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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Atlético-MG bate Newell’s nos pênaltis e vai à final

Lutar, lutar, lutar! Para vencer, vencer, vencer! Mais do que uma canção, a mensagem embutida no hino do Atlético-MG foi uma ordem para time e torcida nesta histórica noite de quarta e madrugada de quinta-feira no Independência. Vitória por 2 a 0 no tempo normal e posterior triunfo nos pênaltis, por 3 a 2, colocaram o Galo na final da Libertadores da América pela primeira vez. Victor, desde já eterno, foi novamente salvador. Pegou o último pênalti, de Maxi Rodríguez, e garantiu a classificação - como fizera contra o Tijuana nas quartas de final.
Guilherme gol Atlético-MG contra Newell´s  (Foto: AP)Jogadores do Atlético-MG festejam em campo: o Galo está na final! (Foto: AP)
Bernard, logo com três minutos, fez o primeiro gol do Atlético-MG. Havia uma eternidade para encontrar pelo menos mais um. E ele saiu no final, após um apagão no estádio, com Guilherme. Nos pênaltis, em um drama sem igual para a torcida alvinegra, Alecsandro, Guilherme e Ronaldinho Gaúcho fizeram, Jô e Richarlyson perderam e Victor pegou a última batida - depois de Casco e Cruzado também errarem.
O jogo teve incidentes. Terminou apenas na madrugada de quinta-feira. No primeiro tempo, parou por nove minutos para atendimento ao goleiro Guzmán. Na etapa final, parte do sistema de iluminação do Independência caiu, e a bola ficou sem rolar por 11 minutos. No momento da interrupção, o Atlético estava mal na partida. No retorno, fez o segundo gol. E foi aos pênaltis. E foi à final.
1 a 0 em um primeiro tempo de 54 minutos
Ronaldinho Gaúcho jogo Atlético-MG contra Newell´s (Foto: AFP)Ronaldinho encaixa passe genial para Bernard
fazer o gol do Galo no primeiro tempo (Foto: AFP)
O Independência nem precisava de um gol tão cedo para chacoalhar o time do Atlético-MG. A torcida nem precisava de um presente tão precoce, tão grande, para gritar mais e mais e mais. Mas aconteceu. Três minutos, apenas três minutinhos, e o Galo já pulou na frente.

O passe de Ronaldinho foi uma preciosidade. Ele encontrou um daqueles espaços que só os craques percebem. Recebeu, pensou durante meio segundo e já acionou Bernard. Entre os zagueiros, deixou o garoto livre, como quem diz: “Vai, filho, faz”. Enquanto o jovem meia-atacante encaixava o corpo para marcar o gol, o camisa 10 já erguia o braço direito, iniciando a comemoração. O Horto entrou em surto. Gol de Bernard, gol do Galo!
O time mineiro ficou elétrico. Cada bola valia a maior das divididas. Cada jogada valia o maior dos esforços. Lutar, lutar, lutar. Diego Tardelli cresceu no jogo aos poucos. Marcos Rocha apareceu bem pela direita. Ronaldinho centralizou as ações pelo meio. Jô brigou lá na frente. Mas do outro lado estava um bom time, um time perigoso. O Newell’s jamais deixou de avisar que poderia fazer um gol. Chute de Maxi Rodríguez, bem defendido por Victor, foi um sinal.
Nahuel Guzman goleiro atendimento jogo Atlético-MG contra Newell´s (Foto: AP)Guzmán, a figura do primeiro tempo (Foto: AP)
Mas o goleiro que roubou as atenções no jogo foi Guzmán. Fez duas defesas fundamentais, em lances parecidos, um contra Bernard, outro contra Josué. Os brasileiros receberam na área, pela esquerda, e bateram cruzado. O goleiro se agigantou na frente deles.
Em outro lance, foi atingido, involuntariamente, pela chuteira de Tardelli. Cortou a cabeça e machucou o nariz. Ficou nove minutos sendo atendido. Passou parte da etapa com a cabeça enfaixada e pedaços de algodão enfiados nas narinas. Parecia saído de uma guerra.
Por causa do atendimento a Guzmán, o primeiro tempo foi a 54 minutos. E foi aí que quase saiu o segundo gol do Galo. Jô girou sobre a zaga, avançou área adentro e levou um encontrão de Victor López. Não houve atleticano no mundo que não tivesse pedido pênalti. Mas a arbitragem nada marcou.
2 a 0 no segundo tempo de 58 minutos
O Atlético-MG voltou mal no segundo tempo. Logo na largada do período, Diego Tardelli foi agarrado na área. Pediu pênalti, novamente negado pela arbitragem. Parecia um presságio de mais pressão, de mais sufoco. Mas não seria tão fácil.
O problema é que o Newell’s voltou ligado do intervalo. Marcou melhor. E quase empatou em rápido contra-ataque. Casco recebeu na área, frente a frente com Victor, e se enrolou com a bola.
O Galo ficou nervoso. O rendimento caiu. Erros se multiplicaram. A cada minuto, o Newell’s parecia mais confortável  em campo. E aí caiu a luz. Parte dos refletores perdeu a energia. O jogo ficou 11 minutos parado. Quando foi retomado, era outro Atlético.
Entraram Alecsandro e Guilherme, na cartada final de Cuca. Cartada decisiva. Após arremesso lateral, a bola viajou para a área do Newell's e voltou no pé de Guilherme. O chute foi forte, seco, no peito do pé. O Independência soltou um urro coletivo. Gol! Gol do Atlético!
O jogo, incrível, seguiu vivo. Luan, outro a entrar, poderia ter feito o terceiro, o da classificação. Não aconteceu. A decisão foi aos pênaltis. E aí deu Galo.
As cobranças
Alecsandro foi o primeiro a cobrar. Bateu bem, no ângulo. Scocco, com uma cavadinha, empatou. Guilherme bateu o seguinte, e marcou. Vergini igualou. E aí Jô perdeu o primeiro. Bateu para fora, rasteiro. Sorte do Galo que Casco, na sequência, também errou.

Lá foi Richarlyson chutar o quarto: alto, muito alto, para fora. Mas a noite era do Atlético. Cruzado também chutou extremamente mal. Para a cobrança final, o Galo teve a segurança de Ronaldinho, com ótima cobrança. Caiu toda a pressão nos pés de Maxi Rodríguez. Victor respirou fundo, fez um sinal afirmativo com a cabeça. E entrou para a história do Atlético-MG.
Fonte: GE
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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Pé-quente, pop e guerreira: a 'noite dos sonhos' da Piratinha na Arena



GLOBOESPORTE.COM acompanha a pequena Gabrieli, de três anos, em seu primeiro jogo no novo estádio, em meio a tratamento contra leucemia




No mais pomposo camarote da não menos imponente Arena do Grêmio, personalidades da cena social, política e esportiva do Rio Grande do Sul desfilavam entre drinks e quitutes que mais pareciam obras de arte. Mas a luz dos figurões se apagou quando Gabrieli Van Oudheusden Medeiros, três anos, entrou no espaço, aninhada no colo da mãe. Imediatamente, pescoços viraram, risos se abriram e olhos não desgrudaram mais do rosto marcante da menina que emocionou gremistas e ganhou o apelido de Piratinha ao imitar a comemoração de Barcos. Nesta quarta-feira, ela fez a sua primeira aparição na Arena do Grêmio e foi a mais célebre torcedora entre as mais de 35 mil pessoas que tomaram o estádio na vitória por 2 a 1 sobre o Santa Fé, no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores.

- Ela é magnética - resumiu um torcedor que cruzou o caminho de Gabi.

Um bom adjetivo. Talvez o que melhor resuma a menina. Com menos de um metro, fez sumir figuras como o prefeito José Fortunati, o ex-presidente do Grêmio Paulo Odone e o centroavante Marcelo Moreno, atrações do camarote. Tal qual uma celebridade já experiente, não se incomodou com os insistentes pedidos de fotos de homens e mulheres, que amassavam o pequeno rosto entre beijos e abraços.

Muitos, na ânsia de uma imagem com a pequena gremista, quase perdiam lances como os de Vargas e Fernando, que deram ao Grêmio uma suada vitória sobre o Santa Fé, pelas oitavas de final da Libertadores.


Gabrieli ganha colo do ídolo Barcos (Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital)

Mas bem antes de chegar à Arena, a menina, que luta há nove meses contra uma leucemia, teve de vencer muitas barreiras. Primeiro, transpôs a doença e viu as suas imunidades subirem a ponto dos médicos permitirem a viagem de Santa Maria, onde faz o tratamento, até Porto Alegre. O segundo obstáculo foram os 330 quilômetros entre as duas cidades. No caminho, ela ameaçou fazer birra, típica de crianças nesta idade, mas a paixão falou mais alto.

- Quando ela começava a ficar impaciente, lembrávamos a ela que o Barcos estava esperando. Ela parava na hora e dizia que queria vê-lo. Todos nós estávamos muito ansiosos por esse dia. Foi uma noite dos sonhos - resumiu o pai, Norival de Souza Medeiros, 25 anos.





E parece que os desejos da Piratinha viram ordem. Primeiro, pediu e levou a presença do ídolo argentino no Hospital Universitário de Santa Maria. Agora, veio a um jogo e não só viu o centroavante,como entrou em campo no colo do camisa 28.Depois do aconchego nos braços do ídolo, ela subiu com pompa e circunstância ao camarote presidencial. Venceu o assédio dos fãs e, enfim, sentou-se em uma das confortáveis poltronas. Toda vestida de Grêmio: faixa enfeitando o cabelo, que já começa a crescer com a diminuição das quimioterapias, e até as unhas. Tudo pintado de azul, preto e branco.

Parecia assustada com os rugidos da torcida em cada lance de perigo. Só parecia. Quando Alex Telles cruzou da esquerda e Vargas mandou para o gol de cabeça, não fez cerimônia, gritou e balançou os braços como se fosse um dos membros da barulhenta Geral do Grêmio.

Com o empate do Santa Fé, o jogo ficou encardido. E Gabrieli parecia sentir isso. Iniciou um vaivém até a tela de acrílico que protege o camarote, nervosa. Faltava algo. Faltava o gol de Barcos, “o meu amigo”, nas palavras da menina, que criou laços com o jogador depois de sensibilizá-lo e ganhar a uma visita de duas horas.

Como forma de incentivo, ela berrava o nome do argentino, acenava, brigava com os adversários que cometiam faltas no Pirata.

- Não bate nele - ordenava aos jogadores do Santa Fé, já com bico na boca, revelando o adiantado da hora.

Coincidência ou não, o time se inflou e arrancou a improvável vitória. O gol saiu. Não foi de Barcos. Mas pouco importa. O que fica desta noite é que o Grêmio ganhou o jogo e a Arena ganhou Gabrieli. Uma torcedora para lá de especial, e ainda, pé-quente.

Piratinha realizou mais um sonho na noite de quarta-feira (Foto: Wesley Santos/Agência PressDigital)

Por Paulo LudwigPorto Alegre
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PRÉ-JOGO: São Paulo e Galo voltam ao Morumbi apostando nos seus camisas 10



Jadson e Ronaldinho, concorrentes por um lugar na Seleção, são as estrelas de um duelo de rivalidade crescente na Libertadores

Não por acaso, Jadson e Ronaldinho Gaúcho usam o número eternizado por Pelé e característico dos jogadores mais talentosos de um time. A partir desta quinta-feira, às 20h15m, no Morumbi, passa pelos pés deles o futuro de São Paulo e Atlético-MG na Libertadores. Depois de campanhas bem diferentes na primeira fase, o Tricolor aposta em seu histórico na competição e na reação na reta final diante de um Galo até agora arrasador.
Montagem Jadson Ronaldinho São Paulo x Atlético-MG (Foto: Editoria de Arte)Jadson e Ronaldinho, estrelas de São Paulo e Atlético-MG (Montagem: Editoria de Arte)











Mais do que liderar seus times, os meio-campistas lutam também por espaço na seleção brasileira que disputará a Copa das Confederações no mês que vem. Ronaldinho é nome praticamente certo na lista de Felipão, enquanto Jadson precisa de boas atuações em um confronto de peso como este para convencer o treinador de que pode fazer parte do grupo.
Para isso, o jogador conta com a melhora do São Paulo. A vitória por 2 a 0 sobre o próprio Atlético-MG, na última rodada da fase de grupos, não só classificou o Tricolor como também afastou a crise que o rondava. Apesar de suas últimas cinco eliminações terem sido para brasileiros, o São Paulo se agarra ao retrospecto positivo de ter conquistado três títulos, além de chegar a outras três finais do torneio mais importante da América do Sul.
Dono da melhor campanha nos grupos, o Atlético-MG volta a levar o torneio a sério para seguir no caminho do título inédito. Depois de cinco vitórias seguidas, foi batido pelos paulistas no jogo em que Ronaldinho deu a polêmica declaração de que se tratava de um “treino” para as oitavas. A frase irritou os são-paulinos e fez crescer a rivalidade entre as equipes. A expectativa em Belo Horizonte é enorme para que o Galo consiga, enfim, o primeiro título na Libertadores.
A Conmebol designou um trio de arbitragem paraguaio para a partida. Antônio Arias apita, tendo Carlos Cáceres e Darío Gaona como assistentes. Você acompanha o jogo, em Tempo Real, no GLOBOESPORTE.COM.
header as escalações 2
São Paulo: o técnico Ney Franco faz mistério para divulgar a escalação, mas o São Paulo terá apenas uma mudança em relação ao time que derrotou o Penapolense, no domingo. Luis Fabiano cumpre a última partida da suspensão imposta pela Conmebol e dá lugar a Aloísio novamente. Jadson, que estava suspenso no último jogo da fase de grupos, volta na vaga de Douglas. A formação é a seguinte: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Lúcio, Rafael Toloi e Carleto; Wellington, Denilson, Jadson e Ganso; Osvaldo e Aloísio.
Atlético-MG: Cuca tem apenas um titular fora da partida: o zagueiro Leonardo Silva. Contra o próprio São Paulo, na fase de grupos, ele recebeu o terceiro amarelo e desfalca a equipe. Em seu lugar entra Gilberto Silva. O Galo vai a campo com Victor; Marcos Rocha, Gilberto Silva, Réver e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizete, Tardelli, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô.
quem esta fora (Foto: arte esporte)
São Paulo: Luis Fabiano, suspenso, e Fabrício, com uma torção no tornozelo direito, não atuam.
Atlético-MG: Leonardo Silva está suspenso. Além dele, Serginho nem viajou com o grupo por causa de problemas musculares.
header fique de olho 2
São Paulo: sem o Fabuloso em campo, cabe a Jadson a missão de levar o Tricolor à vitória e aproximá-lo da classificação às quartas de final. Além de ser fundamental na criação das jogadas, ele é o vice-artilheiro da equipe na temporada, com oito gols, quatro abaixo do camisa 9.
Atlético-MG: Bernard desfalcou o time por quase um mês e retornou no último sábado, em jogo válido pela semifinal do Campeonato Mineiro. O meia-atacante teve atuação discreta, reconheceu que ainda tinha receio por causa do problema no ombro, mas garante que vai manter o estilo driblador diante do São Paulo.
header o que eles disseram
Ney Franco, técnico do São Paulo: Estávamos quase eliminados e agora temos mais uma chance de chegar à final. Não queremos perder essa chance. Temos um caminho difícil pela frente contra um time que tem os melhores números da competição”.
Cuca, técnico do Atlético-MG: São dois jogos decisivos, começa aqui e termina lá (em Belo Horizonte). Vimos situações no futebol mundial, na Champions (League) que o primeiro jogo definiu. No Estadual, o Goiás inverteu o mando e acabou dando errado, então você tira isso como exemplo. Pode ser que a definição saia aqui, se fizer quatro ou tomar quatro, mas sabemos que São Paulo e Atlético-MG se equivalem e vai ser um jogo muito equilibrado”.
header números e curiosidades

* Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia
* Terminar a primeira fase com a melhor campanha garante a vantagem de decidir em casa até o fim da Libertadores, mas não significa título. De 2005 para cá, nenhuma equipe que teve a melhor campanha na fase de grupos foi campeã. Quem mais se aproximou disso foi o Fluminense, em 2008, derrotado na decisão pelo LDU, do Equador.
* São Paulo e Atlético-MG têm histórias muito diferentes na Taça Libertadores. O Tricolor paulista é tricampeão e recordista brasileiro de participações (16 vezes). Já o Galo disputa a Libertadores depois de 13 anos de ausência e participa apenas pela quinta vez desta competição internacional.
* Atlético-MG e São Paulo já se enfrentaram seis vezes dentro da Taça Libertadores, e o time paulista venceu apenas uma vez. Os mineiros contabilizam dois triunfos, além de três empates.
* Apesar de ter sido eliminado por adversários brasileiros em suas últimas cinco Libertadores, o São Paulo leva vantagem nos duelos contra equipes brasileiras na competição. O Tricolor disputou 38 jogos contra times brasileiros, obtendo 16 vitórias, 12 empates e dez derrotas, marcando 51 gols e sofrendo 39.
* O Atlético-MG tem o seguinte retrospecto enfrentando outros times brasileiros em Libertadores: 13 jogos, três vitórias, sete empates e três derrotas.
* Ao longo de toda a história, São Paulo e Atlético-MG já se enfrentaram 39 vezes em São Paulo, com pequena vantagem do Tricolor paulista. O São Paulo venceu 15 vezes, contra 12 vitórias atleticanas e 12 empates, 61 gols marcados pelo São Paulo e 46 pelo Galo.
header último confronto v2
Tricolor e Galo tiveram um duelo recente pela Libertadores. No dia 17 de abril de 2013, o São Paulo bateu o Atlético-MG por 2 a 0, no Morumbi, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. Rogério Ceni, de pênalti, e Ademilson fizeram os gols. Aliado à derrota do Strongest para o Arsenal, na Argentina, o triunfo levou os paulistas ao mata-mata. Os mineiros, mesmo perdendo, terminaram com a melhor campanha da fase de grupos.
Por GLOBOESPORTE.COMSão Paulo
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PRÉ-JOGO: Com Sobis em alta, Flu inicia luta nas oitavas contra o Emelec no Equador



Tricolor encara equatorianos no caldeirão do George Capwell e aposta na boa fase de seu camisa 23, autor de cinco gols nos últimos quatro jogos


Dois times, muitos desfalques e o início da briga por uma vaga nas quartas de final. Nesta quinta-feira, Emelec e Fluminense se enfrentam pelas oitavas da Libertadores no Estádio George Capwell, em Guayaquil, às 22h30m (de Brasília). Entre os tricolores, a grande aposta para sair do caldeirão equatoriano com um bom resultado é a boa fase do atacante Rafael Sobis. O camisa 23, agora atuando como referência na frente e com cinco gols nos últimos quatro jogos, não tem deixado a torcida sentir saudades do capitão Fred.
Depois da longa viagem do Rio a Guayaquil, o técnico Abel Braga comandou um treino leve na quarta. A equipe já está praticamente escalada e deve ser a mesma que goleou o Volta Redonda por 4 a 1 na semifinal da Taça Rio, com apenas uma mudança: o retorno de Gum na vaga de Digão. Ainda longe da melhor forma física, Thiago Neves continua no banco de reservas.
Assim como o Flu, o Emelec também tem desfalques. E problemas até maiores que o Tricolor. O técnico Gustavo Quinteros não poderá contar com seus três principais zagueiros: os titulares Achilier e Nasuti, ambos suspensos pelo terceiro cartão amarelo, e o primeiro reserva, José Luiz Quiñonez, lesionado. Seria o mesmo que Abel não tivesse à sua disposição Gum, Leandro Euzébio e Digão. A tendência é que os equatorianos tenham uma zaga inexperiente e que nunca atuou junta.
O colombiano Wilmar Roldán apita o jogo, auxiliado pelos compatriotas Eduardo Diaz e Wilson Ribeiro. O SporTV transmite ao vivo a partida, que será acompanhada pelo GLOBOESPORTE.COM em Tempo Real. 


header as escalações 2
Emelec: a defesa é a principal preocupação do técnico Gustavo Quinteros. Sem Achillier e Nasuti, suspensos, uma lesão tirou também de combate o reserva José Luiz Quiñonez. Certo é que Narváez, de 21 anos, está confirmado e fará sua estreia na Libertadores. Mas o seu companheiro de zaga ainda não foi escolhido - o mais provável é Morante, de 22 anos. O volante Polo Wila, também titular, é outro que ainda busca se recondicionar fisicamente após uma lesão e não deve jogar. Com um esquema bem parecido com o do Fluminense, o Emelec deve ir a campo com: Dreer, Vera, Narvaez, Morante (Baguí) e Baguí (Giménez); Pedro Quiñonez, Giménez (Garbor) e Mondaini; Valencia, Caicedo e De Jesus.
Fluminense: o técnico Abel Braga não fez mistério com os jogadores que escalará. A única mudança em relação ao time que venceu por 4 a 1 o Volta Redonda é a entrada da Gum, recuperado de lesão, no lugar de Digão. A escalação do Fluminense será: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Wagner; Rhayner, Rafael Sobis e Wellington Nem.

quem esta fora (Foto: arte esporte)
Emelec: suspensos pelo terceiro cartão amarelo, os zagueiros titulares Achillier e Nasuti estão fora. Substituto direto da defesa, José Luiz Quiñonez machucou o joelho na semana passada e só deve voltar ao time em cerca de 20 dias.
Fluminense: a principal ausência é o atacante e capitão Fred, que já voltou a treinar após sofrer um estiramento na panturrilha direita, mas ainda não tem condições físicas de atuar. Deco, pego no exame antidoping no jogo contra o Boavista, também ficou no Rio. Segundo a comissão técnica, a decisão foi meramente por causa da questão física, já que o camisa 20 também vem de lesão. Além deles, Marcos Junior, Wellington Silva e Valencia são outros que estão machucados e vetados para a partida.

header fique de olho 2
Emelec: Pedro Quiñonez, de 27 anos, atuou nos oito jogos da campanha do Emelec no ano passado, quando foi eliminado nas oitavas de final pelo Corinthians. Neste ano, o volante só não jogou contra o Deportes Iquique, pela terceira rodada, e pode ser uma pedra no sapato dos meias tricolores.
Fluminense: com cinco gols nos últimos quatro jogos, Rafael Sobis segue como o centroavante do time, na vaga do lesionado Fred. Em boa fase, ele voltou à posição de origem e é a principal esperança de gols do técnico Abel Braga.
 
header o que eles disseram
Gustavo Quinteros, técnico do Emelec: O Fluminense é favorito, sim. E não apenas para esse confronto, como também para ganhar a Libertadores, ao lado de outros times como Atlético-MG e Corinthians. Estes três têm o melhor futebol. Mas ainda há outras equipes um pouco abaixo, como Independiente Santa Fé, Vélez Sarsfield... O Fluminense tem um futebol que lhe permite sonhar com o título. Mas esperamos ser uma pedra grande neste caminho e, quem sabe, não consigamos fazê-lo tropeçar e cair”.
Jean, volante do Fluminense: Vai ser um clima bem forte, pesado, tumultuado. O campo pequeno facilita para eles. Temos que estar muito atentos. Será um clima de decisão, como sempre é na Libertadores, especialmente no mata-mata. Vai ser algo a mais de uma decisão. Temos que entrar acima de 100%”.

 
header números e curiosidades
* Esta é a primeira vez que Emelec e Fluminense se enfrentam na Taça Libertadores.  Antes, os times disputaram um amistoso, em 1950, que terminou 2 a 2. O jogo foi realizado no mesmo estádio da partida desta quinta-feira.
* Em 22 participações na Libertadores, o Emelec jogou 83 vezes como mandante. Conseguiu 40 vitórias, 18 empates e 25 derrotas, com 116 gols marcados e 94 sofridos. O último revés foi na primeira fase da edição do ano passado, no George Capwell, que terminou 2 a 0 para o Lanús. De lá para cá, foram quatro triunfos (Flamengo, Vélez, Deportes Iquique e Peñarol) e um empate com o Corinthians.
* Nas suas seis participações na Libertadores, o Fluminense tem o seguinte retrospecto como visitante: 11 vitórias, cinco empates e nove derrotas, com 31 gols marcados e 26 sofridos. Na fase de grupos da edição atual, foram duas vitórias (Caracas e Huachipato) e um empate (Grêmio).
* Dos cinco gols marcados pelo Emelec em seis jogos na edição de 2013, um foi contra (na vitória por 1 a 0, na estreia, contra o Vélez) e os outros quatro dividios entre Gaibor, De Jesús Pavón, Nesuti e Angulo Pata. 
Por GLOBOESPORTE.COMGuayaquil, Equador
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Conmebol divulga datas e horários de todos os jogos das oitavas de final


Fase terá partidas entre os dias 24 de abril e 16 de maio. Alguns jogos tiveram datas alteradas em relação às divulgadas inicialmente pela entidade





A Conmebol anunciou nesta sexta-feira as datas de todos os jogos das oitavas de final da Taça Libertadores. Ao contrário do que a própria entidade havia informado inicialmente, o Palmeiras, que vai ser o primeiro brasileiro a entrar em campo, não jogará na próxima quinta-feira, dia 25, mas sim na terça, dia 30 de abril, contra o Tijuana, no México. Os jogos de ida dos confrontos São Paulo x Atlético-MG e Grêmio x Santa Fe também tiveram a data alterada em relação ao que havia sido divulgado pela Conmebol num primeiro momento.


Confira abaixo os oito duelos (horários de Brasília)

São Paulo x Atlético-MG
Jogo de ida: 02/05 (quinta-feira), às 20h15m
Jogo de volta: 08/05 (quarta-feira), às 22h

Tijuana x Palmeiras
Jogo de ida: 30/04 (terça-feira), às 22h30m
Jogo de volta: 14/05 (terça-feira), às 22h

Boca Juniors x Corinthians
Jogo de ida: 01/05 (quarta-feira), às 21h50m
Jogo de volta: 15/05 (quarta-feira), às 22h

Newell´s Old Boys x Vélez Sarsfield
Jogo de ida: 24/04 (quarta-feira), às 21h15m
Jogo de volta: 14/05 (terça-feira), às 19h30m

Grêmio x Santa Fe
Jogo de ida: 01/05 (quarta-feira), às 19h30m
Jogo de volta: 07/05 (terça-feira), às 22h

Real Garcilaso x Nacional
Jogo de ida: 25/04 (quinta-feira), às 22h15m
Jogo de volta: 09/05 (quinta-feira), às 21h15m

Tigre x Olimpia
Jogo de ida: 30/04 (terça-feira), às 20h15m
Jogo de volta: 16/05 (quinta-feira), às 21h15m

Emelec x Fluminense
Jogo de ida: 02/05 (quinta-feira), às 22h30m
Jogo de volta: 08/05 (quarta-feira), às 22h

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Carrasco do Corinthians, Tolima empata e está fora da Libertadores


Tolima não aproveita vacilo do Real Garcilaso (PER), empata seu jogo contra o Cerro Porteño e está fora da Libertadores (EFE)
Time que eliminou o Corinthians de Ronaldo e Roberto Carlos na primeira fase da Libertadores de 2011, o Tolima, da Colômbia, não saiu do zero contra o Cerro Porteño (PAR), no Paraguai, nesta terça-feira (16 de abril), e caiu na fase de grupos da Copa Bridgestone Libertadores 2013.
Para chegar às oitavas de final, a equipe precisava triunfar sobre o adversário fora de casa e torcer pela derrota do Real Garcilaso (PER), que enfrentou o Independiente Santa Fé (COL) no mesmo horário. O time peruano perdeu, mas o Tolima não conseguiu fazer a sua parte em duelo contra os reservas do já eliminado Cerro Porteño.
A chave 6 do torneio terminou com o Independiente Santa Fé na liderança, com 14 pontos. Real Garcilaso assumiu a segunda vaga, com 10. Eliminados, o Tolima somou 8 pontos e o tradicional Cerro Porteño, em péssima campanha, conquistou apenas 1. 
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Com arbitragem polêmica, Grêmio e Flu ficam no 0 a 0 e adiam definição


Grêmio e Fluminense se encontraram na noite desta quarta-feira em Porto Alegre para um dos confronto mais esperados da fase de grupos da Copa Libertadores da América 2013. No entanto, pela quinta rodada do Grupo 8, os dois times ficaram no 0 a 0 e adiaram a definição da chave para a última rodada. Sem gols, o duelo ficou marcado pela arbitragem polêmica, que complicou os dois times.
Com o resultado, o Fluminense terminou a quinta rodada na liderança do grupo, mas com oito pontos - o Grêmio é vice-líder com sete, enquanto Huachipato (sete pontos) e Caracas (seis) vêm logo atrás. Curiosamente, todos os times dependem apenas de seus próprios resultados para chegarem às oitavas de final.
No primeiro tempo, Cris foi expulso e deixou Grêmio com um a menos; após o intervalo, Rhayner balançou as redes, mas arbitragem anulou Foto: EFE
No primeiro tempo, Cris foi expulso e deixou Grêmio com um a menos; após o intervalo, Rhayner balançou as redes, mas arbitragem anulou
Foto: EFE
Na próxima quinta-feira, o Grêmio vai ao Chile para enfrentar o Huachipato, e pode se classificar até mesmo com um empate - para isso, basta que o Caracas não vença o Fluminense. No mesmo dia, o time carioca hospeda o rival venezuelano. As duas partidas acontecem às 22h (horário de Brasília).
Ao longo de um primeiro tempo morno, as poucas boas chances ficaram concentradas nas mãos do Grêmio. Primeiro, em falta de Fernando aos 25min, que Werley cabeceou e Diego Cavalieri defendeu. Depois, aos 26min, em chute rasteiro de Hernán Barcos que o goleiro do Fluminense mais uma vez agarrou.
Na melhor oportunidade dos cariocas, em cobrança de falta pela direita aos 35min, Gum cabeceou, Dida deu rebote e Carlinhos mandou de peixinho para fora. Porém, o Fluminense chegou ao intervalo com ao menos uma vantagem: após uma sequência de entradas sobre Rafael Sóbis, o zagueiro Cris foi expulso e deixou o time da casa com um jogador a menos.
Na etapa final, o Fluminense aproveitou e pressionou mais do que nos primeiros minutos. Primeiro, aos 9min, Rhayner cruzou, Dida soltou na área e Rafael Sóbis mandou por cima. De quebra, aos 18min, Wágner cruzou a bola na área e Rhayner desviou para balançar as redes - a arbitragem, porém, assinalou um impedimento inexistente e invalidou o lance.
Técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari assistiu à partida das bancadas da Arena do Grêmio Foto: AFP
Técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari assistiu à partida das bancadas da Arena do Grêmio
Foto: AFP
Insistente, Rhayner ainda tentou chute rasteiro perigoso aos 29min, mas Dida caiu nocanto e espalmou para escanteio. O Grêmio pressionou e buscou o gol com perigo, especialmente na bola parada, mas foi o Flu quem chegou mais perto do gol no fim: aos 43min, Carlinhos cruzou pela esquerda. Wagner escorou na segunda trave e só não marcou porque Souza, mesmo enrolado, mandou pela linha de fundo.
Os dois times voltam a entrar em campo agora no domingo, mas por seus respectivos campeonatos estaduais. Às 16h, o Grêmio visita o Novo Hamburgo pelo segundo turno do Campeonato Gaúcho; mais tarde, às 18h30, Flamengo e Fluminense fazem clássico pela Taça Rio no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.
Ficha técnica
GRÊMIO 0 X 0 FLUMINENSE
GRÊMIO: Dida; Pará, Cris, Werley e André Santos; Fernando, Souza, Marco Antônio (Bressan) e Zé Roberto; Vargas (Kleber) e Barcos (Adriano)
Treinador: Vanderlei Luxemburgo
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Wagner; Rhayner (Monzón), Michael (Samuel) e Rafael Sobis (Felipe)
Treinador: Abel Braga
Cartões amarelos
GRÊMIO: André Santos e Zé Roberto
FLUMINENSE: Bruno e Rhayner
Cartões vermelhos
GRÊMIO: Cris
Árbitro
Ricardo Marques Ribeiro
Local
Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Esportes mundo afora
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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Olimpia bate a Universidad de Chile e avança na Libertadores

Olimpia vence a Universidad de Chile e garante vaga nas oitavas da Libertadores Claudio Santana/AFP

A vitória por 1 a 0 do Olimpia, fora de casa, contra o Universidad de Chile, garantiu vaga ao time paraguaio na próxima fase da Libertadores na noite dessa quarta-feira. O gol do jogo foi marcado por Richard Ortiz, aos cinco minutos do segundo tempo.

O Newell’s Old Boys também está perto da classificação no Grupo 7 após vencer o Deportivo Lara (que foi eliminado) por 3 a 1.

Os paraguaios lideram a chave com 10 pontos, enquanto os argentinos, em segundo, têm 9. Os chilenos aparecem terceiro lugar, com 6.

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Em La Paz, São Paulo perde para o The Strongest e se complica na Libertadores

Em La Paz, São Paulo perde para o The Strongest e se complica na Libertadores Aizar Raldes/AFP

Ficou difícil. O São Paulo foi derrotado pelo The Strongest por 2 a 1, ontem à noite, em La Paz, e precisará vencer o Atlético-MG dia 17, no Morumbi, e torcer por uma derrota da equipe boliviana – que encara o Arsenal, na Argentina – para se classificar às oitavas de final da Libertadores.

No estádio Hernando Siles, o time brasileiro começou melhor. Pressionou no início e, com mais volume de jogo, criou boas chances. Mas aos 14 minutos o meia Nelvin Soliz acertou um bonito chute de fora da área, e a bola entrou no ângulo direito de Rogério Ceni.

Aos 44, o empate veio com o goleiro são-paulino, ao cobrar pênalti sofrido por Aloísio. Na etapa final, Cristaldo, aos 20 minutos, arriscou de fora da área e definiu o placar.

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Nacional derrota o Toluca, vai às oitavas de final e classifica o Boca Juniors


Nacional vence o Toluca, vai às oitavas de final e classifica o Boca Juniors Miguel Rojo,AFP/

Mais dois clubes garantiram vaga nas oitavas de final da Copa Libertadores nesta quinta-feira. Um deles nem precisou entrar em campo. Em Montevidéu, o Nacional bateu o Toluca por 4 a 0, avançou à próxima fase e também classificou o Boca Juniors, que venceu o Barcelona-ECU na quarta passada.

A festa foi completa na capital uruguaia. Na arquibancada do Centenário, a torcida desfraldou uma enorme bandeira com as cores do Nacional. Em campo, Bueno aproveitou vacilo da defesa mexicana e abriu o placar. Ainda na primeira etapa, Dalmonte, sozinho na pequena área, ampliou.

Na segunda etapa, Alonso, de pênalti, fez o terceiro. E Bueno fechou o marcador.

Nacional e Boca Juniors decidirão quem passará como líder do Grupo 1. Ao final desta quarta rodada, o time uruguaio está no topo com dez pontos. Os argentinos aparecem na sequência com um a menos.

Scocco dá show em Rosário

Em Rosário, o Newell's Old Boys passou pelo Deportivo Lara por 3 a 1 e com três golaços. Pérez, pegando de primeira da entrada da área, anotou o primeiro logo com três minutos de bola rolando.

Depois, foi a vez de Scocco mostrar seus dotes. Já desequilibrado, o atacante encobriu o goleiro adversário com uma linda cavadinha. Na etapa final, Greco marcou para o Deportivo Lara.

Scocco voltou a se destacar no terceiro gol, ao sair driblando do meio-campo antes de tocar no canto do goleiro. O Newell's é o líder provisório do Grupo 7, com nove pontos. Eliminados, os venezuelanos estão na lanterna, com quatro.

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Arsenal marca no fim, vence a 1ª e complica São Paulo na Libertadores


O São Paulo não conseguiu resistir à pressão fora de casa nesta quinta-feira e foi derrotado por 2 a 1 pelo Arsenal de Sarandí, em Buenos Aires, em jogo válido pela quarta rodada do Grupo 3 da Copa Libertadores da América. O time argentino conseguiu o gol da vitória aos 39min do segundo tempo, complicando os comandados de Ney Franco na chave e garantindo o Atlético-MG como líder da chave, com duas jornadas de antecedência.
Arsenal de Sarandí venceu a primeira partida na Libertadores Foto: EFE
Arsenal de Sarandí venceu a primeira partida na Libertadores
Foto: EFE
O empate na Argentina embolou a chave, que já tinha o Atlético-MG classificado com 12 pontos desde a vitória de quarta-feira fora de casa sobre o Strongest. Inalcançável, o time de Cuca observa a briga acirrada entre os três adversários pela segunda vaga: o São Paulo, apesar da derrota, permaneceu na segunda posição com quatro pontos - mesma quantidade do Arsenal, que possui pior saldo de gols. O representante boliviano do Grupo 3 aparece na lanterna com três, mas com chances reais de classificação. 
Ney Franco resolveu inovar diante dos desfalques de Wellington e Luís Fabiano, suspensos, e mudou totalmente o esquema de jogo do São Paulo, abrindo mão do 4-3-3 e colocando em campo um time com a formação 3-5-2. As alterações não deram certo em um primeiro momento, apesar do primeiro tempo movimentado no Estádio Julio Grondona. 
São Paulo perdeu a chance de eliminar o Arsenal de Sarandí e recolocou o time argentino na disputa pela segunda vaga do Grupo 3 Foto: AFP
São Paulo perdeu a chance de eliminar o Arsenal de Sarandí e recolocou o time argentino na disputa pela segunda vaga do Grupo 3
Foto: AFP
O treinador desfez parte das mudanças no início do segundo tempo, sacando o zagueiro Lúcio (que deixou o campo visivelmente irritado com a substituição) e o lateral direito Douglas para as entradas dos meias Paulo Henrique Ganso e Maicon, respectivamente. Ainda assim, quem marcou o primeiro gol da partida foi o Arsenal, aos  20min da etapa final, com Ortíz, após confusão na área tricolor e uma boa defesa do goleiro Rogério Ceni. 
No entanto, o empate do time brasileiro veio logo depois, aos 26min. Osvaldo fez boa jogada pela esquerda e cruzou rasteiro para a área. Aloísio precisou finalizar de duas tentativas (a primeira finalização foi defendida pelo goleiro Campestrini) para cabecear para a rede e igualar o marcador. 
O goleiro Campestrini foi o destaque do Arsenal de Sarandí Foto: EFE
O goleiro Campestrini foi o destaque do Arsenal de Sarandí
Foto: EFE
As duas equipes tiveram oportunidades claras de gol nos últimos minutos de jogo. O Arsenal parou em Rogério Ceni, que conseguiu inclusive uma defesa impressionante aos 33min, em cabeçada de Furch, enquanto o São Paulo viu Aloísio, em um lance esquisito aos 37min, limpar do goleiro na pequena área e observar a bola se encaminhar para o gol até um zagueiro salvar quase sobre a linha. 
O gol que fechou o placar saiu aos aos 39min no Estádio Julio Grondona: a defesa tricolor afastou mal e Braghieri pegou a sobra. O zagueiro acertou um belo chute e garantiu a vitória do Arsenal. 
O São Paulo volta a campo pela Libertadores somente em 4 de abril, em outro desafio complicado: enfrenta o Strongest  nos 3,6 mil metros de altitude do Estádio Hernando Siles, em La Paz. Já o Arsenal vai à Arena Independência um dia antes encarar o Atlético-MG. 
Ficha técnica
ARSENAL DE SARANDÍ 2 x 1 SÃO PAULO
Gols
ARSENAL DE SARANDÍ:
Ortíz, aos 20min, e Braghieri, aos 39min do 2º tempo
SÃO PAULO:
Aloísio, aos 26min do 2º tempo
ARSENAL DE SARANDÍ: Campestrini; Gerlo, Lisandro López, Braghieri e Pérez; Carbonero, Marcone, Ortíez e Rolle (Aguirre); Benedeto (Celiz) e Furch (Torres)
Treinador: Gustavo Alfaro
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Lúcio (Paulo Henrique Ganso), Rafael Toloi e Edson Silva; Douglas (Maicon), Denilson (Wallyson), Rodrigo Caio, Jadson e Cortez; Aloísio e Osvaldo
Treinador: Ney Franco
Cartões amarelos
ARSENAL DE SARANDÍ:
SÃO PAULO: Douglas e Jadson
Árbitro
Omar Ponce
Local
Estádio Julio Grondona, em Buenos Aires (Argentina)
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