domingo, 29 de abril de 2012

Bota vence o Vasco por 3 a 1 e é campeão da Taça Rio.


Botafogo x Vasco (Foto: Bruno de Lima)
O histórico favorável ao Botafogo em decisões em cima do Vasco continua. Na tarde deste domingo no Engenhão, o Glorioso venceu o Cruz-Maltino por 3 a 1 na decisão da Taça Rio. Marcaram Loco Abreu, em duas oportunidades ainda no primeiro tempo e Maicosuel no início da segunda etapa. Carlos Alberto, já na segunda metade da etapa final, fez o de honra dos vascaíno. Com isso, o Botafogo será o adversário do Fluminense na grande decisão do Campeonato Carioca. Os dois jogos decisivos serão disputados nos dois próximos finais de semana.
Antes da primeira partida da decisão do Campeonato Carioca, o Botafogo pega o Vitória-BA, pelo primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Brasil. Já o Vasco passa a focar a Copa Santander Libertadores. Na próxima quarta-feira, em São Januário, o Gigante da Colina encara o Lanús (ARG), pela primeira partida das oitavas de final.
LOCO DUAS VEZES
Nas escalações, dois times ofensivos. O técnico Oswaldo de Oliveira armou o Botafogo com apenas Marcelo Mattos como volante de marcação. No lugar do lesionado Renato, Fellyppe Gabriel foi escalado como segundo volante. Já Cristovão Borges não fez mudanças em relação ao time que bateu o Flamengo na semifinal e manteve Fellipe Bastos no lugar de Juninho no meio de campo.
E o jogo começou em alta velocidade. Logo aos 4 minutos do primeiro, o Botafogo abriria o placar. Após o Vasco ceder uma lateral pela meia esquerda após tentativa de contra-ataque, Maicosuel cobraria rápido percebendo o avanço em disparada de Márcio Azevedo. O lateral chegaria a linha de fundo e cruzaria na medida para Loco Abreu abir o placar.
O Vasco não demorou muito para responder. Aos 7, em boa trama do ataque cruz-maltino, Felipe recebe na entrada na área, vê a movimentação dos atacantes e nota Eder Luis livre dentro da área. O camisa 7 ajeitaria e chutaria para fora.
Com a vantagem no placar, o Botafogo decidiu por esperar o Vasco em seu campo e sair rapidamente para o contra-ataque, com a boa presença de Maicosuel e Andrezinho. Com isso, o Cruz-Maltino encontrava muito dificuldade para armar boas jogadas ofensivas, já que Felipe não conseguia se livrar da boa marcação.
Aos 20 minutos, em falta cobrada pela esquerda. A bola ficou pipocando dentro da área do Vasco, sobrou para Loco, mas o uruguaio não conseguiu tirar Fernando Prass da jogada. Aos 25, nova investida alvinegra. Em outro rápido contra-ataque, Maicosuel faz linda jogada na entrada da área, dribla dois e toca para entrada de Elkeson, que chuta na rede pelo lado de fora.
O Vasco só voltou a ameaçar aos 30, novamente com Eder Luis. O ponta recebeu passe escorado por Alecsandro e pegou de primeira. A bola passou por cima do gol de Jefferson. Mas o contra-ataque do Botafogo voltou a assustar aos 37. Em lance parecido com o primeiro gol, Maicosuel recebe na intermediária de defesa, vê a rápida passagem de Márcio Azevedo. O camisa 6 entra na área, corta o defensor, mas erra o passe.
Aos 43, a melhor chance vascaína. Em boa jogada de Fagner pela direita, o lateral chega a linha de fundo, cruza e a bola é mal rebatida por Antônio Carlos. Eder Luis recebe o presente e chuta de primeiro, mais uma vez por cima do gol de Jefferson. O castigo veio rapidamente, exatamente aos 45. Após falta de Felipe em Andrezinho, Elkeson coloca a boa na área, Fábio Ferreira escora para dentro da área e Loco Abreu só tem o trabalho de tocar com o pé direito e ampliar o placar. 2 x 0 Botafogo.

GOL DO MAGO E PRESSÃO VASCAÍNA
Na volta para segunda etapa, o técnico Cristovão Borges procurou mudar o jogo com duas substituições. Alecsandro e Felipe deixaram o campo para as entradas de Juninho e Allan, respectivamente.
E o Vasco voltou com tudo. Logo aos 2 minutos, Eder Luis foi a linha de fundo e cruzou. Fellipe Bastos pegou de primeiro com a canhota e acertou o travessão do goleiro Jefferson. Um minuto depois, Eder Luis pega mais uma bola da entrada da área. A bola passa rente a trave do camisa 1 alvinegro.
Mas a reação sofreu um balde de água fria. Em uma falta despretensiosa no campo de defesa do Botafogo, Antônio Carlos faz lindo lançamento, em direção a Maicosuel. O Mago aproveita falha de Fagner que deixa a bola passar, domina com estilo e toca na saída de Fernando Prass. Era o terceiro do Botafogo.
Com o terceiro, o impeto cruz-maltino foi diminuindo gradativamente com o passar dos minutos, inversamente proporcional ao nervosismo dos jogadores. Nem a entrada de Carlos Alberto, aos 23 minutos no lugar de Fagner, animou o Vasco. A pressão, que antes não chegava perto de ameaçar o Botafogo, deu resultado aos 35 minutos. Após escanteio cobrado pela direita, a defesa do Botafogo não conseguiu aliviar o perigo. Carlos Alberto tabelou com Diego Souza e frente a frente com Jefferson não desperdiçou. Foi o primeiro gol do camisa 84 em seu retorno ao Vasco.
Com isso, todo o time vascaíno foi para cima atrás do empate. Diego Souza aos 42 fez linda jogada dentro da área do Botafogo, dando um chapéu do defensor. O chute passou sobre o gol do Botafogo. Como último suspiro, uma bola cruzada por Eder Luis quase chegou aos pés de Diego Souza. Mas o placar ficou no 3 a 1 e o título ficou com o Botafogo.
 
FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 3 X 1 VASCO
Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora: 29/04/2012, às 16h (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Luiz Antonio Muniz de Oliveira (RJ) e Rodrigo Henrique Correa (RJ)
Renda e público: R$ 1.150.480,00 e 35.321 pagantes
Gols: Loco Abreu (3'/1ºT), Logo Abreu (45'/1ºT), Maicosuel (7'/2ºT) e Carlos Alberto (35'/2ºT)
Cartões Amarelos: VAS: Diego Souza (5'/1ºT), Felipe (44'/1ºT), Juninho (7'/2º ) BOT: Andrezinho (36'/1ºT), Fábio Ferreira (37'/1ºT)
BOTAFOGO: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos, Fellype Gabriel (Gabriel, aos 37'/2ºT), Maicosuel (Herrera, aos 32'/2ºT) e Andrezinho (Jadson, aos 18'/2ºT); Elkeson e Loco Abreu.
Técnico: Oswaldo de Oliveira.
VASCO: Fernando Prass; Fagner (Carlos Alberto, aos 23'/2T), Renato Silva, Rodolfo e Thiago Feltri; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe (Allan, intervalo) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro (Juninho, intervalo).
Técnico: Cristovão Borges.


Fonte: Lancenet
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Neymar brilha e Santos mantém a 'rotina' de eliminar o São Paulo do Paulistao


São Paulo x Santos (Foto: Ivan Storti)
O torcedor já se "acostumou". Há três anos, São Paulo e Santos se enfrentam nas semifinais do Paulistão Chevrolet. E o resultado é conhecido: sempre dá Peixe! Assim como em 2010 e 2011, o Alvinegro passou pelo São Paulo. Desta vez, com um show de Neymar, que fez os três gols na vitória deste domingo por 3 a 1, no Morumbi. A primeira derrota tricolor em casa desde de outubro do ano passado (11 vitórias e três empates).
A (boa) rotina do santista e de Neymar no Estadual é ainda maior. Esta é a quarta final seguida do Peixe no quarto ano da Joia como profissional. Perdeu 2009 para o Corinthians, mas ganhou do Santo André e Timão nos dois anos posteriores. Agora, o clube da Baixada espera o vencedor de Guarani x Ponte Preta, que se enfrentam a partir das 18h30, no Brinco de Ouro. O time de Neymar & Cia. luta pelo seu 20 título paulista. Desde a década de 1960 um time não ganha três títulos paulistas seguidos.
O jogo começou eletrizante. E herói e vilão foram "definidos" com menos de três minutos de partida. No primeiro, Alan Kardec recebeu bola dentro da área e sofreu pênalti cometido por Paulo Miranda. Aos 3, Neymar cobrou e fez seu centésimo gol pelo Santos.
O São Paulo melhorou. Teve mais posse de bola (terminou a etapa com 57% segundo os números do Footstats), chegou com velocidade ao ataque, mas finalizou mal. Aos 10, o "vilão" Paulo Miranda cabeceou uma bola na trave e quase mudou seu status.
Mas, apesar de melhor, o Tricolor não conseguiu ser totalmente dominante, muito por conta de seu ataque. Jadson pouco tocou na bola. Willian José errou tudo o que tentou. Lucas teve que buscar a bola longe do gol e não chegou com qualidade.
O Santos aproveitou mais uma besteira da defesa são-paulina e aumentou sua vantagem aos 31. Depois de uma saída errada, Ganso recebeu a bola e lançou para Neymar, que bateu Paulo Miranda na corrida e só tocou na saída de Denis. Na comemoração, a Joia santista homenageou o ex-atacante Juary, a quem igualou com 101 gols na artilharia histórica do Peixe, correndo ao redor da bandeira de escanteio.
E o camisa 11 do clube da Baixada continuou como protagonista. Abusou dos dribles e também se contorceu com as chegadas pesadas e não pesadas dos sã-paulinos. Aos 36, deu dribles em sequência no lateral-direito Piris, que o acertou e recebeu o cartão amarelo. Os tricolores reclamaram e Cícero também levou o amarelo.
Leão tentou resolver os dois principais problemas da sua equipe logo no intervalo. Tirou Piris, pendurado, e marcador individual de Neymar e colocou Rodrigo Caio, o responsável por fazer isso no jogo da fase de classificação. O jovem foi bem, mas acabou expulso na vitória do Tricolor por 3 a 2. Outra mudança foi a saída do inoperante Jadson para a entrada de Fernandinho.
O São Paulo começou a etapa melhor, criou duas boas chances, mas os "protagonistas" do jogo logo apareceram. Aos 4, Alan Kardec ganhou de Paulo Miranda, bateu da entrada da área, Denis fez boa defesa e o artilheiro Neymar, pressionado por Rodrigo Caio, finalizou na trave.
Após os 10 minutos, o Tricolor chegou com mais qualidade. Willian José teve três chances. Na primeira, chutou por cima. Na outra, a bola bateu na trave. A terceira, resultou em gol. O camisa 19 recebeu, em impedimento, e marcou aos 18.
Um pouco antes do gol são-paulino, o Santos reclamou de um gol anulado marcado por Alan Kardec. No lance, o árbitro Paulo Cesar de Oliveira marcou falta de Edu Dracena em Paulo Miranda, pouco antes de a bola chegar no atacante santista.
O Tricolor pressionou, mas a estrela foi mesmo Neymar. Mesmo não aparecendo tanto no segundo tempo, já que o Peixe ficou mais na defesa, a Joia decidiu aos 32, quando dominou na entrada da área e bateu. Denis falhou e a bola acabou entrando. Festa e dancinha no Morumbi!
E a torcida santista mesmo em menor número fez a festa no Morumbi ao somo do "olé". Os são-paulinos perderam a cabeça com Neymar. Cícero foi expulso após falta. Denílson pediu para o atacante "tocar mais a bola". Mas já era tarde...
Eliminado, o São Paulo agora se volta para a disputa da Copa do Brasil. O Tricolor pegará a Ponte Preta na próxima quarta-feira, em Campinas. O Peixe só voltará a jogar no próximo domingo, às 16h, na final do Paulistão.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 3 SANTOS
Local: Morumbi (SP)
Data/Hora: 29/4/2012 - 16h
Árbitro: Paulo Cesar de Oliveira (SP)
Auxiliares: Emerson A. de Carvalho (SP) e Vicente R. Neto (SP)
Renda/Público:  R$ 2.033.374,00 / 47.771 pagantes
Cartões Amarelos:  Paulo Miranda e Piris (SAO); Maranhão e Aranha (SAN)
Cartões Vermelhos:  38'/2ºT, Cícero (SAO)
GOLS: Neymar, 3'/1ºT (0-1); Neymar, 31'/1ºT (0-2); Willian José, 18'/2ºT (1-2); Neymar, 32'/2ºT (1-3)

SÃO PAULO: Denis, Piris (Rodrigo Caio - intervalo), Paulo Miranda, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Casemiro (Osvaldo - 31'/2ºT), Cícero e Jadson (Fernandinho - intervalo); Lucas e Willian José. Técnico: Emerson Leão.

SANTOS: Rafael (Aranha - 10'/2ºT), Maranhão, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Arouca, Elano e Ganso; Neymar e Alan Kardec (Rentería - 38'/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho.

Fonte:Lancenet
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Barça vence Rayo e adia o título espanhol do Real

Barcelona x Rayo Vallecano - Gol do Barcelona (Foto: Juan Medina/Reuters)Com facilidade, o Barcelona postergou a data do título espanhol do Real Madrid. Neste domingo, horas depois dos merengues vencerem o Sevilla por 3 a 0 e prepararem a festa na Praça de Cibelis, o time catalão, também na capital do país, fez 7 a 0 no Rayo Vallecano, mantendo uma mínima chance de chegar o tetracampeonato. Ao término da 36ª rodada, a diferença dos gigantes fica nos sete pontos.
O Barça começou o jogo parecendo que daria uma mãozinha para a celebração do rival. Desanimado pela eliminação na Liga dos Campeões, o time começou desatento e Busquests cometeu pênalti em Diego Costa, ignorado pelo árbitro.
Depois, foi uma verdadeira aula de futebol. Passeando pela área adversária, Messi abriu o caminho da goleada aproveitando passe na medida de Pedro.
Sánchez ampliou driblando o goleiro e Keita fez o terceiro numa grande jogada de Messi, que limpou dois marcadores antes de encontrar o companheiro.
Pareceia que o Barça havia puxado o freio de mão. Só parecia. Pedro, reserva durante toda temporada, aumentou logo na primeira volta do ponteiro na segunda etapa e fez outro no final da partida. Thiago aproveitou centro de Dani Alves, anotando o quinto. E Messi, completou a goleada e igualou os 43 gols de Cristiano Ronaldo na Liga Espanhola.
Ao Barça, não adianta chorar mais sobre o leite derramado. Agora, é honrar os compromissos até o final e pensar na final da Copa do Rei, contra o Bilbao de Loco Bielsa.

Fonte-Lancenet

Juliano.Gouveia
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Sport joga mal, mas empata com Náutico e é finalista

O Sport é o primeiro finalista do Campeonato Pernambucano. Mesmo jogando mal, a equipe segurou o empate em 0 a 0 com o Náutico neste domingo, na Ilha do Retiro, e agora espera o vencedor de Santa Cruz e Salgueiro. A partida de volta será nesta segunda-feira, no Arruda.
Precisando vencer por dois ou mais gols de diferença (perdera a primeira por 2 a 1 nos Aflitos), o Náutico iniciou a partida com mais volume, mas a primeira boa chance foi do Sport. Marcelinho Paraíba lançou Jheimy que, de frente para o gol, pegou mal na bola e permitiu defesa do goleiro aos oito.
Com mais velocidade, o Timbu obrigou Magrão a fazer defesas em chutes de Rodrigo Tiuí e Siloé. O goleiro ainda impediu cruzamento de Ramon que se transformou em chance, e assistiu ao chute de Jefferson que passou rente à sua trave.
O Leão teve alguns lampejos em passes de Souza e Marcelinho Paraíba - e não escapaou de vaias ao fim do primeiro tempo. Chamado de 'burro', Mazolinha voltou para a etapa final com Jael no lugar de Jheimy. No Náutico, Léo Santos entrou no lugar de Rodrigo Tiuí.
E em sua primeira chance, Jael mandou bomba no ângulo, que Gideão espalmou. Marcelinho Paraíba tentou gol olímpico e mandou no travessão.
O Timbu tentou responder com triangulações de Souza, Siloé e Doriélton, mas que não conseguiram objetividade. Somente em cobrança de falta de Souza que passou perto a equipe voltou a assustar claramente Magrão.
A pressão do alvirrubro continuou, com Marquinho e Léo Santos fazendo cruzamentos para a área, e ficou ainda mais intensa depois que Naldinho foi expulso. Mas o Sport conseguiu segurar a pressão, teve lampejos de Jael que não deram certo, mas terminou o domingo com a vaga.

Fonte-Lancenet

Juliano.Gouveia


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Coelho passa pelo Cruzeiro e vai à final do Mineiro

Há um dia de seu centenário, o América conseguiu vencer o Cruzeiro por 2 a 1 e se classificou para a final do Campeonato Mineiro de 2012, já que havia vencido o primeiro jogo por 3 a 2. O jogo foi muito tenso e corrido, com as duas equipes buscando o gol a todo momento. O América saiu ganhando com u mgol contra de Victorino, a um minuto de jogo. O Cruzeiro empatou com Wellington Paulista, que havia perdido um pênalti e o Coelho fechou o placar com gol de Fábio Júnior, no final da partida.
Agora o Alviverde pega o Galo na finalíssima. O Atlético havia vencido o Tupi, neste sábado, por 1 a 0.


O jogo

Primeiro tempo

O jogo começou quente. Logo a um minuto de jogo o Coelho abriu o placar com um gol contra de Victorino, que cabeçou contra a própria meta após cruzamento de Rodriguinho, que passou como quis por Diego Renan. Depois, aos nove minutos o Cruzeiro teve um pênalti a seu favor, após Neneca derrubar o volante Everton na grande área. Wellington Paulista bateu, o goleiro alviverde defendeu e a bola sobrou para o camisa nove celeste, que chutou por cima do gol, desperdiçando um gol feito.
A partida continuou elétrica, com os dois times procurando o ataque o tempo todo. A Raposa chegava mais, porém de maneira afoita, sem caprichar na finalização, enquanto o Coelho marcava bastante, dificultando a vida dos homens de frente da equipe celeste. Todavia, foi por causa de um vacilo geral na zaga americana que o Cruzeiro alcançou o empate: Diego Renan cruzou, Leo ganhou no alto na disputa com Bryan, o zagueiro Gabriel errou ao tentar tirar a bola, que acabou sobrando para Wellington Paulista, que tirou de Neneca e mandou para o fundo do gol do Coelho. Na comemoração, o artilheiro cruzeirense dasabafou geral, chutando as placas de publicidade e batendo no peito.
O Coelho, entretanto, não sentiu o gol celeste e continuou a trabalhar bem a bola, mas parava na marcação celeste, que melhorou depois do gol marcado por Wellington Paulista. Ao final do primeiro, o zagueiro Gabriel interceptou um cruzamento de Everton botando a mão na bola dentro da grande área, mas o juiz não deu o pênalti, provocando indignação aos atletas celestes. Na confusão, Everton recebeu o amarelo. A primeira etapa terminou com uma forte pressão da Raposa sobre o Coelho.

Segundo tempo

O ritmo de jogo após o intervalo continuou constante, lá e cá. A grande chance de gol para a Raposa antes dos 15 minutos foi com Roger, após cobrar uma falta na entrada da grande área. A bola foi estourar no travessão. O detalhe foi a jogada que resultou na falta, com Everton passando por toda a zaga adversária. O volante estava prestes a marcar um golaço quando foi parado, à força, pela defesa americana. Para o América, a maior oportunidade foi nos pés de Alessandro, mas Diego Renan tirou em cima da linha, disparando o coração dos torcedores presentes no estádio.
O Coelho passou a jogar no contra-ataque, tentando surpreender o Cruzeiro, que não produzia em campo e se apresentava muito nervoso em campo. A Raposa acabava se expondo e dando espaços para o América atacar como queria. O time alviverde passou a sufocar a equipe celeste, principalmente após os 25 minutos de jogo. Em muitas oportunidades o Coelho teve a oportunidades de anotar o segundo gol, aproveitando os erros do adversário.
O número de faltas aumentou consideravelmente, principalmente pelo lado do América, que parava a Raposa a força, para diminuir o ritmo de jogo celeste. No final da partida, o Coelho fechou o placar com o ex-cruzeirense Fábio Júnior.

Cruzeiro X América Mineiro

Local: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (Minas Gerais)

Data-Hora: 29/04/2012 - 16h00 (de Brasília)

Árbitro: Luis Flávio de Oliveira (Aspirante FIFA/SP)

Auxiliares: Rodrigo Pereira Jóia (FIFA/RJ) e Roberto Braatz (FIFA/PR)

Gols: Victorino 01' 1º e Fábio Júnior 48' 2º (Gol contra - América) e  Wellington Paulista 27' 1º

Catões Amarelos: Wellington Paulista 07' 1º, Everton 42' 1º e Leo 46' 2º (Cruzeiro); Neneca 9' 1º,
Everton 4' 2º, Leandro Ferreira 28' 2º,Fábio Júnior 30' 2º, Dudu 30' 2º e Rodrigo Heffner 43' 2º (América)

Renda: R$301.856,00

Público: 17.780

Cruzeiro: Fábio, Diego Renan (Élber 27' 2º), Leo, Victorino (Amaral 38' 2º) e Everton; Leandro Guerreiro, Marcelo Oliveira (Wallyson 18' 2º), Montillo e Roger; Anselmo Ramon e Wellington Paulista.

Técnico: Vágner Mancini

América Mineiro: Neneca, Rodrigo Heffner, Gabriel, Everton e Bryan; Leandro Ferreira, Dudu, Moisés e Rodriguinho (China 40' 2º); Alessandro (Bruno Meneghel 20' 2º) e Fábio Júnior. Técnico: Givanildo Oliveira


Fonte-Lancenet


Juliano.Gouveia


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Inter vence o Grêmio, conquista a Taça Farroupilha e decide o Gauchão


Em uma partida nervosa, repleta de reclamações, o Inter venceu o Grêmio por 2 a 1 em partida disputada na tarde deste domingo, no Beira-Rio. Com isso, conquistou a Taça Farroupilha e ganhou o direito e disputar a final do Gauchão diante do Caxias. O jogo foi caracterizado por uma discussão após cobrança ensaiada de escanteio para o Inter, o que irritou Vanderlei Luxemburgo e resultou na expulsão do treinador. Dátolo e Fabrício marcaram os gols colorados, enquanto Werley descontou para os gremistas.

Passado o Gre-Nal, o Inter ganha a semana livre para se preparar para o primeiro jogo da decisão do Gauchão. A partida ocorre no próximo domingo, no Centenário. Fora do regional, o Tricolor se foca na Copa do Brasil. Na quarta-feira, enfrenta o Fortaleza, no Estádio Presidente Vargas, pelo jogo de ida das oitavas de final.

O Grêmio fez mistério literalmente até o último minuto. Vanderlei Luxerburgo somente liberou a escalação no exato momento em que o time ingressou no gramado, o que deve gerar multa para o clube. Para se ter uma ideia, até mesmo o anúncio oficial no telão do Beira-Rio foi o time errado (Julio Cesar, lesionado, foi anunciado erroneamente entre os titulares).

- O que ganha jogo é trabalho. Isso faz parte do jogo. Se eu fosse jornalista, estaria achando do cacete. Vocês estão discutindo a escalação até agora – brincou Luxemburgo, enquanto todos os jogadores (incluindo o banco) estavam no gramado para a foto oficial.
Dátolo comemora o gol contra o Grêmio (Foto: Diego Guichard/Globoesporte.com)
Sem D’Alessandro e Dagoberto, lesionados, além de Oscar, impossibilitado de atuar, Dorival Júnior manteve o sistema da equipe, com Jajá, Tinga e Dátolo na linha de três armadores. Já o zagueiro Jackson foi improvisado na lateral-direita, na função do suspenso Nei, com o objetivo de frear os avanços de Miralles. O curioso é que o árbitro Márcio Chagas convocou uma reunião com os bandeirinhas para evitar as cobranças de escanteio ensaiadas.

A partida iniciou com seis minutos de atraso. Com a bola rolando, o lado azul iniciou a partida propondo as ações, com marcação adiantada. No entanto, o Inter era mais agudo e teve as primeiras chances de gol, em duas cabeçadas de Leandro Damião. Em ambas, Victor se mostrou seguro nas defesas.

A partir de então a partida entrou em um estado de hiato de poucas emoções e concentração de jogadas no centro do campo. Eram erros excessivos de passes, lançamentos para área adversária, faltas e reclamações. Um jogo feio, em que as oportunidades de gol eram praticamente inexistentes.

Dátolo abre o marcador
 
datolo internacional gol grêmio (Foto: Carlos Eduardo de Quadros / Agência Estado)
Quando a partida era carente de emoção, surgiu o pé de Dátolo para abrir o marcador. Aos 36 minutos, Tinga lançou para a área, Damião não conseguiu dominar e Gabriel, ao invés de afastar de balão, saiu jogando errado para a própria área. A bola sobrou frontal, limpa para o camisa 23 bater seco para as redes. O argentino se redimia então do pênalti desperdiçado contra o Fluminense. Deu um soco no ar e comemorou sozinho, frente a torcida.

O primeiro tempo gremista teria passado virgem em conclusões a gol, se não fosse uma cobrança de falta fechada de Fernando, da intermediária, em que Muriel afastou de soco. A resposta colorada foi imediata. Jajá lançou Tinga na área e, sob pressão de Marco Antônio, conseguiu apenas desviar fraco, sem maior pretensões.

Mudanças providenciais


Com a fraca postura ofensiva no tempo inicial, Luxemburgo voltou do intervalo com o ataque modificado. Miralles e André Lima deixaram o gramado para os ingressos de Marcelo Moreno e Marquinhos.

O primeiro chute real do Grêmio na partida ocorreu somente aos três minutos do segundo tempo, quando Pará fez jogada individual na ponta esquerda, se livrou da marcação de Jackson e arriscou alto sobre a meta. Logo depois, foi a vez de Moreno cabecear fraco para o gol.

O Tricolor ganhava ousadia, enquanto o Inter trocava passes na defesa sem objetividade. Aos nove, Moledo recuou fraco para Muriel e acabou cometendo falta frontal em Moreno. Fernando realizou a cobrança com maestria e a bola só não entrou porque teimou em rebater na trave esquerda de Muriel. Só que o zagueiro Werley estava postado quase na pequena área para pegar o rebote e igualar a partida.

Confusão com o gandula

Antes da partida, Márcio Chagas havia solicitado que os gandulas não ajeitassem a bola para cobranças de escanteio ensaiadas. Não aconteceu. Aos 19, alguém ajeitou a bola para cobrança rápida de Dátolo e o juiz anulou a cobrança. Só que Luxemburgo saiu enfurecido para cima do gandula, o que gerou empurrões e um princípio de confusão que resultou na expulsão do treinador gremista.

Por coincidência, o segundo gol colorado saiu em nova cobrança de escanteio, mas sem gandulas envolvidos. Após cobrança de Jajá, Fabrício subiu no meio da área e desviou para as redes. Foi aos 31 do segundo tempo.

A vantagem deu moral ao time vermelho. A equipe ganhou as ações de jogo e seguiu no campo ofensivo. De fora da área, Jajá ainda teve nova chance de ampliar o placar.
Fonte: Globoesporte
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Internacional é campeão da Taça Farroupilha e vai à final do Gauchão

Internacional x Grêmio - Gol do Inter (Foto: Ricardo Rímoli)Teve de tudo. Sal grosso no banco do rival, as jogadas ríspidas de sempre vistas em um Gre-Nal e até discussão entre gandula e treinador. E também teve campeão. Na tarde deste domingo, o Internacional derrotou o Grêmio, por 2 a 1, no Beira-Rio, garantiu o título da Taça Farroupilha, o segundo turno do Campeonto Gaúcho, e está na grande final do Estadual, diante do Caxias.
A decisão do Gauchão será nos dois próximos domingos: dias 6 e 13 de maio. O primeiro duelo será no Centenário, em Caxias do Sul, e o duelo decisivo será novamente no Beira-Rio. Rodrigo Moledo e Leandro Damião terão de cumprir suspensão automática e vão desfalcar o Inter no primeiro jogo.

O MISTÉRIO GREMISTA
O Grêmio inovou. O técnico Vanderlei Luxemburgo não liberou a escalação da sua equipe com 45 de antecedência e ainda mandou todos os 18 jogadores relacionados para o Gre-Nal ingressarem no Beira-Rio, o que manteve o mistério com relação ao time que seria o titular. Além disso, Marcelo Moreno, Marquinhos, Miralles e Vilson só assinaram a súmula momentos antes do jogo. O mistério só foi desfeito quando apenas aqueles que seriam titulares ficaram no gramado para o início do jogo. Luxa escalou a sua equipe com atacantes – Miralles e André Lima – e o meia-atacante Bertoglio.

SAL GROSSO
O Internacional fez o que pôde para derrotar o Grêmio neste domingo. Cerca de uma hora antes de a bola rolar no Beira-Rio, um funcionário colorado foi até o banco de reservas destinado ao Grêmio e, sem receio algum, jogou sal grosso no local.
Paulo Paixão, preparador físico do Tricolor, tomou conhecimento do fato e foi o incumbido de inspecionar o local. Ele procurou novas "armações" do Internacional, mas não encontrou nada. O clássico começava agitado antes mesmo do apito inicial do árbitro Márcio Chagas da Silva.

O JOGO
O mistério de Luxa até que surtiu efeito no início do jogo. Com dois jogadores abertos pelas pontas – Bertoglio e Miralles – , o Grêmio bloqueava principalmente os avanços do lateral-esquerdo Fabrício e ainda marcava com eficiência. O Tricolor não se intimidou com como Beira-Rio praticamente todo vermelho e foi superior nos primeiros minutos.

O desfalcado Internacional, que não pôde contar com Nei, Kleber, Oscar, D'Alessandro e Dagoberto, não tardou para entrar no jogo e teve as duas primeiras chances de gol do clássico com o sempre perigoso Leandro Damião, que cabeceou com perigo por duas vezes, aos oito e dez minutos, mas não passou por Victor.

As chances desperdiçadas pelo Inter colocaram fogo no Gre-Nal. Lances mais ríspidos, troca de empurrões e jogadores reclamando com o árbitro Márcio Chagas da Silva – Inter e Grêmio reivindicaram um pênalti cada – foram lances que puderam ser observados. Lances típicos do maior clássico do Sul do Brasil.

O Internacional encaixou a sua marcação, cresceu de produção e chegou ao merecido gol. Após cruzamento de Tinga, Leandro Dmaião tentou o domínio, Gabriel não afastou a bola e Dátolo, de perna direita – a que não é a boa – finalizou sem chances para Victor. Internacional 1 a 0, aos 36 minutos. Foi o nono gol do argentino pelo Internacional, sendo oito apenas no Gauchão. O Colorado teria outra grande chance de gol com Tinga, mas o camisa 7 finalizou nas mãos de Victor, aos 44. Sorte que o tento desperdiçado não fez falta e os comandados de Dorival foram para o intervalo classificados para a final do Estadual.
SEGUNDO TEMPO
O Grêmio voltou com mudanças. Luxemburgo certamente não ficou satisfeito com a queda de rendimento do seu time no primeiro tempo e promoveu as entradas de Marcelo Moreno e Marquinhos. André Lima e Miralles deixaram o time, respectivamente.
E Luxa acertou. Além de marcar melhor e ser mais perigoso com a bola nos pés, o Grêmio ainda contou com uma ajudinha de quem havia sido o seu carrasco. Dátolo errou na saída de Bola e Moledo teve de fazer falta em Marcelo Moreno, que ficaria cara a cara com Muriel. Fernando cobrou a falta, a bola foi na trave esquerda do camisa 1 colorado e Werley, bem poscionado, marcou. Tudo igual no Beira-Rio, aos dez minutos.

CONFUSÃO COM LUXA E GANDULA
Os ânimos ficaram exaltados de vez aos 23 minutos. A já conhecida tática do Internacional de cobrar escanteios com agilidade – graças a combinação com um gandula – tirou Luxemburgo do sério. O treinador gremista discutiu com o gandula e ambos foram expulsos. Luxa ainda xingou integrantes do quarteto de arbitragem e chegou a ser mais ríspido que o normal com um jornalista. Tinga, do Inter, e Paulo Paixão, do Grêmio, também participaram da confusão.

QUEM NÃO FAZ...
No reinício do jogo, Pará fez fila na marcação do Grêmio e serviu Marquinhos, que finalizou para a defesa de Muriel, aos 26. O gol perdido fez muita falta. Logo na sequência, Jajá cobrou escanteio – desta vez sem a ajuda do gandula – e Fabrício cabeceou sem chances para Victor. Internacional 2 a 1, aos 29.
O Grêmio foi para o tudo ou nada nos minutos finais. Até o goleiro Victor tentou ajudar. Mas não adiantou. O Inter controlou o rival e celebrou a conquista da Taça Farroupilha e a vaga na final do Gauchão.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL 2 X 1 GRÊMIO

Local: Estádio Beira-Rio, Porto Alegre (RS)

Data/horário: 29/4/2012 – 16h (de Brasília)

Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS)

Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e Paulo Ricardo Conceição (RS)

Renda/Público: Não divulgados.

Cartões amarelos: Sandro Silva, Leandro Damião, Jackson, Rodrigo Moledo (INT); Pará, Bertoglio,
Gilberto Silva e Werley (GRE)

Cartões vermelhos: Não houve.

Gols: Dátolo, 36'/1T(1-0); Werley, 10'/2T(2-0) e Fabrício, 31/2T(2-1).

INTERNACIONAL: Muriel; Jackson, Rodrigo Moledo, Índio e Fabrício; Sandro Silva, Guiñazu, Tinga, Dátolo (Jô, 29/2T) e Jajá (Bolatti, 40/'2T); Leandro Damião – Técnico: Dorival Júnior.

GRÊMIO: Victor; Gabriel, Werley, Gilberto Silva e Pará; Fernando, Souza, Marco Antônio e Bertoglio (Leandro, 28'/2T); Miralles (Intervalo) e André Lima (Intervalo) – Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
 
 Fonte-Lancenet

Juliano.Gouveia

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Coelho passa pelo Cruzeiro e vai à final do Mineiro.



Há um dia de seu centenário, o América conseguiu vencer o Cruzeiro por 2 a 1 e se classificou para a final do Campeonato Mineiro de 2012, já que havia vencido o primeiro jogo por 3 a 2. O jogo foi muito tenso e corrido, com as duas equipes buscando o gol a todo momentoO América saiu ganhando com u mgol contra de Victorino, a um minuto de jogo. O Cruzeiro empatou com Wellington Paulista, que havia perdido um pênalti e o Coelho fechou o placar com gol de Fábio Júnior, no final da partida.
Agora o Alviverde pega o Galo na finalíssima. O Atlético havia vencido o Tupi, neste sábado, por 1 a 0.


O jogo
Primeiro tempo
O jogo começou quente. Logo a um minuto de jogo o Coelho abriu o placar com um gol contra de Victorino, que cabeçou contra a própria meta após cruzamento de Rodriguinho, que passou como quis por Diego Renan. Depois, aos nove minutos o Cruzeiro teve um pênalti a seu favor, após Neneca derrubar o volante Everton na grande área. Wellington Paulista bateu, o goleiro alviverde defendeu e a bola sobrou para o camisa nove celeste, que chutou por cima do gol, desperdiçando um gol feito.
A partida continuou elétrica, com os dois times procurando o ataque o tempo todo. A Raposa chegava mais, porém de maneira afoita, sem caprichar na finalização, enquanto o Coelho marcava bastante, dificultando a vida dos homens de frente da equipe celeste. Todavia, foi por causa de um vacilo geral na zaga americana que o Cruzeiro alcançou o empate: Diego Renan cruzou, Leo ganhou no alto na disputa com Bryan, o zagueiro Gabriel errou ao tentar tirar a bola, que acabou sobrando para Wellington Paulista, que tirou de Neneca e mandou para o fundo do gol do Coelho. Na comemoração, o artilheiro cruzeirense dasabafou geral, chutando as placas de publicidade e batendo no peito.
O Coelho, entretanto, não sentiu o gol celeste e continuou a trabalhar bem a bola, mas parava na marcação celeste, que melhorou depois do gol marcado por Wellington Paulista. Ao final do primeiro, o zagueiro Gabriel interceptou um cruzamento de Everton botando a mão na bola dentro da grande área, mas o juiz não deu o pênalti, provocando indignação aos atletas celestes. Na confusão, Everton recebeu o amarelo. A primeira etapa terminou com uma forte pressão da Raposa sobre o Coelho.
Segundo tempo
O ritmo de jogo após o intervalo continuou constante, lá e cá. A grande chance de gol para a Raposa antes dos 15 minutos foi com Roger, após cobrar uma falta na entrada da grande área. A bola foi estourar no travessão. O detalhe foi a jogada que resultou na falta, com Everton passando por toda a zaga adversária. O volante estava prestes a marcar um golaço quando foi parado, à força, pela defesa americana. Para o América, a maior oportunidade foi nos pés de Alessandro, mas Diego Renan tirou em cima da linha, disparando o coração dos torcedores presentes no estádio.
O Coelho passou a jogar no contra-ataque, tentando surpreender o Cruzeiro, que não produzia em campo e se apresentava muito nervoso em campo. A Raposa acabava se expondo e dando espaços para o América atacar como queria. O time alviverde passou a sufocar a equipe celeste, principalmente após os 25 minutos de jogo. Em muitas oportunidades o Coelho teve a oportunidades de anotar o segundo gol, aproveitando os erros do adversário.
O número de faltas aumentou consideravelmente, principalmente pelo lado do América, que parava a Raposa a força, para diminuir o ritmo de jogo celeste. No final da partida, o Coelho fechou o placar com o ex-cruzeirense Fábio Júnior.
Cruzeiro X América Mineiro
Local: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (Minas Gerais)
Data-Hora: 29/04/2012 - 16h00 (de Brasília)
Árbitro: Luis Flávio de Oliveira (Aspirante FIFA/SP)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Jóia (FIFA/RJ) e Roberto Braatz (FIFA/PR)
Gols: Victorino 01' 1º e Fábio Júnior 48' 2º (Gol contra - América) e  Wellington Paulista 27' 1º
Catões Amarelos: Wellington Paulista 07' 1º, Everton 42' 1º e Leo 46' 2º (Cruzeiro); Neneca 9' 1º, Everton 4' 2º, Leandro Ferreira 28' 2º,Fábio Júnior 30' 2º, Dudu 30' 2º e Rodrigo Heffner 43' 2º (América)
Renda: R$301.856,00
Público: 17.780
Cruzeiro: Fábio, Diego Renan (Élber 27' 2º), Leo, Victorino (Amaral 38' 2º) e Everton; Leandro Guerreiro, Marcelo Oliveira (Wallyson 18' 2º), Montillo e Roger; Anselmo Ramon e Wellington Paulista. Técnico: Vágner Mancini
América Mineiro: Neneca, Rodrigo Heffner, Gabriel, Everton e Bryan; Leandro Ferreira, Dudu, Moisés e Rodriguinho (China 40' 2º); Alessandro (Bruno Meneghel 20' 2º) e Fábio Júnior. Técnico: Givanildo Oliveira
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Avaí vira sobre o Chapecoense fora de casa e garante vaga na decisão.


Em uma virada sensacional, construída nos minutos finais de um jogo fora de casa, o Avaí derrotou o atual campeão Chapecoense por 2 a 1, na tarde deste domingo, no estádio Índio Condá, em Chapecó, e garantiu vaga na decisão do Campeonato Catarinense. Como no primeiro jogo, na Ressacada, houve empate por 1 a 1, e o time alviverde jogava pelo empate por ter feito campanha melhor nas primeiras fases, a equipe alvianil precisava vencer. E após estar perdendo por 1 a 0 (Esquerdinha) até os 31 minutos da etapa final, o Leão reagiu e, com gols de Leonardo (contra) e Patric, que voltou ao time depois de mais de um mês fora, garantiu a classificação para lutar pelo seu 16º título, e tentar passar o arquirrival Figueirense em número de conquistas (ambos têm 15 cada). E o rival na decisão pode ser o Figueira, que enfrenta o Joinville ainda na noite deste domingo, no Orlando Scarpelli. O time da capital joga pelo empate, após o 1 a 1 fora de casa.
Sozinho, Esquerdinha marca
Para as finais, que acontecem nos próximos dois domingos (6 e 13 de maio), a vantagem de ter feito a melhor campanha fora de casa se resume apenas ao mando de campo na segunda das duas partidas. Em caso de empate em pontos e saldo de gols ao fim dos jogos, a decisão será em cobranças de pênaltis. Ao time de Chapecó, resta esperar pelo início da Série C do Brasileirão: a estreia é só no dia 26 de maio, contra o Santo André, fora de casa.
O jogo começou morno, mas começou a esquentar aos 15 minutos, quando o Avaí chegou com perigo em chute de Felipe Alves, que de fora da área, obrigou o goleiro Rodolpho a se esticar para defender. No escanteio, em seguida, Renato Santos subiu e quase marcou. Quatro minutos depois, em cobrança de falta, Pirão acertou o travessão alviverde, para susto da torcida em Chapecó. O time anfitrião revidou com uma jogada em grande estilo de Athos, que deu um chapéu no marcador pela direita, mas ao cruzar, viu a zaga desviar para corner.
Aos 30, a equipe alviverde acabou perdendo o meia Neném, que se machucou logo no começo do jogo e, depois de tentar ficar em campo por 20 minutos, acabou substituindo por Rafael Mineiro. Com mais dificuldades que o Leão de entrar na área adversária, aos 32, Eliomar desperdiçou boa chance de dar um belo chute após cruzamento de Athos, mas ele sequer conseguiu acertar a bola. Mas aos 41, mais uma vez Athos apareceu bem pela direita e cruzou na medida para Esquerdinha, que sem marcação, só escolheu o canto e cabeceou no canto do goleiro Diego: 1 a 0 Chapecoense.
Final em clima quente
O Leão, que precisava de uma vitória, voltou do intervalo precisando da virada para ir à final. O técnico Hemerson Maia entrou para o segundo tempo com Patric, que não atuava desde março, e Ronaldo Capixaba nas vagas de Felipe Alves e Maurício, armando um esquema mais ofensivo. E log aos oito minutos, em chute de fora da área de Pirão, Rodolpho fez boa defesa para a equipe da casa. Aos 13, em nova investida do Avaí, Aelson cruzou para Ronaldo Capixaba bater forte, mas a bola desviou na zaga sobrando limpa para o camisa 1 pegar.
Aos 31 minutos, no primeiro de dois apagões da defesa alviverde, Laércio cobrou escanteio e, na tentativa de afastar o perigo, o zagueiro Leonardo acabou botando para dentro do próprio gol e empatando o jogo. Foi o que bastou para o jogo pegar fogo. Após ataque da Chapecoense, Aélson e Esquerdinha foram expulsos pelo árbitro após troca de provocações.
Precisando de mais um gol, o Leão partiu com tudo para cima do anfitrião. Aos 36, em cobrança de falta, Patric celebrou seu retorno ao time desviando com toquinho uma bola que a zaga da Chapecoense só conseguiu ver dentro das redes: virada alvianil por 2 a 1. Depois, o Leão apenas segurou o resultado, se aproveitando do desespero da equipe de Chapecó.
Fonte: Globoesporte
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Santos, Bolívar, Inter e Flu vão pagar multa por atraso

Libertadores

Santos, Bolívar, Inter e Flu vão pagar multa por atraso

Créditos: Reprodução
Documento relata punição às equipes atrasadas


A Conmebol publicou em seu site oficial uma resolução em que impõe multas de cinco mil dólares (cerca de 9,4 mil reais) a Fluminense, Internacional, Santos e Bolívar por demorarem a entrar no gramado em suas respectivas partidas nas oitavas de final da Taça Libertadores, além de atrasarem no retorno do vestiário no intervalo.

As equipes em questão descumpriram o disposto no artigo 26, número cinco, sobre a obrigatoriedade de começar os jogos no horário pré-estabelecido pela Confederação. De acordo com a Conmebol, essa conduta "prejudica a empresa televisiva detentora dos direitos de transmissão das partidas e a própria Conmebol como organizadora do torneio".

No Beira-Rio, o Fluminense empatou com o Internacional. Fora de casa, o Santos visitou o Bolívar e perdeu por 2 a 1. As partidas de volta acontecem no dia 10 de maio, às 22h (de Brasília), no Engenhão, e às 19h30m, na Vila Belmiro, respectivamente.
Fonte: Atribuna

                                                           Erly Souza

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Remo levanta a Taça Estado do Pará com vitória sobre o Águia


Aos olhos atentos de 40 mil torcedores, o Remo conquistou neste domingo o título da Taça Estado do Pará, o segundo turno do Campeonato Paraense 2012, ao vencer o Águia de Marabá por 2 a 0, no Estádio Olímpico do Mangueirão, em Belém, com gols de Fábio Oliveira e Jhonatas, todos na etapa complementar. Desde 2008 o clube não conquistava um turno do certame estadual.
Com a vitória sobre o Águia, o Remo enfrentará o Cametá, campeão do primeiro turno do Parazão, no próximo domingo, dia 6, em Cametá. O jogo de volta está confirmado para o dia 13 de maio, em Belém. Com um primeiro tempo difícil, com domínio total do Águia, o Remo se segurou e o goleiro Jamilton evitou, pelo menos, quatro boas oportunidades do time do Águia. Mas no segundo tempo, o Remo melhorou e aproveitou as oportunidades.
Só deu Águia no primeiro tempo
Precisando da vitória, o Águia foi pra cima do Remo desde o início da partida. O primeiro bom lance aconteceu aos seis minutos com Valdanes, que girou em cima do zagueiro azulino, mas errou no passe. Aos dez minutos, a primeira chance clara de gol. Branco recebeu lançamento e ficou de cara para o gol, mas chutou em cima do goleiro Jamilton.
Com três jogadores de contenção no meio-campo, Jhonatan, Juan Sosa e Adenísio, o Águia teve dificuldades para chegar ao ataque e o Remo aproveitou para atacar. E por pouco não abriu o placar. Aos 17 minutos, belo contra-ataque do Remo com Reis que cruzou para o veterano Fábio Oliveira chutar de primeira, mas o goleiro Alan estava atento e fez a defesa. Mas o Águia não desistia, afinal, jogava com três atacantes: Valdanes, Branco e Wando.
Aos 20, o primeiro cartão amarelo da partida. Diego Barros fez falta perigosa e foi advertido pelo arbitro da partida, desfalcando o time para o jogo da final, contra o Cametá. A partir de então, o time de Marabá tomou conta do jogo. Aos 26 minutos, Valdanes tentou de fora de área, Jamilton rebateu e Branco arriscou novamente e a bola foi para fora.
Em mais uma investida do Águia, Leo Rosas deixou o zagueiro Edinho pra trás, chutou com muito perigo, mas o goleiro Jamilton fez outra boa defesa. O Remo jogava no contra-ataque para tentar surpreender o adversário, mas sem criatividade, o que deixou a torcida impaciente. Aos 38 minutos, Fábio Oliveira recebeu a bola na área, mas o zagueiro Roberto conseguiu desarmar a jogada e a torcida ficou pedindo pênalti, ignorado pelo arbitro da partida.
Apesar do maior volume de jogo, o Águia fechou o primeiro tempo sem conseguir furar o bloquei remista. O goleiro Jamilton, que foi bastante exigido, conseguira substituir Adriano Paredão a altura. Ele fez, pelo menos, quatro boas defesas e foi um dos melhores jogadores do Clube do Remo no primeiro tempo da partida.
Remo comanda etapa complementar
Águia e Remo voltaram com mudanças. Pelo time de Marabá, Diego Biro, filho do ex-jogador Biro-Biro, entrou no lugar do lateral-esquerdo Rayro. No Remo, entrou o atacante Marciano no lugar de Joãozinho, que já demonstrava sinais de cansaço físico. A mudança começou a fazer efeito logo aos dois minutos, quando Marciano foi derrubado. Reis cruzou na área e Alan defendeu. O lance foi o suficiente para levantar a torcida do Remo, que voltava a fazer barulho nas arquibancadas do Mangueirão, tomada pelo fenômeno azul.
Já pelo lado do Águia, claramente, a mudança não fez efeito e os três atacantes do time ficaram isolados na frente, faltando um homem de ligação, já que Flamel não apresentava mais o mesmo ritmo do primeiro tempo. O melhor lance do segundo tempo aconteceu aos 20 minutos. Reis recebeu sozinho, entrou na área, na hora do corte, o zagueiro Roberto conseguiu tocar na bola, cortando o perigo.
O jogo ficou mais fácil para o Remo aos 24 minutos, quando o zagueiro Charles foi expulso, depois de entrada perigosa em Marciano. No lance seguinte, Fábio Oliveira teve a chance de matar o jogo, quando chutou perigosamente para a defesa do goleiro Alan. Mas a torcida explodiu aos 32 minutos da etapa complementar, quando Fábio Oliveira e Marciano fizeram tabela na área aguiana, Marciano bateu cruzado e Fabio Oliveira empurrou para a rede. Remo 1 a 0.
O Águia ainda tentou empatar aos 33 minutos, com Júlio Ferrari, que bateu com perigo por cima do gol. Mas foi o Remo quem fez o segundo gol da partida, aos 36 minutos. No ataque remista, a bola sobrou para Jhonatas, que chutou bonito, sem chance alguma para Alan. Remo 2 a 0 e o caixão do Águia estava fechado. Remo campeão do segundo turno do Parazão.
Fonte: Globoesporte
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Cumprindo tabela, Coxa bate o rebaixado Roma


Coritiba
Pouco mais de 200 testemunhas acompanharam a vitória do Coritiba por 3 a 1, de virada, para cima do Roma Apucarana, no Estádio Bom Jesus da Lapa, pela última rodada do segundo turno do Campeonato Paranaense 2012. O jogo servia apenas para cumprir tabela, já que o Alviverde estava garantido na grande final e a equipe do interior rebaixada. O Coxa poupou todos os titulares e mandou a campo um time reserva, comandado pelo auxiliar Tico. Com isso, a falta de ritmo era evidente. Aos cinco minutos, Emerson Santos fez o cruzamento e Diego desviou pela linha de fundo. Na resposta, o Tricolor abriu o placar. Souza, aos 10 minutos, chutou cruzado e Edson Bastos aceitou o chute.
O Alviverde não desanimou e seguia com maior posse d ebola. Aos 15 minutos, após levantamento na área, Luccas Claro subiu mais do que todo mundo e desviou para fora. Aos 19 minutos, Émerson Santos cobrou escanteio fechado e Bahia afastou o perigo da área. Até que, aos 26 minutos, Rafael Silva, livre, recebeu passe açucarado e só teve o trabalho de levantar a cabeça e chutar para ao fundo das redes.
O Roma voltou a marcar aos 31 minutos, mas a arbitragem marcou falta de ataque e anulou o lance. Mais Tricolor no ataque e, aos 38 minutos, Fábio cobrou falta, por cima da meta. O Alviverde, além dos problemas de entrosamento, mostrava falta de qualidade. Mais lançamento no ataque do time da casa, aos 40 minutos, mas Piauí estava impedido.
Na segunda etapa, o Coxa voltou com Zé Rafael no lugar do lesionado Rafael Silva. Porém a primeira boa chance foi do Roma, logo no primeiro minuto, com Souza, que desviou dentro da área, pela linha de fundo, com muito perigo. Grande lance do ataque alviverde, aos sete minutos, com Luccas Claro testando para grande defesa de Spada e, no rebote, Renan Oliveira desperdiçando.
O Coritiba tocava a bola, mas não chegava com ação no setor ofensivo. Aos 15 minutos, Renan Oliveira tentou resolver sozinho e saiu com bola e tudo. Aos 18 minutos, Émerson Santos desviou, Spada fez milagre e, na sobra de bola, Diego chutou sobre o goleiro. Cruzamento de Piauí, aos 21 minutos, e Edson Bastos deixou a meta para interceptar e receber falta.
O auxiliar Tico apostou, então, na entrada e Caio Vinícius no lugar de Marcel. E, em seu primeiro lance, o jovem atacante balançou as redes, aos 29 minutos, aproveitando passe de Eltinho para marcar um belo gol. Renan Oliveira também deixou sua marca, aos 37 minutos, recebendo de Thiago Primão e tocando na saída do goleiro Spada para fechar a contagem.
Fonte: GazetaEsportiva.net
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