiro são-paulino, ao cobrar pênalti sofrido por Aloísio. Na etapa final, Cristaldo, aos 20 minutos, arriscou de fora da área e definiu o placar. Esportes mundo afora
Alexandre Pato saiu do banco de reservas para garantir a vitória do
Corinthians sobre o São Paulo por 2 a 1 deste domingo, pela 16ª rodada
do Paulistão Chevrolet, no Morumbi. Em uma boa partida de futebol, que
colocou um ponto final na sequência de clássicos modorrentos, o
Corinthians teve trabalho com o meio de campo tricolor, mas contou com a
estrela do atacante para chegar aos 29 pontos e estabelecer uma posição
confortável no G8. Mesmo com o resultado, o São Paulo permanece na
liderança, com 35 pontos.
O jogo
O
São Paulo começou muito bem a partida, com Jadson distribuindo passes
precisos e contando com a ajuda de um Ganso ligado, mostrando mobilidade
inédita com a camisa 8 tricolor. Logo aos quatro minutos, Osvaldo, de
volta após servir à Seleção, arrancou pela esquerda e tocou rasteiro.
Corta luz de Ganso, gol de Jadson.
Os donos da casa seguiram
melhor em campo. Aos 19 minutos, Jadson serviu Osvaldo. Aos 26, Ganso
serviu Jadson. Nas duas oportunidades, o gol não saiu, faltou capricho
no acabamento. A resposta corintiana era tímida, com alguns chutes de
longe e uma cobrança de falta perigosa de Paulinho, defendida por
Rogério Ceni.
Quando parecia que o ótimo primeiro tempo de seus
meias levaria o São Paulo para o vestiário com a vantagem, o "maestro"
alvinegro apareceu para marcar sua presença. Danilo recebeu na esquerda,
cortou para o meio e bateu colocado, de pé direito, no ângulo de
Rogério, para se tornar o maior artilheiro do Majestoso neste século.
Marcou seu sétimo gol no clássico, o quarto com a camisa do Corinthians,
e deixou Luis Fabiano, que já marcou seis vezes, para trás antes do
apito soar para o intervalo.
O segundo tempo começou mais lento,
mas, a exemplo do primeiro, com mais posse de bola são paulina.
Nos
primeiros 10 minutos, Jadson e Ganso deixaram Luis Fabiano na cara do
gol, mas nas duas ocasiões o centroavante estava impedido. O Corinthians
respondeu com uma cabeçada de Pato, e Paulinho quase aproveitou a sobra
após uma furada incrível de Rogério.
As duas equipes conuaram com
boas descidas ao ataque, mas pecando nos últimos toques. O São Paulo
quase chegou ao gol aos 29 minutos com um chute de Jadson, após boa
jogada de Paulo Miranda. Tite colocou Pato no lugar de Guerrero, para
dar mais mobilidade ao ataque, e colheu os frutos. Toloi e Edson Silva
se desentenderam, e o atacante aproveitou a bobeada: em dividida com
Rogério Ceni, sofreu pênalti, que ele mesmo converteu, virando o jogo
para o Corinthians.
O São Paulo bem que tentou, no desespero,
empatar a partida. Ney Franco promoveu as entradas de Douglas e
Wallyson, mas já era tarde demais. Os cinco minutos de acréscimos não
foram suficientes para que os donos da casa balançassem as redes.
O
São Paulo tem uma partida decisiva diante do The Strongest, na Bolívia,
às 21h30 da próxima quinta-feira, pela Taça Libertadores. Já o
Corinthians viaja até a Bogotá, na Colômbia, para encarar o Millonários,
às 22h da quarta-feira.