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domingo, 19 de maio de 2013

Corinthians segura vantagem, empata na Vila, e é campeão paulista pela 27ª vez


 O Corinthians não conquistava um título na Vila Belmiro desde 1941, quando levou o título paulista daquele ano contra o Santos. Nos minutos finais do jogo a torcida corintiana adiou o apito final por atirar sinalizadores no gramado.
O jogo
A experiência da partida de ida no Pacaembu, quando o Santos foi apenas um espectador do jogo do Corinthians no primeiro tempo, fez com que Muricy Ramalho escalasse um time muito mais ofensivo.
Num 4-3-3, com Neymar, André e Felipe Anderson na frente, o Santos levou perigo mais vezes e fez o primeiro gol depois de chute preciso de Cícero aos 26, que aproveitou cruzamento de Felipe Anderson em cobrança de falta recebida por Neymar.
A resposta corintiana foi imediata. No primeiro ataque depois de sofrer o gol santista, Emerson teve chance de marcar, mas Rafael defendeu. No rebote, Danilo mandou para as redes.
A ducha de água fria nas esperanças santistas tornou o jogo mais favorável para o Corinthians. Paulinho, de falta, e Danilo, no lance seguinte, aos 41 minutos, acertaram o travessão de Rafael e colocaram o Corinthians mais perto de ir para os vestiários com a vantagem.
Mauro Horita /Gazeta Press
Cícero abriu o placar para o Santos, mas logo o Corinthians empatou
Um pouco antes, aos 36, os santistas reclamaram de pênalti. Bruno Peres cruzou e Paulo André se jogou para cortar a bola, que tocou seu braço. O árbitro mandou o jogo seguir avaliando que o toque não foi intencional. O zagueiro estava no limite da linha da área, próximo à linha de fundo.
O Corinthians terminou o primeiro tempo com cinco chutes em gol contra dois do Santos. Foram ainda duas tentativas para fora de cada lado. O Santos fez 13 faltas e o Corinthians, 11.
Na volta dos vestiários, sem substituições, o Santos teve as primeiras chances de ampliar. Mas André, com quem a torcida não tinha mais paciência desde o primeiro tempo, perdeu aos seis minutos a chance mais clara que teve no jogo. Miralles entrou em seu lugar aos 13 minutos.
Com a necessidade de marcar um gol para ao menos levar a decisão para os pênaltis, o Santos passou a encher a área corintiana de cruzamentos. Com poucas chances de entrar no campo de ataque com a bola nos pés, não restou outra opção ao time de Muricy Ramalho.
O Corinthians, sem Emerson, substituído por Edenílson aos 15, ficou mais veloz e teve boas chances de ampliar. Uma com o próprio Edenílson, logo que entrou em campo, quando não teve o domínio de bola em frente a Rafael e outra, mais clara ainda, com Romarinho, que sem marcação alguma acertou o pé esquerdo da trave esquerda do goleiro santista.
O Corinthians segurou o jogo até o fim e o Santos não teve mais nenhuma grande chance de evitar o título rival em sua casa. Pato e Douglas ainda entraram em campo, mas nada fizeram. O camisa 7 ainda perdeu chance clara nos acréscimos. Não fez falta. O Corinthians voltou a ser campeão na Vila Belmiro depois de 72 anos.
FICHA TÉCNICA - SANTOS 1 x 1 CORINTHIANS 
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP) 
Data: 19 de maio de 2013 (domingo) 
Horário: 16 horas (de Brasília) 
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima 
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse e Danilo Ricardo Simon Manis
Renda: R$ 877.256,00
Público: 14.740 pagantes
Cartões Amarelos: Fábio Santos, Edenílson, Cássio, Romarinho (COR)
Gols: Cícero, aos 26, e Danilo aos 28 minutos do 1º tempo
SANTOS: Rafael; Bruno Peres, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca, Cícero e Felipe Anderson; Neymar e André (Miralles) 
Técnico: Muricy Ramalho
CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho (Alexandre Pato), Danilo e Emerson (Edenílson); Guerrero (Douglas) 
Técnico: Tite

Fonte: esporte.ig
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sábado, 11 de maio de 2013

Raio-x: para comentaristas, Timão leva vantagem sobre o Santos




Para analistas, time de Tite é superior ao Peixe em oito posições. Só Edu Dracena, Cícero e Neymar levaram a melhor sobre os corintianos

Por GLOBOESPORTE.COMSão Paulo
Corinthians e Santos terão dois jogos para decidir, em pé de igualdade, o campeão do Paulistão 2013. Mas, no papel, os comandados de Tite levam vantagem sobre Neymar e companhia, pelo menos de acordo com a opinião dos comentaristas Caio Ribeiro, da TV Globo,e Maurício Noriega e Lédio Carmona, ambos do SporTV.
A pedido do GLOBOESPORTE.COM, os três fizeram uma análise dos times que começam a decidir o campeonato neste domingo, às 16h, no Pacaembu. E, em sete de 11 posições, o Timão foi superior ao Peixe, que ainda não foi confirmado pelo técnico Muricy Ramalho. Bruno Peres pode voltar para a direita, mas Neto é, segundo fontes da comissão técnica, quem deve jogar. E Felipe Anderson é o favorito para assumir a vaga do lesionado Montillo.
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Raio-X Corinthians x Santos (Foto: Editoria de Arte)

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domingo, 28 de abril de 2013

São Paulo vence Penapolense no sufoco e faz a semi contra o Corinthians


Foi mais difícil do que a torcida esperava. De roupa vermelha em homenagem à nova tonalidade das cadeiras do Morumbi, o líder absoluto da primeira fase do Paulistão sofreu diante do novato e apenas oitavo colocado Penapolense. E como sofreu. A grande atuação contra o Atlético-MG ficou no passado. O São Paulo jogou mal, chegou a levar sustos durante o jogo, mas avançou com um magro 1 a 0 graças à ótima fase de Osvaldo, ao gol contra de Jailton e a um milagre de Rogério Ceni. Agora, pega o Corinthians na semifinal.
A irritação dos mais de 32 mil torcedores presentes resumiu a atuação tricolor. A equipe de Ney Franco teve dificuldade para se encontrar e outra vez ouviu os pedidos de “raça”. Ganso, Jadson e Luis Fabiano não resolveram. Coube a Osvaldo, que ainda sonha com um lugar na Copa das Confederações, infernizar a defesa rival antes de o zagueiro cabecear contra a própria rede.
Depois do sufoco, o São Paulo volta a pensar na Taça Libertadores. O Tricolor faz o primeiro jogo das oitavas de final na quinta-feira, contra o Atlético-MG, às 20h15m, no Morumbi. O segundo duelo está marcado para o dia 8 de maio, no estádio Independência, em Belo Horizonte. O vencedor enfrentará Palmeiras ou Tijuana, do México.
O Penapolense dá adeus ao Paulistão, mas tem muito o que comemorar. O clube da cidade de 58 mil habitantes – caberiam todos no Morumbi – chegou ao “mata” logo em seu primeiro ano na elite. Agora, o título do interior e em seguida o Campeonato Brasileiro da Série B, outra novidade em sua história.
Uniforme do São Paulo (Foto: Divulgação/Penalty/VIPCOMM )Jogadores do São Paulo, com o novo uniforme vermelho (Foto: Divulgação/Penalty/VIPCOMM )
Festa? Só antes de o jogo começar
O clima de festa pela utilização de um uniforme comemorativo em homenagem ao Morumbi se transformou em apreensão com o passar do tempo. A calma para furar o bloqueio rival também foi acabando e trouxe a impaciência da torcida, que, ainda aos 30 minutos, já cantava “É quinta-feira!”, uma referência ao duelo contra o Atlético-MG, pela Libertadores.
O São Paulo dominou o jogo, foi absoluto no controle da bola no primeiro tempo, mas não conseguiu criar diante de um adversário cauteloso e bastante eficiente na marcação. Ganso assumiu o papel de maestro com belas tabelas, principalmente com Jadson, mais apagado que de costume. O ferrolho armado por Pintado na frente da área, porém, atrapalhou. Luis Fabiano ficou encurralado e pouco fez entre os zagueiros.
A alternativa foi jogar pelos lados. Pela direita, o zagueiro improvisado de lateral Paulo Miranda só acertou quando chutou de longe para Marcelo espalmar com dificuldade. Do outro lado, Osvaldo infernizou os marcadores com velocidade e bons dribles. Carleto e Jadson também arriscaram duas bombas, mas não venceram o goleiro.
O Penapolense se contentou em levar a igualdade para o intervalo. O time do interior saiu pouco para o ataque e não aproveitou quando o São Paulo se expôs em demasia. A única chance também surgiu em uma finalização de longe de Niel. Rogério Ceni jogou para escanteio.
Luis Fabiano São Paulo x Penapolense (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)Luis Fabiano encara a marcação do Penapolense (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)
Osvaldo, com ajuda de Jailton, classifica o Tricolor
O que estava ruim no fim do primeiro tempo piorou no início do segundo. O São Paulo voltou ainda mais perdido para a etapa final, com erros no ataque e muito espaço na defesa, sobretudo em lançamentos rápidos nas costas dos marcadores. Rogério Ceni teve de salvar a equipe em cabeçada de Jailton, chute de Fernando e uma finalização quase cara a cara de Silvinho.
Em meio aos pedidos de “raça” da torcida, Ney Franco apostou em uma troca para fazer o time melhorar. O volante Wellington deu lugar a Douglas, posicionado como um outro meio-campista ofensivo. Jadson foi recuado. O time ganhou velocidade e teve uma leve reação. Luis Fabiano, de cabeça, acertou o travessão, enquanto Osvaldo, em chute cruzado, quase colocou a bola no canto esquerdo.
Se taticamente continuou confuso, o time apostou na vontade para atacar. Osvaldo, mais uma vez, se destacou atuando aberto pelo lado esquerdo ataque. Após boa jogada dele, Luis Fabiano teve a chance para marcar em um lance polêmico. A bola acertou o travessão e tocou na linha antes que Marcelo segurasse.
O caminho era pela esquerda novamente. Outra vez, nos pés de Osvaldo, o mais lúcido do setor ofensivo. O atacante passou em velocidade pela marcação e cruzou forte para a área. Jailton tentou desviar e acabou mandando contra a própria meta. Gol contra.
A vantagem tranquilizou o São Paulo para administrar a vitória. No entanto, o time não escapou de passar um último susto. Aos 43, Sérgio Mota, que chegou a ser apontado como o novo Kaká no Tricolor, dominou na pequena área e bateu forte, no alto. Rogério Ceni voou e operou um milagre para garantir a classificação.
Osvaldo São Paulo x Penapolense (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)Osvaldo, diante do marcador do Penapolense (Foto: Wander Roberto / Vipcomm)

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sábado, 27 de abril de 2013

Santos vence nos pênaltis e mantém sonho do tetra no Paulistão



Foi sofrido, mas o Santos venceu o clássico com o Palmeiras nos pênaltis, neste sábado, na Vila Belmiro, e se tornou o primeiro semifinalista do Campeonato Paulista desta temporada. Após o empate por 1 a 1 no tempo normal, a equipe da casa contou com o goleiro Rafael, herói da classificação ao defender duas cobranças - de Kleber e Leandro -, para eliminar o rival e garantir o direito de brigar por uma vaga na decisão. Além disso, o time santista mantém o sonho de conquistar um inédito tetracampeonato estadual.
Campeão em 2010, 2011 e 2012, o Santos pode se tornar o primeiro time a conquistar o Campeonato Paulista quatro vezes consecutivas na era profissional. Para isso, precisa de mais duas vitórias, a começar pela semifinal, na qual enfrenta o vencedor do confronto entre Mogi-Mirim e Botafogo, que acontece ainda neste sábado.
Já o Palmeiras, agora volta suas atenções somente para a Libertadores. A equipe fará longa viagem para o México, onde enfrenta o Tijuana nesta terça-feira, às 22h30 (de Brasília) pelo jogo de ida das oitavas de final.
O Santos entrou em campo reforçado de sua principal estrela. O atacante Neymar era dúvida para a partida por causa de dores musculares na coxa esquerda, mas passou nos testes realizados no vestiário e foi a campo. O jogador, no entanto, esteve longe de seus melhores dias e perdeu muitas chances.
Depois de ficar à frente durante quase todo o jogo, com o gol de Cícero no primeiro tempo, o time santista cedeu o empate aos 38 minutos do segundo tempo - Kleber marcou -, mas foi mais competente nos pênaltis, acertando todas as cobranças.
O JOGOQuem começou melhor foi o Palmeiras, que comandou as ações no início da partida. A primeira grande chance da equipe aconteceu aos dez minutos. Vinícius fez grande jogada pela esquerda, tabelou, passou por Alan Santos e cruzou para Leandro, que desviou rente à trave do goleiro Rafael.
O Santos respondeu no minuto seguinte. Arouca tabelou com Montillo e tentou cruzar, mas a bola pegou efeito e foi na direção do gol. Bruno estava esperto e evitou o gol santista. Mas na cobrança de escanteio, não teve jeito. Neymar dominou sozinho dentro da área e bateu cruzado, de esquerda. A bola não ia na direção do gol, mas Cícero desviou e marcou.
O gol embalou Neymar, que passou a mostrar seu repertório de dribles. Em lance pela esquerda, ele passou como quis por Ayrton, deixou Henrique para trás e cruzou. André só não marcou o segundo porque Marcelo Oliveira estava esperto e tirou antes que ela chegasse no atacante. O Palmeiras, que estava melhor, sentiu o gol e já não levava mais perigo ao adversário.
O jogo ficou pegado, com muitas faltas e poucas chances de gol, até os últimos minutos do primeiro tempo. Até que, aos 37, Edu Dracena ganhou pelo alto, tocou de cabeça para tirar do zagueiro e encheu o pé de fora da área. Bruno desviou a bola, que ainda bateu no travessão, e impediu um golaço.
O Santos voltou melhor para o segundo tempo e viu Neymar perder gol incrível aos dez minutos. A bola foi lançada da defesa, Montillo correu para bola e, ao ver o auxiliar levantar a bandeira, desistiu. Cícero aproveitou-se disso, da desatenção da zaga palmeirense e arrancou. Na entrada da área, rolou para Neymar, que, sozinho, bateu em cima de Bruno.
A resposta do Palmeiras veio três minutos depois. Leandro recebeu lançamento de frente para Rafael, tirou do goleiro e, na hora de bater para o gol vazio, foi desarmado por Léo. Aos 20, Vinícius recebeu na intermediária e bateu forte, a bola passou rente à trave.
Com o Palmeiras no ataque, o Santos aproveitava-se dos contra-ataques, mas Neymar não estava mesmo em seus melhores dias e perdeu outra chance inacreditável aos 34 minutos. Ele foi novamente lançado em contra-ataque, saiu sozinho de frente para Bruno, mas bateu em cima do goleiro. No rebote, Miralles bateu para o gol vazio, mas Maurício Ramos salvou.
As chances perdidas por Neymar fariam falta porque o Palmeiras chegaria ao empate aos 38 minutos. Souza recebeu pela direita, cortou a marcação e cruzou de esquerda na medida para Kleber, que subiu sozinho no meio da zaga santista e cabeceou forte, sem chances para Rafael, garantindo o empate.
O jogo foi para os pênaltis e, logo na primeira cobrança, Kleber passou de herói a vilão, em pênalti defendido por Rafael. O goleiro pegou ainda a cobrança de Leandro. Souza e Wesley fizeram para o Palmeiras, mas Miralles, Cícero, Montillo e Renê Júnior marcaram para o Santos, garantindo a classificação para a equipe.
Ficha técnica SANTOS 1 (4) X (2) 1 PALMEIRAS
SANTOS - Rafael; Alan Santos, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior, Arouca (Marcos Assunção), Cícero e Montillo; Neymar e André (Miralles). Técnico: Muricy Ramalho.
PALMEIRAS - Bruno; Ayrton, Henrique, Maurício Ramos e Marcelo Oliveira; Márcio Araújo (Souza), Léo Gago (Kleber), Charles e Wesley; Vinícius (Maikon Leite) e Leandro. Técnico: Gilson Kleina.
GOLS - Cícero, aos 12 minutos do primeiro tempo. Kleber, aos 38 minutos do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS - Renê Júnior, Neto (Santos); Henrique, Márcio Araújo, Wesley (Palmeiras).
ÁRBITRO - Guilherme Ceretta de Lima (SP).
RENDA - R$ 443.755,00.
PÚBLICO - 14.172 pagantes.
LOCAL - Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP). 
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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Clássico Santos x Palmeiras será o destaque nas quartas do Paulistão


São Paulo x Penapolense, Mogi Mirim x Botafogo e Ponte Preta x Corinthians completam a próxima fase. Mirassol é rebaixado para a A2



O Santos, de Neymar, bateu o Penapolense
 na Vila
(Lucas Baptista / Futura Press)
A rodada deste domingo no Campeonato Paulista definiu o último classificado para as quartas de final, o último rebaixado para a Série A2 e o chaveamento da próxima fase da competição. Com os resultados dos dez jogos disputados, a sequência do Paulistão terá o clássico Santos x Palmeiras como destaque, além de São Paulo x Penapolense, Mogi Mirim x Botafogo e Ponte Preta x Corinthians.

A Federação Paulista de Futebol convocou uma reunião para as 15h desta segunda-feira, em sua sede, com representantes dos oito clubes que passaram de fase. No conselho técnico, a entidade irá definir as datas e horários das quatro partidas. É provável que Santos e Palmeiras joguem no sábado, já que o Verdão terá pela frente uma longa viagem até o México, onde na terça-feira enfrentará o Tijuana pelas oitavas de final da Taça Libertadores da América.

Na próxima fase, a única vantagem dos quatro times melhores colocados é a de jogar em casa. O confronto é em partida única. Em caso de empate no tempo normal, o classificado será conhecido nos pênaltis, sem prorrogação.

Nas semifinais, o vencedor de São Paulo x Penapolense enfrentará quem passar do jogo Ponte Preta x Corinthians. No outro lado, o confronto será entre os ganhadores de Mogi Mirim x Botafogo e Santos x Palmeiras.

Ao término das quartas de final, os quatro melhores times do interior (excluindo os que eventualmente passarem para as semifinais) disputarão o Troféu Campeão do Interior. Se algum clube de fora da capital e de Santos avançar para a fase seguinte, Linense, XV de Piracicaba, Bragantino e São Bernardo – nesta ordem – ficarão numa espécie de lista de espera para o torneio paralelo. Como um dos confrontos será entre dois "caipiras" (Mogi x Botafogo), o Linense já está garantido.

O Palmeiras, de Tiago Real, perdeu do Ituano por 2 a 1 em Itu (Marcos Bezerra / Ag. Estado)

Na parte de baixo da tabela, o Mirassol, mesmo goleando o Linense por 3 a 0 em casa, foi rebaixado para a Série A2. O resultando vinha livrando o time da queda, mas um gol do Ituano, aos 47 minutos de segundo tempo, salvou a equipe de Itu, que venceu o Palmeiras por 2 a 1 e se mantém na elite paulista. A combinação ainda classificou o Penapolense entre os oito melhores para as quartas de final. A equipe de Mirassol vai se juntar a Guarani, São Caetano e União Barbarense, que já tinham caído na rodada anterior, na segunda divisão do próximo ano.

Na briga pelo acesso, o Rio Claro é o único que já se garantiu na primeira divisão de 2014. Guaratinguetá, Comercial, Portuguesa, Catanduvense, Capivariano, RB Brasil e Audax disputam outras três vagas.

OS JOGOS DESTE DOMINGO


Mogi Mirim 1 x 0 São Paulo
Corinthians 2 x 0 Atlético Sorocaba
Santos 2 x 1 Penapolense
Ituano 2 x 1 Palmeiras
São Caetano 0 x 2 Paulista
Oeste 0 x 4 São Bernardo
Guarani 1 x 3 União Barbarense
Mirassol 3 x 0 Linense
Bragantino 0 x 0 Ponte Preta
XV de Piracicaba 4 x 1 Botafogo

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo
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Roque Santa Cruz: Bota faz nesta semana nova reunião com agente


Felip@odfemBotafogoDePrimeira 

Roque Santa Cruz em ação pelo Málaga (Foto: AFP)
Diretoria deseja que o atacante reduza a pedida salarial. Em dificuldades, clube deve pagar parte dos atrasados do elenco

Durante esta semana, a diretoria do Botafogo terá a segunda reunião com os representantes do atacante Roque Santa Cruz, de 31 anos, que atualmente defende o Málaga por empréstimo do Manchester City. No primeiro encontro, os alvinegros tiveram conhecimento do valor de salários que o jogador deseja - R$ 5 milhões por temporada -, e ficaram um pouco assustados. Agora, a tentativa será convencê-lo a reduzir a pe... mais »

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Ferj vai tentar que a final da Taça Rio seja disputada no Maracanã


Felip@odfemBotafogoDePrimeira 

Rubens Lopes, presidente da Ferj (Foto: Raphael Zarko) 
Presidente da entidade, Rubens Lopes revela que vai discutir o assunto com o secretário de Esporte e Lazer do Rio, André Lazaroni, nesta semana

O público do Rio de Janeiro pode ter de volta o Maracanã como palco dos jogos de seu campeonato estadual ainda na edição 2013 do Campeonato Carioca. Pelo menos é esse o desejo da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj). Neste domingo, em entrevista à Rádio Tupi, o presidente da entidade, Rubens Lopes, revelou que vai tentar que a decisão da Taça Rio, marcada para o ... mais »
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domingo, 14 de abril de 2013

Palmeiras arrasa rebaixado Guarani-SP e entra no G-4 do Paulistão


Mudam as peças, mas o espírito é o mesmo. Com muita luta e uma partida sem muitos sustos, o mistão do Palmeiras comprovou a ótima fase na temporada. Com gols de Léo Gago, Vilson, Charles e Ronny, a equipe goleou o já rebaixado Guarani por 4 a 1, na tarde deste domingo, no estádio do Pacaembu, e entrou no G-4 do Campeonato Paulista. Foi o quinto triunfo consecutivo da equipe na temporada. Everton descontou para os campineiros. Diante de 6.937 pagantes, o time da casa dominou a maior parte do confronto e só viu o adversário dar algum trabalho nos 15 minutos finais.
Sem contar os jogos que terão início às 18h30, o alviverde assumiu a quarta colocação, com 34 pontos, mesmo número da Ponte Preta, que leva vantagem pelo saldo de gols. De qualquer maneira, o time já garantiu no mínimo a sexta posição, pois não pode ser mais alcançado pelo Penapolense, sétimo colocado. Mas o objetivo do técnico Gilson Kleina é ficar entre os quatro para ter a vantagem de atuar em casa nas quartas de final.
No próximo domingo, a última partida da fase de classificação do estadual será contra o Ituano, em Itu. Antes disso, o Verdão definirá sua situação na Taça Libertadores da América. Já garantido na segunda fase, o Palmeiras depende de uma vitória simples sobre o Sporting Cristal, na quinta-feira, em Lima, no Peru, para assegurar a primeira colocação do Grupo 2. Caso empate, o Libertad, do Paraguai, não poderá derrotar o Tigre, da Argentina.
Já o Bugre, que sofreu nono rebaixamento nos últimos dez anos, voltará a campo na quarta-feira, para enfrentar o Confiança, no estádio Brinco de Ouro da Princesa, pela Copa do Brasil. Como perdeu na ida por 1 a 0, será necessária uma vitória por dois gols de diferença. No domingo, o vice-campeão paulista de 2012 se despede da elite contra o União Barbarense, também em Campinas.
Souza, Palmeiras x Guarani (Foto: Miguel Schincariol/Agência Estado)Souza, em ação pelo Palmeiras, contra o Guarani (Foto: Miguel Schincariol/Agência Estado)
Verdão sobra em campo
O Palmeiras não precisou forçar muito o ritmo para terminar o primeiro tempo em vantagem. A equipe repetiu nos primeiros dez minutos o que fez nas últimas partidas. Mesmo com um mistão (dos titulares, foram usados apenas Fernando Prass, Ayrton, Marcelo Oliveira, Souza e Vinícius), o time começou com rapidez e marcação forte na saída de bola do Guarani, que entrou em campo sem nenhuma aspiração. Depois de Renan fazer grande defesa em chute de Vinícius, aos oito minutos, Léo Gago abriu o marcador aos 11, após assistência de Tiago Real, uma das novidades na escalação. Foi o primeiro do volante, incluído na negociação que levou Barcos para o Grêmio, pelo alviverde.
Com a vantagem, o Palmeiras mudou seu jeito de jogar. Trocou a velocidade pela cadência e valorização da posse de bola. Mesmo assim, em nenhum momento o Verdão foi ameaçado em campo. Tanto que Fernando Prass só foi notado em campo em recuos de bola ou em cobranças de tiros de meta. O Guarani, sem nenhuma qualidade, mostrava em campo a razão de ter sido rebaixado com antecedência no estadual.
Aos 29, o Palmeiras mexeu novamente no marcador, desta vez com Vilson, que aproveitou cruzamento de Souza da esquerda e testou no canto esquerdo de Renan, que falhou. A torcida, satisfeitíssima com o momento atual, era só festa nas arquibancadas, enquanto o time seguia ditando o ritmo da partida. Ronny teve uma chance de ouro para marcar o terceiro, mas exagerou na firula e acabou desarmado dentro da área. Aos 37, Vilson perdeu grande chance após cobrança de falta de Souza. Quando Robério Pereira Pires apitou o final da etapa inicial, a equipe palmeirense deixou o gramado sob aplausos.
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Leo Gago comemora, Palmeiras x Guarani (Foto: Ale Cabral/Agência Estado)Léo Gago comemora seu primeiro gol pelo Palmeiras (Foto: Ale Cabral/Agência Estado)
Bugre desconta, pressiona, mas Verdão amplia
Sem alterações nas duas equipes, o segundo tempo foi praticamente uma cópia da etapa inicial, com o Palmeiras jogando fácil e o Guarani mostrando muita luta, mas sem conseguir nada de útil por causa da falta de categoria de suas peças. Com cinco minutos, Renan fez boa defesa em chute de Vinícius. Aos oito, em rápido contra-ataque com apenas três toques, Ronny perdeu grande chance.
O tempo passava e o Verdão seguia desperdiçando chances. Aos 12, Renan espalmou chute de Léo Gago. No minuto seguinte, o goleiro fez milagre em cabeçada de Souza, que perdeu gol incrível no rebote. Percebendo o bom momento do time, Gilson Kleina aproveitou para fazer alterações e dar novo gás. Rondinelly entrou na vaga de João Denoni. Depois, Ayrton, machucado, foi substituído por Weldinho.
Satisfeito com o marcador, o Verdão tirou o pé a partir da metade da etapa complementar. O Guarani, quando conseguiu criar sua primeira jogada de ataque, diminuiu a vantagem do adversário com Everton, que recebeu na área pelo lado esquerdo e bateu rasteiro, sem chance para Fernando Prass. Preocupado com o crescimento do rival, Gilson Kleina mexeu novamente e chamou Charles para o lugar de Souza. Resultado: mais dois gols nos minutos finais, primeiro com o próprio Charles, completando boa jogada iniciada por Vinícius e com passe de Rondinelly, e depois com Ronny, em contra-ataque armado por Léo Gago. Festa no Pacaembu.
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CORINTHIANS JOGA MAL, PERDE PRO LINENSE E FICA DISTANTE DE ENTRAR PRO G4 NO PAULISTÃO


Guerrero marcou mais um mas o Corinthians acabou perdendo
O Corinthians enfrentou o Linense buscando a vitória pra tentar finalizar a primeira fase do Paulistão no G4 mas acabou perdendo de virada por 2x1.

No primeiro tempo, logo aos 3 minutos, com mais uma boa jogada do Sheik, Guerrero abriu o placar. O Corinthians continuou pressionando mas o Linense na base das faltas foi bloqueando o ataque do Timão e chegou a oferecer perigo ao nosso gol mas a etapa terminou em 1x0.

Na segunda etapa, o Corinthians deu bobeira na zaga e deixou o Linense empatar de cabeça após uma cobrança de escanteio. Logo em seguida, Leandro virou pro Linense após outro cruzamento na nossa área. Tite colocou o time todo no ataque, colocou Alexandre Pato e até o Paulo Victor, atacante da base que estreou hoje conseguiu fazer boas jogadas no ataque mas não evitou a derrota do Timão

O próximo jogo do Corinthians será contra o Atlético Sorocaba que será o último jogo da primeira fase do Paulistão.

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sábado, 13 de abril de 2013

Com time poupado para "decisão", São Paulo tropeça e perde do XV


Com praticamente todos os titulares poupados para o duelo decisivo de quarta-feira pela Copa Libertadores, contra o Atlético-MG, o São Paulo tropeçou neste sábado e perdeu por 1 a 0 para o XV de Piracicaba, no Morumbi, pela 18ª rodada do Campeonato Paulista. Luiz Eduardo fez o gol da equipe do interior aproveitando vacilo na bola parada do time de Ney Franco.
Dos titulares, somente Denilson e Jadson, suspensos para pegar o Atlético, começaram jogando. A derrota não faz nenhuma diferença para o São Paulo, já garantido na liderança da primeira fase do Estadual com 41 pontos. Já o XV chegou a 22 pontos e afastou matematicamente qualquer possibilidade de rebaixamento.
Suspenso contra o Atlético-MG, Jadson foi um dos poucos titulares do São Paulo em campo no Morumbi Foto: Bruno Santos / Terra
Suspenso contra o Atlético-MG, Jadson foi um dos poucos titulares do São Paulo em campo no Morumbi
Foto: Bruno Santos / Terra
Jogando em ritmo lento e errando passes em sequência no ataque, o São Paulo teve problemas para furar a defesa da equipe de Piracicaba. A maior chance do primeiro tempo foi um chute de longe de Diego Silva no travessão de Denis, após erro na saída de bola do time da capital.
O gol decisivo saiu aos 10min da segunda etapa. Após escanteio batido para a área tricolor, Luiz Eduardo subiu sem dificuldade para desviar de cabeça e balançar as redes. O XV ainda assustou em vários contra-ataques, exigindo pelo menos duas ótimas defesas de Denis até o apito final.
O São Paulo fecha sua participação na primeira fase do Estadual no próximo domingo, às 16h, contra o Mogi Mirim, fora de casa. Antes, porém, terá o compromisso decisivo contra o Atlético-MG pela Libertadores, às 22h de quarta-feira, no Morumbi. Já o XV recebe o Botafogo-SP no Barão de Serra Negra, também no domingo, às 16h.
FICHA TÉCNICA
São Paulo 0 x 1 XV de Piracicaba
Gol
XV de Piracicaba: Luiz Eduardo, aos 10min do 2º tempo
São Paulo: Denis; Rodrigo Caio (Henrique Miranda), Rhodolfo, Edson Silva e Cortez; Denílson (Lucas Farias), Fabrício, Jadson (João Schmidt) e Cañete; Ademílson e Wallyson. Técnico: Ney Franco
XV de Piracicaba: Bruno Fuso; Vinícius Bovi, Pedro Paulo, Glauber e Luiz Eduardo; Janilson, Diego Silva, Danilo Sacramento e Diguinho (Adriano); Márcio Diogo (Paulinho) e Marcelo Soares. Técnico: Sérgio Guedes
Cartões amarelos
XV de Piracicaba: Luiz Eduardo e Danilo Sacramento
Árbitro
Rodrigo Ferreira do Amaral
Local
Estádio do Morumbi, São Paulo (SP)
Terra

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Neymar comanda show, faz quatro e rebaixa União Barbarense


O atacante Neymar deu show neste sábado e conseguiu rebaixar a União Barbarense no Campeonato Paulista. Com quatro gols, o camisa 11 comandou a goleada do Santos por 4 a 0 e afundou o time do interior para a Série A-2 do Estadual, em duelo realizado no Estádio Antônio Lins Ribeiro Guimarães.
O resultado levou a equipe para a vice-liderança do Campeonato Paulista com 36 pontos, a cinco do São Paulo, que ainda lidera. De quebra, ajudou a rebaixar a União Barbarense para a segunda divisão, já que a equipe estacionou nos 13 pontos e não tem mais chances de sair da zona da degola.
No confronto, o Santos foi melhor desde o começo e logo conseguiu seu primeiro gol, com Neymar, que aproveitou falha de Rafael Silva depois de lançamento de Cícero e completou para as redes rivais. 
O segundo veio pouco depois. Após cruzamento de Guilherme Santos, Patito chutou cruzado, mas pegou mal na bola. Atento, Neymar completou e deixou o time praiano com dois gols de vantagem.
O segundo tempo foi uma repetição do primeiro. Neymar continuou brilhando e fez o terceiro, ainda no primeiro minuto de bola rolando na etapa complementar, ao se antecipar ao goleiro na primeira trave em bola de Patito.
Inspirado, o camisa 11 anotou seu quarto gol pouco depois, aos 5min. Renê Júnior acertou bom passe, Neymar acelerou e tocou na saída do goleiro. O atacante ainda faria o quinto, em tento anulado pela arbitragem.

FICHA TÉCNICA
União Barbarense 0 x 4 Santos
Gols:
Santos:
 Neymar, aos 7min e 26min do primeiro tempo, e aos 1min e 5min do segundo tempo
União Barbarense: Walter; Edilson Azul, Juliano, Rafael Silva e Hélio; César, Bruno Pires e Cláudio Britto; Caihame, Dairo e Júlio
Técnico: Claudemir Peixoto
Santos: Rafael; Alan Santos, Edu Dracena, Neto e Guilherme Santos; Renê Júnior, Montillo (Felipe Anderson), Patito Rodríguez e Cícero; Neymar e Giva (Victor Andrade)
Técnico: Tata
Cartões amarelos
Santos: 
Renê Júnior e Alan Santos
União Barbarense: Bruno Pires, Cláudio Britto e Rafael Silva
Árbitro
Aurélio Santanna Martins
Local
Antônio Lins Ribeiro Guimarães, em Santa Bárbara
Terra

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domingo, 31 de março de 2013

Pato sai do banco e garante vitória do Corinthians no Majestoso


Alexandre Pato saiu do banco de reservas para garantir a vitória do Corinthians sobre o São Paulo por 2 a 1 deste domingo, pela 16ª rodada do Paulistão Chevrolet, no Morumbi. Em uma boa partida de futebol, que colocou um ponto final na sequência de clássicos modorrentos, o Corinthians teve trabalho com o meio de campo tricolor, mas contou com a estrela do atacante para chegar aos 29 pontos e estabelecer uma posição confortável no G8. Mesmo com o resultado, o São Paulo permanece na liderança, com 35 pontos.

O jogo

O São Paulo começou muito bem a partida, com Jadson distribuindo passes precisos e contando com a ajuda de um Ganso ligado, mostrando mobilidade inédita com a camisa 8 tricolor. Logo aos quatro minutos, Osvaldo, de volta após servir à Seleção, arrancou pela esquerda e tocou rasteiro. Corta luz de Ganso, gol de Jadson.

Os donos da casa seguiram melhor em campo. Aos 19 minutos, Jadson serviu Osvaldo. Aos 26, Ganso serviu Jadson. Nas duas oportunidades, o gol não saiu, faltou capricho no acabamento. A resposta corintiana era tímida, com alguns chutes de longe e uma cobrança de falta perigosa de Paulinho, defendida por Rogério Ceni.

Quando parecia que o ótimo primeiro tempo de seus meias levaria o São Paulo para o vestiário com a vantagem, o "maestro" alvinegro apareceu para marcar sua presença. Danilo recebeu na esquerda, cortou para o meio e bateu colocado, de pé direito, no ângulo de Rogério, para se tornar o maior artilheiro do Majestoso neste século. Marcou seu sétimo gol no clássico, o quarto com a camisa do Corinthians, e deixou Luis Fabiano, que já marcou seis vezes, para trás antes do apito soar para o intervalo.

O segundo tempo começou mais lento, mas, a exemplo do primeiro, com mais posse de bola são paulina.
Nos primeiros 10 minutos, Jadson e Ganso deixaram Luis Fabiano na cara do gol, mas nas duas ocasiões o centroavante estava impedido. O Corinthians respondeu com uma cabeçada de Pato, e Paulinho quase aproveitou a sobra após uma furada incrível de Rogério.

As duas equipes conuaram com boas descidas ao ataque, mas pecando nos últimos toques.  O São Paulo quase chegou ao gol aos 29 minutos com um chute de Jadson, após boa jogada de Paulo Miranda. Tite colocou Pato no lugar de Guerrero, para dar mais mobilidade ao ataque, e colheu os frutos. Toloi e Edson Silva se desentenderam, e o atacante aproveitou a bobeada: em dividida com Rogério Ceni, sofreu pênalti, que ele mesmo converteu, virando o jogo para o Corinthians.

O São Paulo bem que tentou, no desespero, empatar a partida. Ney Franco promoveu as entradas de Douglas e Wallyson, mas já era tarde demais. Os cinco minutos de acréscimos não foram suficientes para que os donos da casa balançassem as redes.

O São Paulo tem uma partida decisiva diante do The Strongest, na Bolívia, às 21h30 da próxima quinta-feira, pela Taça Libertadores. Já o Corinthians viaja até a Bogotá, na Colômbia, para encarar o Millonários, às 22h da quarta-feira.

Fonte: Lancenet

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sábado, 30 de março de 2013

Palmeiras marca no fim, vence Linense no Pacaembu e ameniza crise


momento ruim no Palmeiras ficou um pouco mais tranquilo. Na primeira partida após ser goleado por 6 a 2 pelo Mirassol, a equipe do técnico Gilson Kleina derrotou o Linense neste sábado, no Pacaembu, por 2 a 1. O resultado deixa a equipe alviverde na quinta posição, com 28 pontos, sete a mais que o Linense, o atual décimo colocado do Campeonato Paulista.
O Palmeiras agora volta suas atenções à partida contra o Tigre, pela fase de grupos da Copa Libertadores, que ocorre às 21h30 da terça-feira. Pelo Paulista, a equipe alviverde tem seu próximo compromisso em Campinas, no domingo, às 16h, contra a Ponte Preta. Já o Linense recebe o Oeste no sábado, às 18h30.
Gilsinho empatou a partida no Pacaembu, mas o Palmeiras conseguiu a vitória nos últimos minutos Foto: Marcos Bezerra / Futura Press
Gilsinho empatou a partida no Pacaembu, mas o Palmeiras conseguiu a vitória nos últimos minutos
Foto: Marcos Bezerra / Futura Press
O Palmeiras teve um bom primeiro tempo, em que teve a posse de bola e conseguiu boas chances para marcar. Este, porém, é defeito que a equipe já mostrou em outras partidas do Paulista: teve o controle do jogo, mas não soube como superar o goleiro adversário.
A primeira grande oportunidade surgiu aos 28min. Ayrton lançou Leandro, que teve dificuldades de dominar a bola e finalizou na trave. Três minutos depois, Caio recebeu bola de Ronny e bateu cruzado, para a defesa em dois tempos do goleiro Leandro Santos. Aos 40min, Léo Gago bateu falta e Leandro espalmou.
Os gols enfim saíram depois do intervalo. Aos 10min, Patrick Vieira arrancou em velocidade e deixou Leandro em frente a Leandro Santos, precisando apenas tocar na saída do goleiro. A vantagem, porém, durou somente cinco minutos. Contando com falha da defesa palmeirense, Tarracha cortou e Gilsinho completou.
Com o passar do tempo, quem criava as melhores chances era o Linense, especialmente com Dudu. Aos 24min, o jogador driblou dois marcadores e chutou com perigo perto do ângulo direito, mas Bruno defendeu. Aos 37min, Dudu dominou sozinho dentro da área e bateu em cima do goleiro do Palmeiras.
A equipe alviverde não desistiu e foi recompensada nos últimos instantes. Aos 45min, Souza cobrou escanteio e Marcelo Oliveira subiu para desviar em direção ao gol, vencendo Leandro Santos.
Em mais uma crise, o Palmeiras viu a torcida protestar nas arquibancadas do Pacaembu em partida contra o Linense Foto: Marcos Bezerra / Futura Press
Em mais uma crise, o Palmeiras viu a torcida protestar nas arquibancadas do Pacaembu em partida contra o Linense
Foto: Marcos Bezerra / Futura Press
Terra
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sexta-feira, 29 de março de 2013

Guarani busca empate no fim, frustra planos do Oeste e mantém esperança


Parecia mais uma noite de decepção para o Guarani. Mas o sentimento, comum aos bugrinos em 2013, passou para o Oeste em pouco tempo nesta quinta-feira, no Estádio dos Amaros, em Itápolis. Perdendo por 2 a 0 até os 37 minutos do segundo tempo, o Bugre buscou forças na sua tradição para conseguir o empate por 2 a 2, com um gol de Michel aos 45. Marcinho Beija-Flor e Lelê colocaram o Oeste na frente, enquanto que Ronaldo Mendes iniciou a reação campineira, tudo na etapa final. A partida com desfecho emocionante encerrou a 15ª rodada do Campeonato Paulista. Se as circustâncias dão moral para um, na prática, o resultado não é bom para ninguém: os objetivos dos dois seguem distantes.
A igualdade frustra os planos do Oeste, que desperdiçou a chance de colar no G8, e mantém vivo o sopro de esperança alviverde de escapar do rebaixamento. Uma derrota deixaria o Guarani à beira de mais uma queda. Apesar da sensação amarga, a situação do Oeste ainda é reversível. Invicto há três jogos, a equipe aparece em 11º, com 19 pontos, dois a menos que o Penapolense, que abre a zona de classificação para as quartas de final.
Fator motivacional à parte, o cenário do Bugre continua delicado. Sem vencer há sete partidas, o Guarani é o lanterna, com 10 pontos, a três do Ituano, o primeiro fora da degola. Pelas contas da comissão técnica, são necessários três triunfos nos quatro jogos restantes para permanecer na elite sem depender de ninguém. O próximo desafio do Bugre é direto: domingo, às 16h, recebe o vice-lanterna Atlético Sorocaba, que também tem 10 pontos. Também no domingo, só que às 18h30, o Oeste enfrenta o Santos em Bauru.
jogo Oeste Guarani (Foto: Futura Press)Oeste e Guarani empatam em Itápolis: reação incrível do Bugre no fim (Foto: Futura Press)
Muita correria, pouca criatividade
Como era de se esperar, o Oeste tomou a iniciativa no primeiro tempo. Para conter os avanços dos donos da casa, a estratégia do Guarani era fazer faltas. Com a bola nos pés, o Bugre mostrava fragilidade técnica: muita correria e pouca categoria. O Oeste também mais acelerava o jogo do que criava oportunidades.
O resultado foi uma etapa inicial sem muitas emoções. Pelo Oeste, uma pancada de Dedê da intermediária e uma cabeçada de Dezinho pararam nas mãos de Renan. Do lado alviverde, Ronaldo Mendes foi quem chegou com mais perigo, em chute rasteiro da entrada da área.
Oeste abre vantagem, mas Guarani vai buscar empate
A necessidade de vitória fez os técnicos mudarem para o segundo tempo. Roberto Cavalo tirou o volante Paulo Vítor e colocou o atacante Marcinho Beija-Flor. Branco trocou o meia Thiago Gentil pelo atacante Cadu. A aposta de Cavalo surtiu mais efeito.
Logo aos seis minutos, Marcinho Beija-Flor recebeu dentro da área e emendou de primeira, cruzado, rasteiro. Renan ainda se esticou todo, mas não alcançou: 1 a 0 para o Oeste. Com o gol, bateu o desespero no Guarani. E o Oeste se aproveitou.
Em falha da defesa bugrina, o time de Itápolis ampliou a vantagem, com nova participação de Marcinho Beija-Flor. Após chute de Dedê, a bola tocou em Beija-Flor e sobrou para Lelê dominar e tocar na saída de Renan, aos 16 minutos. Os zagueiros do Bugre ficaram parados pedindo impedimento, mas a posição era legal.
O placar empolgou a torcida do Oeste, que, mesmo com muito jogo pela frente, passou a gritar ‘olé’. A vitória parecia questão de tempo, mas a tranquilidade deu lugar à incerteza aos 37 minutos, quando Ronaldo Mendes tabelou com Cadu e acertou o canto esquerdo de Jailson para diminuir, devolvendo a esperança para o Bugre.
Esperança que virou realidade aos 45 minutos. Da intermediária, Wellington Monteiro levantou na área. Michel, afastado do grupo principal até o início da semana, desviou de cabeça para empatar. Alento para o Guarani. Decepção para o Oeste. Se o Oeste desencantou com as mudanças de Roberto Cavalo, as substituições de Branco, principalmente com Wellington Monteiro e Michel, também tiveram papel fundamental na reação alviverde.
GE
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domingo, 24 de março de 2013

Palmeiras e Santos empatam sem gols no Paulistão


Os clássicos paulistas parecem não despertar a atenção dos torcedores. Até agora, foram cinco disputados e quatro empates. Jogo fraco tecnicamente, sem gols, ingressos caros e estádios vazios... Assim foram os dérbis anteriores, mas também pode explicar o duelo entre Palmeiras e Santos, neste domingo, no Pacaembu. O resultado? O "esperado" 0 a 0.

Com um pouco mais de 10 mil presentes, as equipes até tentaram, mas ficaram longe de ser eficientes. Wesley e Leandro, do Palmeiras, e Giva, do Santos, mas o placar "insistiu" em permanecer inalterado.
Faltando apenas São Paulo x Corinthians a ser disputado (no próximo domingo, no Morumbi), a verdade é que os clássicos "decepcionaram" até aqui. Nos três protagonizados pelo Palmeiras, três empates - 2 a 2 com o Timão e 0 a 0 com o Tricolor. Só o Peixe venceu um rival paulista: fez 3 a 1 no Sampa, na Vila. O duelo dos alvinegros também terminou 0 a 0.

Com o resultado deste domingo, o Palmeiras cai para a sexta colocação, com 25 pontos. O Santos perde a vice-liderança da competição para a Ponte Preta, que venceu o Paulista, na noite deste domingo, por 1 a 0.

O Peixe desce uma posição e agora ocupa o terceiro lugar, com 28 pontos.
Pelo lado do Palmeiras, o técnico Gilson Kleina não pôde contar com 63% do seu time, no departamento médico. Ao todo foram sete desfalques, sendo eles: Henrique, Vilson, Leandro Amaro, Souza, Valdivia, Maikon Leite e Kleber.

O treinador, então, optou pelo esquema tático 4-4-2, mantendo o meio de campo com Léo Gago, Charles, Márcio Araújo e Wesley. Leandro e Caio foram os escolhidos para o ataque.
Sem Neymar, Montillo, Felipe Anderson, Patito e Marcos Assunção, Muricy Ramalho decidiu mandar o Santos no 4-3-3. Recém-promovido ao elenco profissional, o atacante Neílton foi o escolhido para começar o clássico ao lado de Giva e André.

Pelo menos no papel, o Santos prometia ser ofensivo e assustar. Mas a equipe com três atacantes exigiria uma disciplina tática, que o time não conseguiu manter. Com isso, perdeu poder de marcação. Principalmente pelo lado direito do campo, com Bruno Peres. Wesley fez o que quis pela "avenida" do camisa 4.

No reencontro de Wesley com o clube que o revelou ao futebol brasileiro, vontade é o que não faltou. Os espaços deixados por Peres foram aproveitados pelo, hoje, meia palmeirense. Foram ao menos três investidas perigosas em menos de 15 minutos do primeiro tempo.

O Santos respondeu e foi superior durante os dez minutos finais da primeira etapa. Neílton e Giva provaram que o entrosamento entre os Meninos da Vila estava em dia e exigiram duas boas defesas do goleiro Fernando Prass.

Com o placar inalterado, na volta para o segundo tempo, Muricy resolveu sacar o jovem Neílton e colocar Alan Santos, outro atacante prata da casa. A mudança até funcionou e por muito pouco Giva não abriu o placar, aos 6 minutos, depois de um toque de cabeça de André. O camisa 9 logo foi substituído por Miralles, que retornou recentemente de um edema na coxa esquerda.

Kleina também mudou e tirou Charles e Caio para Rondinelly - que estreou pelo Verdão - e Vinícius, respectivamente, entrarem. O Verdão tentou manter a bola no campo do adversário, mas faltou objetividade para chutar à meta do goleiro Rafael.

Com tantos erros e pouca qualidade, o resultou acabou no "esperado" 0 a 0...

Na próxima rodada, o Palmeiras encarará o Mirassol, quarta-feira, às 19h30, fora de casa. Na quinta, o Santos receberá o Mogi Mirim, na Vila Belmiro, às 19h30.

Fonte: Lancenet


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