domingo, 30 de março de 2014

EM JOGO DE VIRADAS, SANTOS BATE PENAPOLENSE E ESTÁ NA DECISÃO


No dia em que o time mais empolgante do Campeonato Paulista não teve sua melhor atuação, o técnico Oswaldo de Oliveira fez o papel de craque e ajudou a colocar o Santos na final do estadual. Num jogo tenso, que parecia fácil e se tornou duríssimo, Oswaldo promoveu mudanças cruciais no segundo tempo e viu o Peixe fazer 3 a 2 no Penapolense, neste domingo, na Vila Belmiro, pela semifinal do torneio.
Após muito suor, o Santos aguarda o vencedor de Palmeiras x Ituano para saber quem vai enfrentar nos próximos dois domingos. Duas batalhas na luta pelo 21º título paulista. Batalhas que quase não aconteceriam, pois o time ficou atrás no placar por boa parte do segundo tempo. Oswaldo agiu: colocou Rildo, e ele cruzou para Leandro Damião empatar a partida. Lançou o garoto Stéfano Yuri, e ele marcou o gol da classificação.
Acostumado a goleadas, o Santos reencontrou o único time que lhe venceu (e goleou!) na primeira fase. O time de Penápolis mostrou que os 4 a 1 de dois meses atrás não foram por acaso.
O bravo time de Narciso viu o rival abrir o placar, com Cícero, mas aproveitou duas falhas de David Braz para virar o jogo no primeiro tempo. A pequena torcida presente na Vila se fez presente. A Narciso, coube a homenagem. Jogador do Santos na década de 90, o ex-zagueiro e volante foi aplaudido antes e depois da partida, mesmo com seu time derrotado.
Defesa vacila, Penapolense vira
O começo do filme parecia igual ao de todos os jogos na Vila Belmiro em 2014: o time de branco atacando, atacando, atacando. O rival quase sempre com os 11 jogadores atrás da linha da bola. Desta vez, porém, faltou conexão entre as principais peças do ataque do Santos: Thiago Ribeiro e Geuvânio mal tocaram na bola, enquanto Gabriel segurou demais e foi desarmado facilmente sempre que tentou um lance mais agudo. Mais à frente, Leandro Damião sofreu com a ausência de criação.
Mesmo assim, a posse de bola era santista. O time de Penápolis, matreiro, só esperando. A bola chegava pouco ao gol de Samuel, objetivo que o técnico Narciso tinha traçado durante a semana. Sem conseguir entrar na área, o Peixe resolveu arriscar. E aí, bola no Cícero. A canhota certeira salvou o time de Oswaldo de Oliveira aos 21 minutos – bomba de longe, desvio em Rodnei: 1 a 0 para os donos da casa.
A Vila explodiu rumo à final, na expectativa de mais uma goleada. O time não jogava tão bem assim. Aliás, muito longe disso. Na defesa, o nervosismo imperou, e as falhas começaram a aparecer. Ligeiro, o Penapolense percebeu isso e começou a se arriscar no ataque, jogando simples e aproveitando a velocidade nos contra-ataques.
Aposta de Oswaldo, David Braz “contribuiu” para a reação do adversário. Um pênalti bobo e claro e uma indecisão na saída de gol de Aranha resultaram nos gols de Guaru e Douglas Tanque: 2 a 1 Penapolense. Seis dos 16 gols do time de Narciso no Paulistão, até o fim do primeiro tempo, foram em cima do Santos. A equipe de Penápolis é modesta, mas soube exatamente como parar a sensação do campeonato.
O toque de Oswaldo
Antes dos 30 segundos da etapa final, o Santos mostrou que a atitude seria diferente. Uma bola no travessão chutada por Cicinho incendiou a Vila novamente e fez o Penapolense se trancar na defesa. Narciso ordenou que sua equipe recuasse e preservasse o resultado. O Santos, porém, é bem mais ofensivo que o São Paulo, rival que o time do interior eliminou nas quartas de final.
Oswaldo sentiu que as trocas de passes não iriam surtir efeito. Com uma alteração, mudou o jogo. Rildo substituiu Gabriel e mostrou sua principal característica no primeiro lance: o drible. Em uma jogada de improviso, quebrou o sistema defensivo do Penapolense e cruzou na cabeça de Leandro Damião, desta vez livre, para empatar o duelo.
O problema é que, após o gol, Damião teve pelo menos mais três chances claríssimas dentro da área. Enrolado, não aproveitou nenhuma. Sem medo de errar, Oswaldo ousou mais uma vez: tirou o reforço mais caro do Santos na temporada e lançou o garoto Stéfano Yuri, 19 anos.
Também no primeiro lance, o centroavante recebeu passe perfeito de Thiago Ribeiro e tocou na saída de Samuel. Santos na final, e castigo para o Penapolense, que se despede de forma honrosa do Paulista, mas com o sentimento de que poderia ter feito mais.
Fonte: Globoesporte

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ARTILHEIRO EDMILSON MARCA, VASCO ELIMINA O FLU E PEGA O FLA NA DECISÃO


O Vasco é o segundo finalista do Campeonato Carioca. O Cruz-Maltino fez o que precisava neste domingo: venceu o Fluminense, que jogava pelo empate, por 1 a 0, para 15.925 pagantes (19.586 presentes) pagantes no Maracanã. Edmílson fez o gol. O resultado deste domingo garantiu a equipe de Adilson Batista na decisão do Campeonato Carioca contra o Flamengo. Agora será preciso superar o trauma dos últimos anos, com quatro decisões de estadual perdidas (1999, 2000, 2001 e 2004) e uma pela Copa do Brasil (2006) contra os rubro-negros. Ainda, o Vasco precisa encerrar o jejum sem títulos estaduais. O último foi em 2003.
Há mais de dois anos os cruz-maltinos não perdem para os tricolores - cinco vitórias e três empates neste período. Nos últimos 20, números impressionantes: 33 triunfos vascaínos, contra 13 do Flu - 32 empates. Antes de se preocupar com os rubro-negros, o Vasco pega na quinta-feira o Resende, pela Copa do Brasil, na Arena Amazônia, jogo de ida da primeira fase.
edmilson fluminense x vasco (Foto: Marcos Arcoverde/Agência Estadp)
Posse de bola ou chutão?
Renato Gaúcho tinha duas possibilidades para o lugar do suspenso Jean: o volante Rafinha e o meia Wagner. Justificou a escolha pelo primeiro por uma questão de marcação, já que Fred, Walter e Conca ficariam mais liberados para armar jogadas ofensivas. Adilson Batista optou pela mesma base da primeira partida, trocou apenas Marlon por Diego Renan na lateral esquerda.
O jogo é que parecia previsível em termo de postura. O Fluminense foi mais cauteloso. O empate lhe bastava. Mas chamou a atenção a pouca criatividade. Era chutão atrás de chutão. E tome bola levantada - 11 ao todo -, a maioria em faltas cometidas pelo adversário. Ao Vasco interessa atacar. Com a bola no chão. Um pouco com Everton Costa pela direita, com Diego Renan arriscando de fora da área, e Edmilson buscando a bola ideal para finalizar - teve duas chances.
A posse de bola traduzia um pouco do clássico: 64% para os cruz-maltinos e 36% para os tricolores. Walter poderia ter mostrado que eram apenas números quando escorou bem um cruzamento e parou nos pés de Martín Silva. Edmilson provou que a posse de bola em algum momento funcionaria. Aos 44 minutos do segundo tempo, a mesma arma de levantar bola na área que o Flu usava, virou de lado. Rodrigo tocou após cobrança de falta de Douglas e Edmilson, livre, conseguiu a chance que precisava: 1 a 0.

Time segura resultado

O resultado parcial tornou previsível o que mudaria no Fluminense na volta para o segundo tempo. Wagner, que disputou antes do jogo com Rafinha a preferência, entrou. Mas no lugar de Diguinho, que sentiu dores. Pouca variação na posse de bola, porém, ainda com vantagem cruz-maltina: 60% a 40%. Não raro eram os chutes de fora do Vasco, e, em um de Douglas, Cavalieri se esticou todo para defender.
A torcida tricolor só se animou um pouco quando viu que Rafael Sobis entraria. Saiu Walter. Depois veio Biro Biro na vaga de Rafinha. Renato abriu o time de vez. Adilson reagiu rapidamente. Saiu o atacante Reginaldo para entrar o volante Fellipe Bastos. Depois seis por meia dúzia tratando-se de posicionamento: Diego Renan por Marlon.

Começou a pegar fogo então. O Flu foi com o que tinha para frente. O Vasco aproveitava para pegar contra-ataques, tirando proveito de falhas defensivas do adversário. E os tricolores tiveram até Diego Cavalieri na área, em um dos últimos lances da partida, em cobranças de falta de Conca na área. Não teve jeito. A torcida vascaína cantou: é o destino.
Fonte: Globoesporte

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Virada para a história: He-Man brilha, e Inter vence o Gre-Nal 400 na Arena

A rivalidade entre Grêmio e Inter deu provas na tarde cinzenta deste domingo de que, 105 anos e 399 clássicos depois, ainda é possível fazer diferente. Para que retrancas, mistérios e violência? O Gre-Nal pode ser bem mais que isso. E foi. Embora decisivo, valendo a primeira das partidas finais do Gauchão, tricolores e colorados se mostraram ofensivos, atrevidos e fizeram valer o ingresso dos 39.874 que rumaram à Arena. Para ver, sobretudo, a redenção de um centroavante, que nunca havia marcado gol nesse duelo. Em menos de 45 minutos, fincou pé na história ao anotar dois, virar o jogo e dar à Arena o seu primeiro vencedor após três Gre-Nais. Rafael Moura foi o herói vermelho no 2 a 1 do clássico 400, placar que permite ao time de Abel Braga perder por 1 a 0, na volta, para ser tetracampeão gaúcho.

Os três gols saíram das cabeças dos centroavantes, que vivem grande fase neste ano, após um 2013 para esquecer. Barcos anotou o primeiro, logo aos 14 minutos, isolando-se cada vez mais na artilharia do estadual, 13 tentos. Rafael Moura empatou ao seis do segundo tempo, vencendo um quase instransponível Marcelo Grohe. Com a mesma receita, construiu o 2 a 1, aos 27, seu oitavo gol em oito partidas na temporada.


Em termos históricos, o Gre-Nal 400 traz a 150ª vitória do Inter, em confrontos iniciados em 1909, contra 125 do Grêmio, que não triunfa há seis duelos, o último fora em 26 de agosto de 2012, pelo Brasileiro. 
Antes do Gre-Nal 401, no entanto, há muito o que se fazer. O Grêmio viaja já no início da manhã de segunda para a Colômbia, onde tenta, diante do Nacional de Medellín, classificação antecipada para as oitavas da Libertadores. No domingo, é dia de o Inter reinaugurar o Beira-Rio, em amistoso contra o Peñarol.
Até a chuva ajudou um belo Gre-Nal
O único fator que poderia tisnar o encanto de um Gre-Nal promissor era a chuva. Até a água, com potencial de cair a qualquer momento, resolveu respeitar um clássico cheio de predicados. E manter o alto nível do espetáculo. Para começar, era um embate histórico, de número 400 em 105 anos de rivalidade. Embora a vantagem geral do Colorado, de então 149 vitórias contra 125 do rival, o Grêmio dominava os Gre-Nais centenários, jamais perdendo os de número 100, 200 e 300. 

Frieza dos números à parte, o clima que antecedia o duelo também indicava um jogo alegre, para frente, sem retranca. Em campo, os velhos amigos Enderson Moreira e Abel Braga confirmaram essa impressão. Sem mistérios, mesmo numa decisão, mandaram seus times, de força máxima, ao ataque desde o apito seminal de Leandro Vuaden. Em dez minutos, as tábuas de scout já computavam quatro finalizações perigosas, duas para casa time.
Milagre de Grohe, gol de Barcos
grêmio inter gre-nal 400 arena gol barcos dida (Foto: Diego Guichard/Globoesporte.com)
Dudu abriu os trabalhos ao três minutos. Willians respondeu aos cinco. Mas foi Alex, aos sete minutos, quem mais levou perigo. Recebeu cruzamento preciso de Rafael Moura e, sem marcação, fincado na grama da Arena, cabeceou. O gol era certo. Se não fosse Marcelo Grohe, em recuperação fantástica, defesa monumental. O mesmo não conseguiu fazer seu ex-companheiro de clube. Desta vez vestindo vermelho e bastante acossado pelos gremistas, Dida se esticou, mas acabou vencido. Após cruzamento de Pará, Barcos fuzilou de cabeça. Ao direcionar a bola direto no ângulo. Mostrou como se faz: 1 a 0, aos 14 minutos.
O gol acalmou um clássico até então jogado num ritmo frenético. Que nem parecia alguns Gre-Nais recentes, de andar vagaroso e sem emoções. Ao menos no primeiro, honrou o título de 400º embate. Porque também não faltaram os habituais lances ríspidos. Riveros sobre D'Ale, Willians em cima de Riveros e, por último, encontrão forte de Barcos com Dida. O único amarelo, no entanto, sobrou para o volante colorado, que só visou às pernas do paraguaio.
- O gol é importante. Começamos com intensidade, mas reduzimos o ritmo no final - admite Barcos, artilheiro absoluto do estadual, com 13 gols em 12 jogos. 

- Teve chances dos dois lados. Infelizmente, no cruzamento, ficamos parados e conseguiram fazer o gol - analisou D'Alessandro, bastante calmo aos microfones, embora, em campo, tenha dado até bronca, aos berros, em Paulão após vacilo do zagueiro.
Rafael Moura comemora, Grêmio x Internacional (Foto: Luciano Leon/Agência Estado)
Virada à la Alan Patrick e Rafael Moura
O Inter voltou diferente do vestiário. Com Ernando na vaga do lesionado Juan e Alan Patrick no lugar do inoperante Jorge Henrique. E voltou melhor. Aos seis minutos, a recompensa pela evolução. Alex encontrou Aránguiz livre na área, que cruzou para Rafael Moura mostrar que também sabe cabecear com categoria. Sozinho, empatou em 1 a 1, fazendo os 1,5 mil colorados se voltarem aos campos e esquecer uma briga entre próprios torcedores na área externa às cadeiras.
Até porque nada seria mais interessante aos colorados acompanhar a supremacia do time na etapa final. O Grêmio parecia não acreditar, enquanto apenas observava as trocas de passes envolventes do time de Abel. Numa delas, Aránguiz entrou livre e Marcelo Grohe salvou, mais uma vez. Aos 27, no entanto, Rafael Moura não iria desperdiçar. Nem precisou se erguer do chão. Inclinou-se para frente, meteu a cabela e balançou a rede: 2 a 1, em cruzamento de Fabrício após jogada iniciada por Alan Patrick, o mais titular dos reservas do Inter.
Enderson Moreira tentou de tudo. Alan Ruiz, Jean Deretti e Maxi Rodríguez entraram. Um trio de meias para tentar fazer o que, em nenhum momento, a estrela Luan conseguira. Apesar da quantidade triplicada, o resultado se mostrou inócuo. Um resultado sem reparos, fruto de 45 minutos soberanos de um clube que quer fazer de tudo para seguir mandando no estado.
Fonte: Globoesporte


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sábado, 29 de março de 2014

Flamengo 3 x 1 Cabofriense - Melhores Momentos da Semi-Final do Carioca ...

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NA REDENÇÃO DE MUGNI, FLA DERROTA A CABOFRIENSE E VAI À FINAL DO CARIOCA


Foram seis gols em duas partidas contra a Cabofriense. Na noite deste sábado, o Flamengo marcou mais três para selar sua vaga na final do Carioca. Dessa vez, a equipe da Região dos Lagos fez o seu. E nos 3 a 1 no Maracanã, o público que compareceu, novamente em pouco número - 5.977 pagantes e 9.327 presentes, renda de R$ 362.990,00 -, viu a redenção de Lucas Mugni, o argentino normalmente vaiado pela torcida. O camisa 10 marcou dois gols nos 18 primeiros minutos, comandou o time com boas jogadas, saiu aplaudido e levou o Flamengo a mais uma final na competição.
João Paulo, o laterai-esquerdo que substituiu o contundido André Santos e geralmente criticado pela torcida, fez o terceiro. Eberson diminuiu para a equipe da Região dos Lagos. Na próxima quarta-feira, os rubro-negros farão jogo importantíssimo pela Libertadores, contra o Emelec, em Guaiaquil, no Equador, e precisam sair de lá pelo menos com o empate para manterem as chances de passar para a próxima fase. No outro domingo, terão a primeira partida da decisão carioca, no Maracanã. O adversário sairá deste domingo, no clássico Fluminense x Vasco, com os tricolores jogando pelo empate.
Mesmo com a vitória, o técnico Jayme de Almeida saiu com uma dor de cabeça. Hernane recebeu um tostão na região lombar ainda no primeiro tempo e foi substituído por Alecsandro. O atacante chorou bastante no banco de reservas e, com fortes dores, preocupa para a partida contra o Emelec. Contrastando com a tristeza do Brocador, o lateral João Paulo saiu de campo satisfeito com sua atuação e o apoio da torcida.
- Estou feliz por ter ajudado a equipe e ter feito o gol. Foi um dia bom. Estou tranqüilo, temos a confiança do treinador e trabalhamos para mostrar. Quanto mais o grupo mostrar a ele que quer jogar, melhor para o Flamengo. A torcida do Flamengo é importante e espero que ela possa nos ajudar daqui para frente.
Noite de Mugni
Os poucos torcedores rubro-negros presentes ao Maracanã não poderiam imaginar que em 18 minutos o Flamengo - com destaque para o argentino Lucas Mugni - liquidaria com qualquer esperança da Cabofriense, apesar de a missão já ser praticamente impossível desde o apito inicial. Aliás, tão logo a partida começou, o time da Região dos Lagos bem que deu um susto. Era quase um minuto quando Keninha mandou de fora da área, Felipe se espichou todo para mandar a bola para escanteio.
Mugni, Flamengo x Cabofriense (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)
Foi só. E um candidato a herói virou vilão em poucos minutos. Foi o que aconteceu. Depois de segurar pressão, o Flamengo partiu para o ataque. E a partir de uma falha de Keninha no meio-campo. Lucas Mugni pegou a bola, arrancou e ameaçou dar para Hernane. Mas seguiu e bateu para o gol. A bola ainda desviou em Jardel e encobriu Cetim: 1 a 0, aos oito minutos. A Cabofriense, que antes precisava de vitória por três gols de diferença para decidir a vaga nos pênaltis, teria que fazer quatro, se desesperou e deixou espaços. E num centro de Muralha, Mugni, novamente ele, se aproveitou da má saída do goleiro Cetim e mandou de cabeça para as redes: 2 a 0, aos 18.
Com 2 a 0, fatura liquidada, vantagem de saldo de cinco gols, Mugni finalmente fazia boa partida com a camisa 10, com boa movimentação e passes açucarados como o de calcanhar para Hernane. E o camisa 9 tornou-se um sério problema para o técnico Jayme de Almeida: o Brocador levou um tostão de Luizão na região lombar. Tentou continuar, mas não teve jeito: saiu para a entrada de Alecsandro. No banco, chorou de dor e tristeza e passou a preocupar para o jogo contra o Emelec. Mas durante os primeiros 45 minutos, a torcida do Flamengo só tinha motivos para sorrir. Mesmo sem ser brilhante, o time mostrou ser grande a diferença técnica, ainda que sinta falta dos laterais titulares - Léo Moura e André Santos - para ganhar mais opções ofensivas.
Fla amplia
No segundo tempo, o Flamengo se aproveitou da apatia do adversário para ditar o ritmo. Em boa trama de Alecsandro e Paulinho, Gabriel colocou à esquerda de Cetim e por pouco não ampliou - a bola raspou a trave. Logo depois, Lucas Mugni, com dores na panturrilha, saiu sob aplausos da torcida para a entrada de Márcio Araújo.
Mesmo com a saída do destaque da partida, o Flamengo, cheio de espaços, passeava em campo. A Cabofriense já estava totalmente entregue. Curiosamente, o técnico Alexandre Barroso não mexia no time. E não foi difícil os rubro-negros chegarem ao terceiro gol. João Paulo arrancou e, numa tabelinha com Alecsandro, tocou sem defesa: 3 a 0, aos 19 minutos.
Alexandre Barroso resolveu mexer. E logo depois que Anderson entrou no lugar de Keninha, deu belo passe para Eberson fazer o gol de honra para o time da Região dos Lagos, aos 30 minutos. O Flamengo ainda pressionou. João Paulo mandou no travessão, Alecsandro perdeu chance no fim, mas a vitória, com passagem para a final, estava selada.
Fonte: Globoesporte




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Arsenal e City empatam e não conseguem se aproximar do Chelsea


Arsenal se complicou ainda mais na briga pelo título do Campeonato Inglês nesta temporada. Neste sábado, os Gunners empataram por 1 a 1 em casa com o Manchester City, outro concorrente à taça, e desperdiçaram a oportunidade e encostar no líder Chelsea. David Silva abriu o placar para os Citizens, enquanto Flamini deixou tudo igual. 
Derrotado pelo Crystal Palace mais cedo, o Chelsea lucrou com o empate entre os rivais. Os Blues continuam na liderança da Premier League com 69 pontos, enquanto o City tem 67, e o Arsenal, 64. No entanto, a equipe comandada por José Mourinho tem dois jogos a mais que os Citizens. O Liverpool é o segundo colocado, com 68 pontos, e recebe no domingo o Tottenham. Fernandinho jogo Manchester City e Arsenal (Foto: Getty Images)
Vindo de dois jogos sem vitória, o Arsenal encarava o jogo contra o City como decisivo para suas pretensões de título. Entretanto, quem começou melhor foi o time de Manchester. O espanhol David Silva abriu o placar aos 17 minutos, aproveitando rebote de chute na trave de Dzeko. No restante do primeiro tempo, os Citizens tiveram as melhores chances e quase ampliaram a vantagem. 
Na etapa final, o Arsenal reagiu. Logo aos oito minutos, Podolski foi ao fundo pela esquerda e cruzou para Flamini empatar o jogo. Empolgados, os Gunners se lançaram ao ataque e passaram a pressionar o City. Cazorla teve boa chance para virar o jogo, mas desperdiçou. 
Passado o susto, o City conseguiu equilibrar o jogo, mas apenas o suficiente para aliviar a pressão do Arsenal, sem levar muito perigo ao gol de Szczesny. No fim, as duas equipes acabaram se contentando com o empate. 
Fonte: Globoesporte

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Barcelona vs Espanyol 1-0 | Gol de Messi

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Terry faz contra, Chelsea perde, tabu é quebrado e time pode perder a ponta


O Chelsea já jogou nesta rodada, e colocou ainda mais fogo na reta final do Campeonato Inglês. Os Blues visitaram o Crystal Palace neste sábado e perderam por 1 a 0, gol contra do capitão Terry. Desta forma, a equipe comandada por José Mourinho pode perder a liderança da Premier League. A última vitória do time da casa sobre o rival tinha sido há 14 anos.
Na verdade, há grandes chances de que isso aconteça. O Manchester City, que fica agora com três jogos a menos, tem apenas três pontos de desvantagem em relação ao Chelsea, com 69. O Liverpool tem 68 e pode ficar isolado na frente. Para se manter na ponta, os Blues terão que torcer por rivais londrinos. Os Citizens encaram o Arsenal ainda neste sábado, e os Reds recebem o Tottenham.
A vitória do Crystal Palace foi justa em Londres. O jogo começou apático, mas o time da casa começou a melhorar, teve um pênalti ignorado, e criou as melhores chances. Bolasie e Mariappa, principalmente, infernizavam a defesa do Chelsea.
A superioridade acabou sendo premiada no segundo tempo. Ward acertou o cruzamento pelo lado esquerdo, Ledley foi para a disputa pelo alto com Terry, mas foi o jogador do Chelsea que cabeceou para o gol, sem dar qualquer reação a Cech. Na reta final do jogo, o Crystal Palace ainda teve as principais oportunidades, até botou uma na trave. Os visitantes tiveram uma boa chance com Hazard, e nos últimos minutos, Mourinho tentou pressão colocando Demba Ba, Oscar, Salah e Torres ao lado do belga para atacar, mas a pressão não resultou em gol.
OUTROS JOGOS
Neste mesmo horário, também no sábado, mais quatro jogos movimentaram o Campeonato Inglês, com destaque para Southampton e Swansea, que venceram Newcastle por 4 a 0 e Swansea por 3 a 0, respectivamente. Além do empate em 3 a 3 entre West Bromwich e Cardiff, com gols dos dois times nos últimos minutos.
CONFIRA A 32ª RODADA DO CAMPEONATO INGLÊS
Sábado
Manchester United 4z1 Aston Villa
Swansea 3x0 Norwich
Crystal Palace 1x0 Chelsea
Southampton 4x0 Newcastle
Stoke 1x0 Hull
West Bromwich 3x3 Cardiff
Arsenal x Manchester City (14h30)
Domingo
Fulham x Everton
Liverpool x Tottenham

Fonte: Gazeta Esportiva
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Messi faz de pênalti contra Espanyol e põe Barça na ponta


Com Neymar e Messi juntos mais uma vez, o Barcelona venceu clássico local contra o Espanyol por 1 a 0, em cobrança de pênalti convertida pelo argentino, neste sábado, no Estádio Cornellá-El Prat. O resultado positivo levou o time de Tata Martino aos 75 pontos, na liderança do Campeonato Espanhol, mas o Atlético de Madrid, com 72, joga ainda hoje e pode retomar a ponta.
O lance do gol do Barça gerou muita reclamação por parte dos jogadores e da torcida do Espanyol. O árbitro assinalou pênalti quando Javi López tocou a mão na bola em jogada disputada com Neymar na área.
Como o Barcelona jogará contra o Atlético de Madrid na terça-feira, pela Liga dos Campeões da Europa, Tata Martino optou por preservar Iniesta, que começou no banco. O time também teve a ausência de Valdés, que sofreu uma lesão no joelho e não atua mais nesta temporada.
Mesmo assim, o Barça iniciou pressionando o rival. Neymar recebeu cruzamento de Daniel Alves para cabecear, mas Casilla fez a defesa. No lance seguinte, Sergio Garcia arriscou e deu um susto em José Pinto, que viu a bola passar perto da sua meta.
Ainda no início do jogo, Messi também desperdiçou ao chutar fraco nas mãos de Casilla. Aos 18min, Neymar recebeu mais uma boa assistência de Daniel Alves, mas mandou por cima.
A partida seguiu com chances dos dois lados e, ainda primeiro tempo, Neymar apareceu de frente para o goleiro, mas arrematou para fora e desperdiçou mais uma boa chance. A necessidade do resultado pressionou o Barcelona a buscar o gol no segundo tempo, mas o rival continuou se segurando bem.
Aos 29min, depois de cobrança de escanteio, Piqué chegou antes de Neymar e acertou o travessão. No minuto seguinte, o lance mais polêmico do jogo. Daniel Alves cruzou, Neymar dominou na área e a bola tocou na mão de Javi López. O árbitro Clos Gómez marcou pênalti, gerando muita reclamação dos jogadores do time da casa.
Assim, Lionel Messi assumiu a responsabilidade e bateu rasteiro, no canto direito do goleiro, que caiu para o outro lado. Pouco depois, Neymar foi substituído por Alexis Sanchez, recebendo muita vaia dos rivais. No fim do jogo, o goleiro Casilla ainda foi expulso, pois saiu da área e evitou com as mãos um chute por cobertura de Messi. O meio-campista Javi López foi para a meta, já que os donos da casa já haviam feito três alterações.
Fonte: Gazeta Esportiva
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Hoffenheim surpreende "mistão" do Bayern e arranca empate em Munique


Neste sábado, o Bayern não teve o tradicional domínio apresentado durante todo o Campeonato Alemão, mas a dificuldade encontrada contra o Hoffenheim não foi empecilho para a comemoração do 24º título alemão. Campeão antecipado, o time de Munique optou por escalar alguns reservas e não conseguiu sair do empate em 3 a 3, com gols de Pizarro (2) e Shaqiri, mas segue invicto no Nacional. Modeste, Salihovic e o brasileiro Roberto Firmino marcaram para os visitantes.
Com a terceira partida sem vencer no campeonato, o Bayern fica com 78 pontos, com 25 vitórias em 28 jogos. Além disso, a equipe bávara teve sequência de 19 vitórias interrompida, tendo conhecido a primeiro tropeço nas últimas 20 rodadas do Alemão. Neste meio de semana, porém, os comandados de Pep Guardiola tentam esquecer o empate em casa em gramados internacionais. Defendendo o título da Liga dos Campeões, o time de Munique visita o contestado Manchester United no Old Trafford pela primeira partida das quartas de final.
Com metas mais modestas na temporada, o Hoffenheim ainda sonha com vaga na Liga Europa e tem confronto direto na próxima rodada do Campeonato Alemão. Com 36 pontos no meio da tabela, a equipe precisa vencer o Hertha Berlin fora de casa para tentar diminuir a distância para o Borussia Mönchengladbach, sexto colocado.O jogo - Talvez o torcedor bávaro esperasse uma festa mais tranquila, mas o Hoffenheim se empenhou para jogar água no chopp do Bayern e obrigou o time da casa a mostrar futebol para não sofrer o primeiro revés no campeonato.
Aos 22 minutos da primeira, Volland encontrou Modeste às costas da zaga bávara e o atacante avançou em velocidade para bater na saída do goleiro Starke, que até tocou na bola, mas não impediu que o próprio Modeste conferisse e abrisse o placar para o Hoffenheim.Mas a festa na Allianz Arena não diminuiu com o Bayern atrás do placar, e aumentou aos 30 minutos, quando Pizarro empatou. Após cruzamento na medida de Shaqiri, o peruano mergulhou para cabecear no canto e igualar a partida.
Mal deu tempo de comemorar o empate e o time da casa virou. Após contra-ataque armado pela direita, a dupla bávara voltou a funcionar e Pizarro ajeitou na medida para que Shaqiri batesse e vencesse o goleiro Grahl, que chegou a tocar na bola, mas não conseguiu impedir o gol.
Após o segundo, o Bayern quase ampliou novamente com Pizarro, mas a cavadinha do peruano passou à esquerda. Aos 39, porém, o maior artilheiro estrangeiro da história da Bundesliga não perdoou. Pizarro escapou pelo meio em contra-ataque, lançou Ribéry na direita e se posicionou na área completar cruzamento do francês e marcar seu 171º gol no Campeonato Alemão e o 82º pelo time de Munique.
Os dez minutos arrasadores, porém, não serviram para resolver a partida. Aos 44 do primeiro tempo, de canhota, Salihovic cobrou falta com perfeição da entrada da área para acertar o ângulo esquerdo e diminuir para o Hoffenheim, recolocando os visitantes no jogo.
Já na etapa final, quando o jogo estava morno, a defesa do Bayern afastou mal e Herdling encontrou o brasileiro Roberto Firmino livre pelo meio. O camisa 10 dominou na frente de Dante e bateu de canhota no canto direito para empatar, dar números finais à partida e quebrar longa sequência de vitórias do time de Munique no Nacional.
Confira os demais jogos do Campeonato Alemão deste sábado:
Bayer Leverkusen 1 x 1 Eintracht Braunschweig
Stuttgart 2 x 3 Borussia DortmundWolfsburg 2 x 1 Eintracht FrankfurtMainz 3 x 0 Augsburg14h30 - Freiburg x Nuremberg

Fonte: Gazeta Esportiva
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Na boa, Fla pega Cabofriense para carimbar vaga na decisão do Carioca



Uma missão quase que protocolar antes do compromisso mais importante na temporada. Jayme de Almeida tem demonstrado preocupação em pedir seriedade aos comandados, mas o Flamengo entra em situação muito confortável para encarar a Cabofriense, neste sábado, às 18h30m (de Brasília), no Maracanã, em partida decisiva pela semifinal do Campeonato Carioca. O Rubro-Negro pode perder até por dois gols para se garantir na decisão diante de Fluminense ou Vasco, e seguir em paz para se manter vivo na Libertadores, diante do Emelec, no Equador. 
Somente na última semana, o Fla encarou o time de Cabo Frio em duas oportunidades e venceu sem maiores problemas: 5 a 3 e 3 a 0. O último placar dá aos comandados de Jayme a vantagem de avançar mesmo com um revés. A Cabofriense precisa vencer por quatro ou mais gols de diferença para montar na zebra e passear no Maracanã, enquanto um triunfo por três gols de diferença leva a decisão para os pênaltis. 
Para o confronto, Jayme de Almeida segue sem Léo, Elano, Léo Moura, Cáceres e André Santos. Os três últimos já estão vetados também para pegar o Emelec, em confronto que o treinador se recusou a comentar para manter o foco na Cabofriense. Digão, Luiz Antonio e Márcio Araújo, que não estão inscritos na Libertadores, também não fazem parte dos planos do comandante, apesar do último estar relacionado. Com isso, Recife, Muralha e Lucas Mugni devem ser as caras novas em relação a escalação da última quarta-feira.
A missão do time de Cabo Frio é bem complicada. O técnico Alexandre Barroso já admitiu que o Flamengo “deu um passo enorme”. Mas o clima do último treino foi de descontração. Um longo papo entre técnico e time, uma tentativa de motivar os comandados, que fizeram um rachão em clima de brincadeiras entre os atletas. O discurso, porém, é de missão quase impossível. 
- É muito difícil. Com três gols de vantagem, lógico que é difícil. Mas estamos com pensamento de vitória, pensando em fazer um grande jogo. No primeiro jogo, nossa equipe estava bem postada, mas eles aproveitaram as chances que tiveram - lembrou Fabrício Carvalho.
Rodrigo Carvalhães apita a partida, auxiliado por Rodrigo Pereira Joia e Wendel de Paiva Gouvêa. O Premiere e Premiere HD transmitem para todo o Brasil (com Eduardo Moreno e Roger Flores). Você Acompanha no site http://www.esportestv.org/new/index.php ou na área vip do site.
HEADER escalacoes 690 (Foto: Infoesporte)
Flamengo: Jayme de Almeida apresentará três novidades em relação ao time que fez 3 a 0 na Cabofriense na última quarta-feira. Por não estarem inscritos na Libertadores, Digão, Luiz Antonio e Márcio Araújo não começam jogando. As alterações, no entanto, não foram testadas em trabalhos táticos, e o treinador terá que acertar a equipe na base do diálogo. A tendência é que o jovem Recife, Muralha e Lucas Mugni sejam os escolhidos. Apesar da boa fase de Alecsandro, Hernane será mantido. A expectativa é de que o Fla entre em campo com Felipe, Recife, Wallace, Samir e João Paulo; Amaral, Muralha e Lucas Mugni; Everton, Paulinho e Hernane.
Cabofriense: apesar de precisar do resultado, o técnico Alexandre Barroso vai repetir a escalação do primeiro jogo. A dúvida fica só para o zagueiro Victor Silva, que será reavaliado momentos antes da partida por conta de um problema na parte posterior da coxa direita. Portanto, o time titular da Cabofriense deve ser: Cetim; Rodrigo Dias, Victor Silva (Gladstone), Luizão e Leandro; Silvano, Jardel, Daniel Tijolo e Eberson; Keninha e Fabrício Carvalho.
HEADER quem esta fora 690 (Foto: Infoesporte)

Flamengo: Léo Moura, Léo, Elano, André Santos e Cáceres seguem fora da equipe por conta de problemas médicos. Os quatro primeiros apresentaram queixas na coxa, enquanto o paraguaio se recupera de uma luxação no ombro. Léo e Elano, entretanto, já estão na fase final de recuperação, com a preparação física. Digão e Luiz Antonio, fora da lista da Libertadores, também não estão relacionados, assim como Carlos Eduardo, por opção de Jayme. O treinador levou Márcio Araújo para concentração, mas a tendência é que o volante fique no banco por não poder jogar na competição continental.
Cabofriense: O zagueiro Arthur Sanches operou o joelho direito e desfalca o time de Cabo Frio.
Fonte: Globoesporte

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Muricy elogia Pato, mas espera jogos para 'ver mais' do atacante

Alexandre Pato - São Paulo (Foto: Site Oficial / saopaulofc.net)
O atacante Alexandre Pato vem recebendo elogios constantes do técnico Muricy Ramalho e do restante do elenco do São Paulo. Nesta sexta-feira, o comandante falou mais uma vez sobre o camisa 11, que deve ser titular no jogo do dia 9 de abril, contra o CSA, pela Copa do Brasil.

O treinador comentou as boas atuações dele nos treinamentos no CT da Barra Funda e espera vê-lo com a mesma forma durante as partidas.

- Pelo que ele vem jogando não dá para tirar base, mas pelos treinos, sim. Mas treino é diferente, não tem cobrança, é algo mais light. Temos de ver o cara no jogo, lá tem cobrança. O que temos é o jogo de Maceió - disse.

- Ele faz gol todo treino. Se portou bem na estreia, sem entrosamento ainda. Estamos com a esperança do primeiro jogo. Ele se mexeu bem, não é um 9, é inteligente e arremata muito bem. É importante contra times muito fechados. Bate duro na bola, é um trunfo - analisou.

Com bastante tempo para treinar até o próximo jogo, Muricy quer dar entrosamento e condições a Alexandre Pato.

- Agora o tempo é importante para se entrosar mais e agora ele vai treinar todo dia com os jogadores. Antes não podia colocar para treinar para dar atenção ao time no Paulista - completou.

Mesmo com apenas uma partida disputada pelo Tricolor até agora, Pato está com moral com o treinador. A partir da próxima semana ele já deve começar a treinar entre os titulares.

Fonte: Globoesporte
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Paralelos? Timão se inspira em ano de Série B para ressurgir em 2014

Mano Menezes e Mário Gobbi Corinthians (Foto: Diego Ribeiro / GLOBOESPORTE.COM)

Mano Menezes, Corinthians e um time em reformulação. A combinação soa familiar, até porque foi essa a receita do sucesso alvinegro há seis anos, quando o clube se reergueu, saiu da Série B e abriu caminho para grandes títulos nas temporadas seguintes. A trajetória de 2008 é a inspiração para que 2014 entre nos trilhos após a eliminação precoce no Campeonato Paulista.

Há seis anos, o time também foi eliminado na primeira fase do estadual, mas chegou à final da Copa do Brasil, eliminando clubes de Série A, e fez campanha sem sustos na divisão de acesso do futebol brasileiro. O retorno à elite foi cravado com seis rodadas de antecedência. A partir dali, o Timão ganhou corpo e, com Mano no comando, venceu Paulistão e Copa do Brasil em 2009, iniciando uma rotina de disputas de Taça Libertadores.

O momento de reformulação é outro paralelo entre as duas eras Mano. Na primeira ocasião, o desafio era remontar todo um time, já que havia pouquíssimos remanescentes do elenco que foi rebaixado em 2007. Agora, a meta é, aos poucos, reconstruir um elenco que foi campeão mundial há pouco mais de um ano.

– Agora o desafio é maior, porque mudou a cobrança, mudaram as metas do torcedor. O elenco anterior é de campeões mundiais. Aliás, sete jogadores de 2008 estavam no Mundial, o que mostra que a reformulação leva tempo para dar resultados – afirmou o presidente Mário Gobbi.

Assim, o clube vê horizonte melhor só na próxima temporada, apesar de o discurso ser de força total no Campeonato Brasileiro para conquistar uma vaga na Taça Libertadores – também há a disputa da Copa do Brasil.

– Um grupo fechou um ciclo, e tínhamos de iniciar outro. Estamos recomeçando. Começamos sofrendo. Mas vamos deixar time e estrutura fortes para o próximo presidente colocar mais qualidade e colher os frutos – destacou Mário Gobbi.

O mandato atual acaba em fevereiro de 2015, o que indica que grandes mudanças não devem ocorrer em 2014. Atualmente, a única tentativa mais ousada é pela contratação do volante Elias, do Sporting, que esbarra em questões financeiras e de tempo – a janela internacional de transferências no Brasil fecha nesta segunda-feira, dia 31 de março. A reformulação, por enquanto, passa por nomes como Cleber, Guilherme, Jadson e Luciano.

Quem estava em 2008 e 2014:

Mário Gobbi - diretor de futebol em 2008, presidente em 2014
Mano Menezes - técnico em 2008 e 2014
Julio Cesar - goleiro reserva em 2008, terceiro goleiro reserva em 2014
Alessandro - lateral-direito em 2008, coordenador em 2014 

Fonte: Globoesporte
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sexta-feira, 28 de março de 2014

Vitorioso na vida, Narciso sonha com a final: 'Depois de tudo o que passei...'


Narciso comemora com Rodnei (Foto: Mauro Horita)
Narciso conhece bem o DNA ofensivo do Santos, temido adversário do Penapolense na semifinal do Campeonato Paulista, domingo, na Vila Belmiro. E os santistas não serão surpreendidos pela força de luta e superação do treinador, um velho conhecido. Narciso venceu o câncer quando ainda era atleta do Peixe e, hoje, vive o ponto mais alto de sua ainda curta trajetória fora dos gramados.

Narciso foi diagnosticado com leucemia em janeiro de 2000, após exames de rotina durante a pré-temporada do Peixe, em Atibaia, terem detectado uma anemia. Ele foi imediatamente afastado do futebol. E iniciou uma batalha pela vida.
Agora, 14 anos depois, sonha com uma vaga na final do Paulistão, com o modesto Penapolense.
- Depois de tudo que eu passei, fazer coisas inéditas para o clube e para a minha carreira é maravilhoso. É a primeira vez que comando uma equipe profissional em São Paulo, e conseguir chegar na semifinal é muito importante para mim. Mas não para por aí, queremos mais. Chegamos até aqui e temos condição de ir além, queremos passar pelo Santos na Vila - diz o treinador, que tem larga experiência em equipes de base (inclusive do próprio Peixe) e fez 4 a 1 no Alvinegro com a Penapolense na primeira fase, em jogo no interior.
Rodrigão, atacante com quem ele convivia bastante nas concentrações santistas, se recorda do choque que o elenco levou quando recebeu a notícia:

- Estávamos notando uma diferença nele nos treinamentos mesmo. Ele sempre foi um atleta-cavalo, no bom sentido, de muito vigor, mas naquele momento não estava rendendo o que podia render. Quando os exames de rotina apontaram a doença, todos ficaram muitos chateados. Eu fui pesquisar sobre a doença e fiquei torcendo muita pela recuperação. 

Com a doação das irmãs Nilda e Normélia, em maio de 2000, Narciso foi submetido ao transplante de medula, realizado no Hospital das Clínicas de Curitiba, reagindo muito bem aos tratamentos. O filho Richard, hoje com 17 anos, mas na época uma criança, se enche de orgulho ao falar sobre a volta por cima de seu pai, que ainda voltaria a jogar pelo clube praiano em 2003, se aposentando no ano seguinte por conta do desgaste físico. 
 - Eu era muito pequeno quando aconteceu a doença, mas estranhei muito a mudança de cidade e não poder ver meu pai (por conta do tratamento). Acho que enquanto ele esteve no hospital só o vi uma vez, e lembro até hoje. Meu pai sempre teve cabelo, era forte, e naquela vez estava fraco, careca... Até perguntei: “Mãe, esse é meu pai?”. Vejo que a luta foi muito difícil. A mãe foi guerreira do lado dele, e ele também. Nos unimos e dissemos que, juntos, iríamos vencer essa batalha. E Deus nos abençoou. Cada jogo, cada clube que ele trabalha, os títulos nos orgulha - diz Richard, com emoção.
Alvo de orações, solidariedade e positividade por onde passava pelo Brasil, o jogador se abriu mais às relações interpessoais, segundo pessoas próximas, ficando ainda mais receptivo e simpático. Fisicamente, com organismo debilitado, sofreu no início da recuperação com gripes adquiridas com facilidade, o que já superou. Mas os olhos e a pele, constantemente ressecadas, ganharam a proteção dos inseparáveis óculos escuros e de filtros solares. Sequelas ínfimas para quem se assustou ao ouvir a palavra "câncer" nos primeiros diagnósticos.
- Quando ele descobriu a doença, foi muito difícil para nossa família. Nós realmente perdemos o chão. Mas a gente se uniu e decidiu lutar, pois sabia que valeria a pena. Nunca passou pela nossa cabeça que não daria certo. E se tem algo que é gratificante para a gente, é cada vez que vejo um jogo do Narciso pela televisão, com ele na beira do campo, dando a vida lá dentro. É emocionante. Por tudo o que ele passou, pela história, ele é realmente um vencedor - testemunha a esposa Miraneide, eterna parceira do ex-jogador.

Aos 40 anos e com vasta experiência em categorias de base - de Santos, Corinthians e Palmeiras-, tendo acumulado um título de Copa São Paulo pelo Timão, o técnico chega à apenas a sua terceira aventura como comandante de um time profissional. Antes de assumir o time de Penápolis, passou por Sergipe (SE) e Operário (MT), sem nenhum destaque.

Fonte: Globoesporte

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Adriano é testado entre titulares na véspera da reinauguração da Arena


Telão da Arena da Baixada, do Atlético-PR (Foto: Site oficial do Atlético-PR/Divulgação)
O atacante Adriano não quer ficar fora da festa de reinauguração da Arena da Baixada, com o jogo-treino contra o JMalucelli, às 15h (horário de Brasília) de sábado. Recuperado de lesão na coxa, o jogador de 32 anos já treina com o grupo principal. Ele, inclusive, chegou a ser testado pelo técnico Miguel Ángel Portugal entre os titulares no treino desta sexta-feira. O trio ofensivo tinha o Imperador, Marcelo e Ederson.
Adriano não atua desde a derrota para o Vélez Sarsfield, na segunda rodada da Libertadores, no dia 25 de fevereiro. Depois, ele teve uma lombalgia e desfalcou o Furacão jogo contra o Universitario, no Peru. Quando voltaria aos treinos, sentiu dores na coxa e também ficou fora do segundo jogo contra o time peruano e da outra partida contra o Vélez, ambas na Vila Capanema. Recuperado, a tendência é que participe de pelo menos parte do jogo-treino na nova Arena.
Enquanto Adriano volta, o zagueiro Manoel desfalca o Rubro-Negro. Substituído durante a derrota para o Vélez após levar uma pancada, ele não participou do treino desta sexta-feira e deve ficar fora do o jogo-treino. Dráusio, que já tinha entrado durante a última partida, deve ser o substituto.
Com isso, um provável Furacão para começar a primeira atividade na reformulada Arena da Baixada tem Weverton; Sueliton, Dráusio, Cleberson e Natanael; João Paulo, Paulinho Dias e Mirabaje; Marcelo, Adriano e Ederson.
Pouco depois de o time principal fazer o jogo-treino, o sub-23 vai enfrentar o Londrina pela semifinal do Campeonato Paranaense. O zagueiro Léo Pereira, o volante Deivid e o atacante Bruno Furlan devem ser as novidades no time para o estadual. O duelo com o Tubarão está marcado para 18h30m (horário de Brasília) de sábado, no Ecoestádio Janguito Malucelli.

Fonte: Globoesporte

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No 2º treino livre, apenas 2 décimos separam líder Rosberg de Massa, o 6º


felipe massa williams no box da ferrari gp da Malásia (Foto: Agência AP)Após Lewis Hamilton liderar o 1º treino livre para o GP da Malásia, Nico Rosberg, vencedor da etapa de abertura da temporada, na Austrália, pôs as cartas na mesa e manteve a Mercedes no topo da folha de tempos no Circuito Internacional de Sepang ao anotar a volta mais rápida de sexta-feira na segunda atividade do dia: 1m39s909. Kimi Raikkonen repetiu a dose e fechou mais uma vez em segundo com sua Ferrari, a apenas 0s035 do melhor tempo, dando indícios de que a escuderia italiana pode ser a principal ameaça às "Flechas de Prata" no circuito malaio.
E apesar da soberania da Mercedes nos dois treinos, a sessão foi marcada pelo equilíbrio. Apenas dois décimos separaram Rosberg do sexto colocado, Felipe Massa. Com 35 minutos de treino, o brasileiro da Williams, que fez uma visita aos boxes da Ferrari, chegou a figurar na ponta com 1m40s112. Mas por poucos segundos, sendo logo superado por Nico. Na sequência, Massa foi empurrado para sexto por Kimi, Sebastian Vettel (1m39s970 com a RBR), Lewis Hamilton (1m40s051 com a Mercedes) e Fernando Alonso (1m40s103 com a Ferrari). Daniel Ricciardo (RBR) apareceu logo na sequência, em sétimo: 1m40s276. Já o companheiro de Felipe, Valtteri Bottas, foi quem mais andou: 35 voltas (uma a mais que o brasileiro). Mas o finlandês não passou da nona posição, atrás de Jenson Button, da McLaren. Nico Hulkenberg (Force India) completou o top 10.
Enquanto isso, no pelotão de trás, a Lotus segue seu calvário. Após ter problemas no primeiro treino, Pastor Maldonado sequer foi para a pista. Já Romain Grosjean até que foi, mas novamente precisou voltar ao paddock de carona nas lambretas dos fiscais. Dessa vez, em razão de um pane no câmbio. 
A Caterham foi outra equipe que sofreu com problemas. Kamui Kobayashi demorava a sair dos boxes em razão de um reparo no sistema de acúmulo de energia do motor de seu CT03 quando um vazamento de óleo decretou sua ausência da atividade. Já o motor Renault de Marcus Ericsson cortava diversas vezes, atrapalhando as tentativas de volta rápida e fazendo o sueco ficar com o pior tempo dos que foram para a pista, quase 2s acima do penúltimo colocado.
Os pilotos voltam à pista na madrugada de sexta para sábado, a partir das 2h (horário de Brasília) para o 3º treino livre, com exibição do SporTV. 
Fonte: Globoesporte


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