quinta-feira, 12 de julho de 2012

Felipão e seus guerreiros conquistam a Copa do Brasil e recolocam o Palmeiras na elite do futebol brasileiro




De Vitor Birner
Coritiba 1×1 Palmeiras
O Palmeiras limitado, mas guerreiro, bem-posicionado e  unido dentro de campo, como são as equipe do mestre Luís Felipe Scolari, está de novo na elite do futebol nacional.
Não digo isso por causa da qualidade do futebol da equipe, mas porque garantiu um lugar na próxima Libertadores ao conquistar o principal título que tinha condições técnicas de ganhar.
A comissão técnica, os atletas raçudos, a direção que não demitiu o treinador nos momentos de crise e os torcedores palestrinos merecem os parabéns.
É dia dos Alviverdes festejarem toda a superação das dificuldades na competição. A pior delas, sem dúvida, foi a ausência de Barcos nas duas finais.
Quero dar os parabéns mais intensos aos palestrinpos que apoiaram o grande Scolari.
Sem ele, certamente não havia chance de ser campeão.
O restante do post tem a explicação do empate no Couto Pereira. O Palmeiras jogou melohor na casa do Coxa do que na Arena Barueri.
Escalações
Palmeiras – Bruno; Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, João Vitor e Daniel Carvalho. Mazinho e Betinho
Coritiba – Vanderlei; Jonas, Demerson, Pereira e Lucas Mendes; Willian Farias, Sergio Manoel, Rafinha e Everton Ribeiro; Roberto e Everton Costa
Coxa pressiona; Palmeiras ameaça
Marcelo Oliveira escalou Demerson no lugar de Emerson, suspenso.
O treinador, por opção, fez outras alterações no time que começou o jogo na Arena de Baueri.
A necessidade de ganhar por 3 gols de vantagem para ser campeão ou por 2xo e tentar o título nas penalidades, fez o treinador privilegiar a parte ofensiva.
O volante Sergio Manoel substituiu Junior Urso e Roberto, atacante, iniciou na vaga de Gil.
O posicionamento da equipe foi parecido com o do jogo anterior.
Roberto ficou na esquerda. Gil também havia atuado ali. A diferença é a característica deles.
O titular desta quarta-feira é um atacante que recua para fazer a linha de três na meia, enquanto o outro, sob o comando de Marcelo Oliveira, é o meia que tem facilidade para recuar e ajudar os volantes.
O Coxa iniciou pressionando. Marcou a saída de bola, impediu o Palestra de fazer a transição da defesa ao ataque com ela no chão, e ficou procurando espaço no meio do bem-posicionado bloqueio armado por Felipão.
Rafinha, na direita da linha de três, foi o mais acionado.
A dupla de volantes formada por Marcos Assunção e Henrique se revezou para auxiliar Juninho, lateral-esquerdo, muito exigido porque Rafinha tentou vários dribles.
Houve momentos em que Mazinho voltou para ajudar. Daniel Carvalho, encarregado de armar os contragolpes e Betinho, o atleta mais adiantado, marcaram pouco.
A superioridade improdutiva durou 12 minutos.
O Palmeiras, no primeiro ataque, criou a melhor chance do jogo até aquele momento. Juninho exigiu boa defesa do goleiro Vanderlei.
Palmeiras cresce
O lance mudou a cara do confronto. O Alviverde visitante adiantou a marcação e o Coxa não achou a forma de sair de trás trocando passes.
Havia espaço no sistema defensivo do Coxa, mas nessa hora aparecem os limites técnicos, individuais, palmeirenses.
Daniel Carvalho, que sabe jogar bola, alternou altos e baixos. Errou alguns curtos.  Quando acertou, Mazinho e Betinho falharam em lances simples.
As cobranças de faltas de Marcos Assunção, acabaram, como quase sempre, proporcionando  os lances de grande perigo.
Betinho, aos 19, perdeu excelente chance depois do cruzamento do veterano.
De qualquer forma, o Palestra controlou o duelo e deixou a situação incômoda para os anfitriões em grande parte da etapa inicial.
O velho problema
O Coxa melhorou nos últimos minutos. De novo conseguiu ficar com a gorduchinha na meia.
E, tal qual de costume, errou o último passe, aquele que deixa o companheiro em boa condição de finalizar, e o arremate em gol.
Rafinha perdeu ótima chance, após a assistência de Everton Costa.
Mudança
Felipão havia sido obrigado a trocar Thiago Heleno, machucado, por Leandro Amaral.
No retorno do intervalo, Marcelo Oliveira botou Ayrton no lugar de Jonas. Queria aumentar a qualidade do apoio do lateral na direita.
Pressão do Coritiba
O Coxa foi para cima no segundo tempo.
Os laterais Lucas Mendes e Ayrton apoiaram ao mesmo tempo. Às vezes os volantes  Willian Farias e Sergio Manoel apareceram juntos, na meia.
O Coritiba decidiu correr riscos ao deixar os zagueiros Pereira e Demerson contra Mazinho e Betinho. Não havia ninguém na sobre nessas horas.
Aos 12, Felipão trocou Daniel Carvalho, sumido e cansado, por Luan.
A ideia era fortalecer a marcação em Rafinha, o mais exigido na articulação dos lances ofensivos do Alviverde anfitrião.
O Palestra se encolheu atrás da linha que divide o gramado.
Tudo ou nada
Aos 14, Marcelo Oliveira abriu mão do volante Sergio Manoel para escalar Lincoln.
Foi para o tudo ou nada.
Defensável
Aos 16, em cobrança de falta, Ayrton balançou a rede.
Bruno demorou um pouco para ir na bola.
Não foi um frango, mas uma pequena falha, que poderia ter ficado gigante se o desenrolar do confronto fosse diferente.
Tudo para o Palmeiras
O tudo ou nada terminou em título do Palmeiras.
O gol aconteceu no lance forte da equipe.
Marcos Assunção cobrou a falta, cruzou, e Betinho desviou.
O 1×1 gelou o escancarado Coxa e definiu o campeão da Copa do Brasil.
Dali em diante, o jogo entrou no piloto automático.
De um lado, os atletas do Coritiba tentaram lutar, mas não encontraram forças emocionais para fazê-lo.
Do outro, os boleiros palmeirense, confiantes, administraram a situação até o apito final de Sandro Meira Ricci
Resultado justo
O árbitro sopra tudo não interferiu no resultado.
Manteve o mesmo critério ao longo do confronto e não falhou em lances defensivos.
Nenhum dos pênaltis pedidos aconteceu.
Fonte: Uol
                                                             Erly Souza
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Assunção manda recado para corintianos: “Nos vemos na Libertadores”


Fonte: Uol
                                                                    Erly Souza
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Havelange e Teixeira receberam até R$ 43 milhões em suborno

João Havelange, ex-presidente da Fifa, e Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, receberam juntos até R$ 43 milhões em suborno da extinta empresa ISL, que faliu em 2011. A informação consta em um documento revelado pelo Supremo Tribunal da Suíça, nesta quarta-feira, e que até então era mantido em sigilo.

De acordo com a documentação, publicada em inglês no site da Fifa, Havelange e Teixeira teriam recebido da ISL, direta ou indiretamente, 21,9 milhões de francos suíços (R$ 43 milhões em valores atuais). Os pagamentos teriam ocorrido entre 1992 e 2000, alguns deles feitos pela ISL a empresas ligadas aos dois dirigentes
João Havelange e Joseph Blatter: o ex e o atual presidentes da Fifa
Os documentos que confirmam o envolvimento dos dois cartolas eram mantidos em sigilo até agora. Após uma longa batalha judicial, o Supremo Tribunal da Suíça enfim ordenou a liberação das informações, após um painel de cinco juízes decidir que elas são de interesse púbico.

O caso ISL: propina e falência

O escândalo envolve o pagamento de propina pela ISL, empresa de marketing esportivo que faliu em 2001, para membros da Fifa. Os brasileiros Ricardo Teixeira e João Havelange são os únicos ex-membros da entidade máxima do futebol citados pela documentação referente ao caso.

Veja também: João Havelange afimra que "inveja" motiva críticas à Fifa
 
 
Ricardo Teixeira: fora da CBF, do COL e da Fifa
Quando o caso foi encerrado, os dirigentes pagaram 5,5 milhões de francos suíços de ressarcimento, sob a condição de que seus nomes não fossem revelados. Começou então a longa batalha judicial que teve um importante capítulo escrito nesta quarta-feira, quando chegou ao fim o sigilo.

A Fifa ajudou a intermediar a negociação para que fosse adotado o anonimato e participou dos recursos anteriores para impedir a publicação de documentos, até abandonar o caso em dezembro de 2011.

Os chefões do futebol

Havelange foi presidente da Fifa por 24 anos antes de ser sucedido por Joseph Blatter em 1998. O dirigente brasileiro, atualmente com 96 anos, continua sendo presidente de honra da Fifa. Neste ano, ele ficou longo período internado em um hospital no Rio em razão de uma infecção bacteriana. Membro do Comitê Executivo do Comitê Olímpico Internacional por 48 anos, o dirigente renunciou ao seu cargo em dezembro de 2011 alegando problemas de saúde, dias antes da abertura de uma investigação contra ele.

Já Ricardo Teixeira renunciou neste ano aos cargos de presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador Local) da Copa do Mundo de 2014. Ele também deixou o Comitê Executivo da Fifa, alegando razões pessoais e problemas de saúde que não foram especificados.

Fonte-IG

Juliano.Gouveia
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Luan elogia grupo do Palmeiras e desabafa após título: "Ninguém acreditava na gente"




Nesta quarta-feira, o Palmeiras sagrou-se campeão da Copa do Brasil ao empatar por 1 a 1 com o Coritiba no Couto Pereira. 
Após a partida, o atacante Luan, que entrou no segundo tempo da partida e jogou os minutos finais no sacrifício, elogiou o elenco que levou o título.
“Nós estávamos desacreditados, mas o grupo fechou. Tiramos força do grupo, desde o funcionário que corta a grama até os torcedores”, declarou Luan.
Após a partida, o jogador, que atua pelo Palmeiras desde 2010 e que chegou a ser criticado pela torcida no período, desabafou e disse que o time “sofreu” por dois anos.
“Depois de dois anos sofrendo, ninguém acreditava no Palmeiras. Nós mostramos que jogo é jogado em campo”, completou o atacante.
Fonte: Uol
                                                                    Erly Souza 

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Alex admite pela primeira vez que pode deixar o Timão

HOME Corinthians x Botafogo - Campeonato Brasileiro - Andrezinho e Alex (Foto: Tom Dib) 


No vestiário do Pacaembu, o meia Alex admitiu pela primeira vez que pode mesmo deixar o Corinthians em breve. O jogador de 30 anos recebeu uma proposta do Al Gharafa, do Qatar, que renderia R$ 16 milhões ao Corinthians. O clube também vê com bons olhos, pois investiu cerca de R$ 14 milhões no ano passado, para tirá-lo do Spartak Moscou (RUS).

Ao ser questionado se o futebol do Qatar o atraia, Alex revelou que tem vontade de atuar lá futuramente.
- Sinceramente, se fosse para lá, seria essa questão que o futebol nos dá um presente de mudar totalmente de vida. Lá seria uma possiblidade, a partir dos 30 anos, coisa que eu tenho vontade de ir, não sei se vai ser aos 31, 32, 33 anos...é um lugar que te dá qualidade de vida e possibilidade de ter segurança financeira. Se isso chega, temos de pensar com carinho. Tem uma família grande atrás. O lado competitivo, naturalmente, a gente fica esquecendo. Então te atrai por esse lado financeiro - disse o camisa 12 do Timão.

Antes reticente em deixar o Parque São Jorge, o meia começou a considerar a possiblidade nos últimos dias, após o título da Libertadores. Ele também admitiu que, por se sentir realizado com o título da Libertadores, agora pode pesar mais o lado financeiro.

- Depende do nível que vem a proposta. Tenho de pensar com responsabilidade. Não me programei sair agora, foi de repente, tem chance de perder o Mundial, se vier a acontecer. É algo que nos balança. Não pesa só o lado financeiro. A gente conseguiu algo muito grande aqui, nos dá essa grande vantagem de olhar por esse lado financeiro. Não são todos que têm essa oportunidade de mudar de vida totalmente. Você que a China está entrando agora, tirou o Conca. E com 30 anos você pensa com mais carinho. Vai ter três, quatro anos em alto nível, cinco no máximo, então acaba relevando também.

Fonte-Lancenet

Juliano.Gouveia
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Felipão exalta amizade do elenco palmeirense e diz que grupo mostrou "força de campeão"




O técnico Luis Felipe Scolari era um dos mais empolgados após o título do Palmeiras na Copa do Brasil, nesta quinta-feira.
 Em rápida entrevista ainda no gramado, o comandante, que superou muita desconfiança dentro do próprio clube, fez questão de exaltar o elenco e disse que o time ganhou pois mostrou 'força de campeão'.
"Essa equipe ganhou pois tem espírito de campeão, luta como campeão, tem força de campeão. Tem um Betinho que joga com dores, um Luan que com uma perna só deu trabalho aos rivais. 
Tem uma situação de amizade na equipe que é muito boa. É um espírito de campeão mesmo", afirmou o treinador, que chegou ao seu quarto título da competição. 
Fonte: Uol
                                                                           Erly Souza
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Felipão exalta 'espírito de campeão' do Palmeiras

O que era um time desacreditado hoje é campeão da Copa do Brasil. Em grande parte graças ao trabalho do técnico Luiz Felipe Scolari que, após 14 anos, conseguiu dar esse título ao Palmeiras mais uma vez.
Após o jogo, o treinador fez questão de exaltar o espírito de campeão dos jogadores.

- Ganhou porque tem espírito e luta como campeão. Tem Betinho com dores no púbis desde a metade do segundo tempo, o Luan com uma perna só dando trabalho ao adversário... Esse time tem espírito de equipe e de amizade que é ótimo. Foi campeão por isso - falou o técnico emocionado no gramado.

Para ele, o título marca esse elenco na história do clube e pode iniciar uma mudança no Palmeiras.
- É uma mudança não só para mim, pode marcar uma recuperação do Palmeiras, de todos nós como profissionais. Nos últimos dez, 12 anos, com todas as mudanças no clube, de técnico, jogadores, não tinha ganho. Hoje ganhamos, ficamos marcados como vitoriosos. Valeu a pena - completou.

Fonte-Lancenet

Juliano.Gouveia
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Presidente do Coritiba: 'O Palmeiras deveria se envergonhar deste título'

O destino acabou sendo cruel com o Coritiba. A equipe chegou duas vezes na final da Copa do Brasil e acabou sendo derrotado em ambas no Couto Pereira. Logo depois da partida, o presidente Vilson Ribeiro de Andrade perdeu a cabeça, desmerceu o título da equipe paulista e atacou a arbitragem dos jogos da decisão.
 
- Eu acho que esse título não condiz com a história do Palmeiras. O Palmeiras e a sua torcida deveriam se envergonhar. Uma arbitragem desastrosa em São Paulo que matou o Coritiba. Hoje, ganhávamos de 1 a 0 e o juiz inverteu uma falta. Por isso eles são campeões. Por mais nada - disse.
O meia Rafinha, um dos jogadores mais antigos do atual elenco coxa-branca, fez coro ao seu presidente e reclamou bastante da arbitragem.

- A gente trabalha sério para vir uma arbitragem de fora e ficar atrapalhando a gente. Primeiro jogo teve um erro fundamental, aí aqui a gente sai para o jogo e, na hora que faz para o gol, mais uma vez uma bola parada que não existiu. Mas o Palmeiras está de parabéns - comentou.

O Coritiba agora foca as suas atenções no Campeonato Brasileiro, onde está apenas na 16ª colocação, com sete pontos em oito jogos.
  
 
Juliano.Gouveia 
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Juninho elogia postura de Marcos Assunção no título do Palmeiras: "Comi grama por ele"


Juninho, lateral do Palmeiras, foi titular durante toda a campanha na Copa do Brasil
Juninho, lateral do Palmeiras, foi titular durante toda a campanha na Copa do Brasil
Nesta quarta-feira, o Palmeiras sagrou-se campeão da Copa do Brasil ao empatar com o Coritiba por 1 a 1 no Couto Pereira.
 Após a partida, o lateral-esquerdo Juninho afirmou que o incentivo dado por Marcos Assunção antes da decisão foi fundamental para que o time vencesse.
“Na concentração, o Assunção falou que seria o título mais importante da carreira dele. Na hora, eu pensei, ‘tenho que comer grama por ele’. Foi o que eu fiz, por ele, por todos do grupo e pela minha família”, afirmou Juninho.
O lateral do Palmeiras elogiou o elenco do time e a comissão técnica após sagrar-se campeão.
“O grupo é maravilhoso, não merecia passar pelo que estava passando, e a comissão técnica fez um excelente trabalho. A gente fez história, estou muito feliz”, declarou.
Fonte: Uol
                                                                      Erly Souza
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Rafinha ainda lamenta revés no 1º jogo e pede para Coritiba 'levantar a cabeça'


Coritiba, do zagueiro Demerson (dir.), apenas empatou com o Palmeiras
Coritiba, do zagueiro Demerson (dir.), apenas empatou com o Palmeiras
O sentimento era de abatimento do elenco do Coritiba após o empate diante do Palmeiras por 1 a 1, no Couto Pereira, e que colocou ponto final no sonho de alcançar o inédito título da Copa do Brasil. Rafinha ainda lembrou do resultado do primeiro jogo e pediu para o time paranaense ‘levantar a cabeça’.
‘É um sentimento de tristeza. É difícil falar em um momento com esse. Acredito que o resultado do primeiro jogo foi fundamental [2 a 0 para o Palmeiras]. Sabemos que era complicado reverter. Precisamos levantar a cabeça”, declarou.
“Não podemos baixar a cabeça. É difícil. Acho que sofremos um gol muito rápido logo após fazer o primeiro. Atrapalhou bastante nossa reação”, comentou o lateral direito Ayrton, autor do gol do Coritiba.
Desta forma, o Coritiba deixa escapar o título da Copa do Brasil pelo segundo ano consecutivo. Em 2011, chegou a vencer o Vasco por 3 a 2, em casa. No entanto, perdeu por 1 a 0, no Rio, e ficou apenas com o vice-campeonato.
Fonte: Uol
                                                                    Erly Souza
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Valdivia diz que vai comemorar 'bêbado' e que torcida e título o ajudam a ficar no Palmeiras




Valdivia foi um dos nomes mais emblemáticos da Copa do Brasil. Passou por um traumático sequestro relâmpago, sua permanência no clube foi colocada em xeque. 
Mas o Mago ficou e foi decisico no primeiro jogo da final. Agora, promete comemorar com muita 'bebedeira' e quer convencer sua mulher a voltar ao Brasil.
"São os dois campeonatos mais importantes do Brasil. Acho que esse grupo mostrou o  quanto é forte. Agora vou beber pra c"
"Se o presidente aumentar meu salário eu fico. Estou forçamdo minha mulher a voltar ao Brasil. Um título desse tira a pressão do ano todo. Vamos buscar o Brasileiro, mas alivia".
Fonte: Uol
                                                                        Erly Souza
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Com provável saída de Ganso, Neymar ganha 'novo parça' no Santos

Parceiros, João Pedro e Neymar esperam brilhar juntos pelo Santos (Fotos: Ricardo Saibun/Divulgação Santos F.C)Como nunca antes havia acontecido, desde as categorias de base, o craque Neymar convive com a iminência de não ter ao seu lado no gramado, com uniforme do Santos, o "parça", como gosta de chamar o meia Paulo Henrique Ganso, padrinho do seu filho David Lucca, e que está cada vez mais próximo de deixar a equipe.

A reunião do Comitê de Gestão do clube, realizado na última quarta-feira, pode ter colocado ponto final na dupla, que tanto rendeu frutos ao Santos nos últimos anos. Em descontentamento mútuo, Ganso e Santos negociam a transação.

A saída do camisa 10, no entanto, não deve abalar o craque Neymar, afinal, segue tendo à disposição um legítimo “parça“ na equipe, disposto a cravar uma nova dose de história no Peixe. Trata-se do meia João Pedro, 20 anos, que foi apresentado na última quarta, no CT Rei Pelé.

Cria do Atlético-MG, o novo reforço também goza de grande entrosamento com a Joia desde “pivete“. A dupla atuou junta nas categorias de base da Seleção Brasileira desde o sub-15, passando pelo Mundial sub-17 e chegando, por fim, ao sul-americano sub-20, ano passado.

Desde a conquista sul-americana, em 2011, dupla não atua junta. No reencontro, na última semana, mais precisamente na chegada à Vila Belmiro, meia revelou surpresa por parte do camisa 11 ao revê-lo .
– Ele assustou quando me encontrou no CT, ninguém poderia saber. Não contei nada para ele (sobre a negociação) porque ele é folgado, boca aberta (risos) – brincou João Pedro.

No primeiro treinamento juntos, na última quinta, os “parças“ já deram mostras do entrosamento de longa data. Com passes, lances de

efeito e gols, dupla comandou equipe titular em treino coletivo diante dos juniores.
A estreia da “nova“ parceria, no entanto, terá de ser adiada, já que Neymar, assim como goleiro Rafael e o meia Ganso, está com a Seleção Brasileira, que vai em busca do ouro olímpico inédito em Londres. João Pedro pode estrear neste domingo, diante do Botafogo.

Fonte-Lancenet

Juliano.Gouvei
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Herói, 'São' Betinho festeja: 'Nosso nome ficará marcado'

HOME Coritiba x Palmeiras - Copa do Brasil - Gol do Betinho (Foto: Ari Ferreira)
Marcos não está mais no plano dos terrestres do Palmeiras. Santo desde 1999, quando teve a canonização contra o maior rival em disputa de pênaltis, o ex-goleiro se aposentou no início do ano e, pela primeira vez, comemorou um título como torcedor. Nesta quarta-feira, esteve no hotel para participar da preleção de Felipão. E, se tivesse de indicar um canditado ao seu posto, dificilmente apontaria para Betinho...

Atacante de 25 anos, o camisa 33 – a chamada idade de Cristo – tinha tudo para ser aquele tipo de jogador que, daqui a alguns anos, o torcedor olharia no pôster e, apenas com muito custo, lembraria que participou da campanha vitoriosa.

Mas o mundo do futebol é incerto e dá muitas voltas. Reserva do São Caetano no início do ano, chegou ao Palmeiras em maio e causou polêmica. Sem badalação ou glamour, e com passagens também por clubes como Naútico, Coritiba, Gil Vicente (POR), Marília, Fortaleza e Vila Nova, foi sempre visto com desconfiança pelos torcedores e até pela própria comissão técnica, que entrou em atrito com a direção após o acerto sem o seu pedido.

A aposta barata, porém, ficou. Com contrato de três meses, se beneficiou pelas lesões dos colegas e substituiu Barcos, que passou por cirurgia de apendicite, nas finais.

– Sou predestinado, não estou no Palmeiras à toa – disse, após a vitória por 2 a 0 contra o Coxa, quando sofreu o pênalti do primeiro gol.

Nada era mesmo à toa. Na finalíssima, após perder chance clara de gol na primeira etapa, seguiu de cabeça erguida. Cabeça que desviou a bola da falta batida por Marcos Assunção aos 28 minutos do segundo tempo. E que garantiu o título tão sonhado e perseguido pelo Verdão.

Herói improvável, ele festeja o seu momento milagroso e torce pela renovação do contrato, que termina em agosto. Singelo sonho de quem entrou para a história.

— Agora nosso nome ficará marcado no quadro (de campeões) e ninguém vai tirar. Ninguém esquecerá para sempre. Independente de ficar ou não no clube, mas é claro que o desejo é ficar, o importante é que entrei para a história. Pensei na minha família, que sempre sofreu comigo, e agora vou comemorar com eles.

Fonte-Lancenet

Juliano.Gouveia
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Marcos Assunção comemora conquista com frase do Bope: "Missão dada é missão cumprida"




O volante Marcos Assunção, um dos heróis do bicampeonato do Palmeiras na Copa do Brasil, inspirou-se no Bope (Batalhão de Operações Especiais) para comemorar o título da equipe no torneio. 
Muito emocionado, o jogador não segurou as lágrimas, mas falou que a conquista é a mais importante de sua carreira.
"Parceiro, missão dada é missão cumprida. Estou muito feliz, muito emocionado", declarou o volante, responsável pela cobrança de falta que originou o gol de Betinho, que empatou a partida em 1 a 1 e praticamente garantiu o bicampeonato alviverde. 
Fonte: Uol
                                                                        Erly Souza
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Felipão relembra vexame para tirar sarro do Coritiba


Fonte: Uol
                                                                 Erly Souza
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Betinho faz gol, vira personagem do Palmeiras campeão e dedica título à filha e a Barcos


Com a ausência de Barcos, Betinho virou titular do ataque do Palmeiras
Com a ausência de Barcos, Betinho virou titular do ataque do Palmeiras
O Palmeiras não ganhavaum título nacional há 12 anos. E corriaesse risco até os 20 minutos do 2º tempo. Foi aí que apareceu Betinho, o homem que selou a conquista para os paulistas. Até o atacante empatar o duelo por 1 a 1, bastava apenas mais um gol ao Coritiba para a decisão da Copa do Brasil ir para os pênaltis.
Quis o destino que justamente Betinho, um dos mais contestados pela torcida, substituir Hernán Barcos, e fazer o gol do título.
“Não sei o que falar em uma hora dessas. Na minha chegada, encarei muita desconfiança. Tenho muito a agradecer ao Barcos, tenho muito a agradecer a ele. Ele merece muito esse título. Quero agradecer ao papai do céu e dedicar o título à minha filha”, afirmou Betinho após o jogo.
“O grupo me acolheu, o professor deu esperança. Aproveitei e agora é só comemorar. Agora, nosso nome vai ficar marcado e ninguém vai esquecer a gente”, completou.
 O atacante chegou contestado por boa parte da diretoria e só veio porque não havia dinheiro em caixa. Era a última opção, atrás até de Caio Mancha, garoto da base que nunca havia sido testado. Agora, pode ser considerado um grande responsável pelos cerca de R$ 2 milhões que entrarão no caixa como premiação do título.

Betinho, que no ano inteiro havia feito um gol, fez nesta quarta-feira, aos 20 minutos do segundo tempo, aquele que é o tento mais importante da carreira e que fez os mais de 5 mil palmeirenses no Couto Pereira serem ouvidos.

Betinho, tão contestado, passou pelo Coritiba, não agradou e foi dispensado por deficiência técnica. Agora, teve o nome xingado por todos que sempre o xingaram, mas pelos gols perdidos. Ele é o nome que selou o título invicto do Palmeiras. 
Fonte: Uol

                                                                          Erly Souza

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Vídeo : Corinthians 1 x 3 Botafogo Campeonato Brasileiro 7 º Rodada 12/07/12 Melhores Momentos

 


Juliano.Gouveia
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Corinthians Deve acertar Com Martinez Até o Fim De Semana

Juan Manuel Martínez (Foto: Divulgação / Vélez Sarsfield)
A diretoria corintiana deve fechar a contratação do argentino Juan Manuel Martínez, do Vélez Sarsfield (ARG), até o fim desta semana.

Destaque da equipe argentina na última Copa Santander Libertadores, o atacante, de 26 anos, já acertou a base salarial com o Corinthians.

Com tudo apalavrado com o jogador, o Timão negocia agora a forma de pagamento da transferência. A aposta do clube é o aporte financeiro que terá com um investidor, que desde o início mostrou-se disposto a ajudar.

“Burrito” Martínez, como é conhecido na Argentina, é visto pela comissão técnica como o jogador ideal para ser o substituto de Willian e Gilsinho, negociados recentemente com Metalist (UCR) e Sport, respectivamente.

Fonte-Lancenet

Juliano.Gouveia
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Palmeiras supera década de frustrações e ganha a Copa do Brasil com sua jogada mais manjada



Palmeiras conquista a segunda Copa do Brasil depois de ser campeão em 1998



Acabou uma década marcada por derrotas doídas, eliminações vexatórias e disputas políticas. O alviverde imponente ressurgiu e voltou a ser campeão da Copa do Brasil. Não teve grandes jogadas, dribles ou lances bonitos, mas teve falta decisiva de Marcos Assunção. Título com a cara do Palmeiras.
Com uma boa marcação e organização tática, a equipe segurou o Coritiba e seu 'Green Hell' e precisou de uma bola parada para empatar por 1 a 1 no Couto Pereira. O suficiente para levantar a taça após o triunfo por 2 a 0, na semana passada, na Arena Barueri.
Se os palmeirenses se acostumaram com a chacota dos rivais no últimos anos, agora podem se gabar. Nada do estrelado Santos ou do Corinthians, novo dono da América. O Verdão tem a soberania nacional com dez conquistas, contra nove do alvinegro praiano. São oito Brasileiros reconhecidos pela CBF, mais duas Copas do Brasil.
A vitória ainda representa a redenção de Felipão que em dois anos de comando passou de ídolo a questionado por seu 'custo-benefício' e até 'desatualização'. Mas o treinador mudou. Deixou os conturbados bastidores de lado, se concentrou no time e pode ostentar status que o acompanhou em toda a sua carreira: copeiro. Tem quatro Copas do Brasil no currículo.
Mais que a redenção de um técnico, o time celebra a redenção de um clube. Um clube que vai ocoupar as manchetes dos jornais desta quinta-feira pelas glórias de heróis como Marcos Assunção, Henrique e Thiago Heleno e pela festa de sua torcida. Depois de muito tempo, as polêmicas e pataquadas de seus Mustafás, Avalones e Tirones ficarão de lado.
O Verdão ainda volta a conquistar um título de elite desde o Paulista de 2008 e de expressão nacional desde a Copa dos Campeões de 2000. Também é o único campeão invicto do torneio desde o Cruzeiro de 2003 e tem a tranquilidade de ter vaga garantida na Libertadores de 2013.
Ao Coritiba, resta tenta sorte maior no Campeonato Brasileiro após duas finais frustrantes seguidas na Copa do Brasil.
O jogo começou envolto em uma grande festa. O Coritiba promoveu o famoso 'Green Hell', uma festa eletrônica, com luzes, telão e gelo seco para receber o time, já que a polícia proibiu a entrada de fogos de artifício e sinalizadores.
Mas, cascudo, o Palmeiras nem se importou com a intimidação e nem com os vários desfalques. Hernán Barcos, operado de apendicite, Luan, com estiramento na coxa, Adalberto Román, com dores musculares, e Valdivia, suspenso.
A equipe se mostrou muito mais organizada do que no primeiro tempo do jogo na Arena Barueri, em que tomou um sufoco. Bem defensivamente, Henrique, Thiago Heleno e Mauricio Ramos davam a confiança que a torcida precisava.
Ciente de suas próprias limitações, o Palmeiras fazia um jogo mais planejado que o Coxa e em pouco tempo conseguiu talvez a façanha mais difícil: calar a festa no Couto Pereira. O Verdão jogou fechado, procurou valorizar a posse de bola e ainda chegou com perigo em algumas oportunidades.
Henrique saía para o jogo e se revezava com Assunção na função de primeiro volante, enquanto João Vitor aparecia pela direita. Apesar de estar melhor no jogo, a equipe pecava por não aproveitar os contra-ataques e tinha problemas em seu setor esquerdo de marcação.
A equipe da casa, no entanto, não explorava o ponto fraco do rival e concentrou seu jogo no meio de campo facilitando a marcação para os paulistas. O time da casa errou muitos passes e só se empolgou com um vacilo de Thiago Heleno que perdeu a disputa para Everton Costa. Rafinha ficou com a bola e chutou com efeito tirando tinta da trave.
O segundo tempo mostrou um Palmeiras mais preocupado com o relógio que com a bola. O título parecia questão de tempo para os jogadores, mas ainda faltavam 45 minutos. A equipe recuou demais, ainda mais quando Felipão colocou Luan para marcar.
O Coxa cresceu e teve a visão de seu técnico que colocou Ayrton e Lincoln nos lugares de Jonas e Sérgio Manoel, respectivamente. E foi justamente dos pés do lateral direito que saiu o primeiro gol do jogo. A torcida se empolgou e o filme das derrotas improváveis e doídas voltou a preocupar os palmeirenses. Mas este ano é diferente.
Quatro minutos depois, lá estava Marcos Assunção. Pode ser chamado de 'kicker', de velho e de não conseguir ajudar a marcação. Mas é inegável seu poder de decisão. Mais uma vez cobrou falta com primor e fez a bola encontrar seu companheiro, dessa vez Betinho, para marcar. O Coxa precisava fazer mais três gols e já não tinha forças. Ainda houve tempo para Pereira ser expulso nos acréscimos, mas era preciso administrar e comemorar.
Fonte: Uol

                                                                           Erly Souza


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Palmeiras segura Coritiba, encerra jejum e é bi da Copa do Brasil

Palmeiras tomou um susto, mas comemorou o gol de Betinho e ficou com o título. Foto: Giuliano Gomes/Gazeta Press

O que era fila virou passado. O que era crise eterna virou comemoração para sempre. Aquele que era criticado e menosprezado se tornou campeão da Copa do Brasil de 2012. O Palmeiras superou todas dificuldades que apareceram no caminho e, após o empate por 1 a 1 com o Coritiba nesta quarta-feira, voltou a ser campeão nacional, já que tinha vencido a primeira final por 2 a 0. O gigante despertou, está comemorando e não tem hora para dormir. A festa palmeirense está decretada, para alívio de quem sofreu por 13 anos sem um título de expressão.


A ressurreição de um Palmeiras imponente aconteceu graças a um herói improvável: Betinho, o desconhecido substituto de Barcos, marcou o gol do empate nesta quarta. Dessa forma, o time fde Felipão manteve sua invencibilidade na competição nacional e se classificou para a próxima edição da Copa Libertadores. Com uma defesa pela qual poucos passaram e atacantes realmente raçudos, o Palmeiras mostrou que de fato é campeão.

Assim como na primeira final, o Coritiba adiantou a marcação e tentou pressionar o Palmeiras no começo de jogo. Tentou justificar o "inferno" criado pela torcida paranaense. Mas o time de Felipão apostou em chutões, acertou contra-ataques, cresceu na partida e criou chances. Porém, visivelmente nervosos e ainda atrapalhados pelo gramado encharcado, os dois times erraram lances simples e mantiveram o 0 a 0 até o final do primeiro tempo.

O segundo tempo começou com uma pressão absurda do Coritiba, que fez o Palmeiras provar do próprio veneno: Ayrton cobrou falta com perfeição e abriu o placar. Porém, logo depois, Betinho aproveitou cruzamento de Marcos Assunção, desviou para o gol e fez o Palmeiras sair do inferno para o paraíso em apenas quatro minutos. O Coritiba passou a precisar de três gols, mas pouco assustou o goleiro Bruno e ainda viu o Palmeiras fazer a festa em sua casa.
Inferno inicial

O Coritiba entrou em campo sob a prometida festa tecnológica da torcida, o "Green Hell". E o começo de jogo foi realmente um inferno, mas para o Palmeiras: a posse de bola ficou muito mais tempo com o time mandante, que adiantou a marcação, assim como tinha feito na primeira partida da final. Essa estratégia mais uma vez atrapalhou a já deficiente saída de bola palmeirense.

No entanto, com o campo encharcado, o futebol do Coritiba foi atrapalhado e não foram criadas chances de gol. E a melhor oportunidade veio do outro lado, aos 12min, no primeiro ataque bem pensando do Palmeiras. Na ponta esquerda, Mazinho rolou para Juninho, que chutou por cima do gol, assustando o goleiro Vanderlei. E dessa forma, com raros ataques e muitos chutões, o Palmeiras superou os primeiros 15min de pressão.

Aos 19min, uma nova chance palmeirense foi criada, e dessa vez no melhor estilo do time: após cobrança de falta de Marcos Assunção, Betinho ficou sozinho na área, mas chutou para fora. A resposta do Coritiba demorou para acontecer, mas foi melhor ainda: após vacilo de Thiago Heleno, Everton Costa rolou para Everton Ribeiro, que chutou de três dedos e viu a bola passar raspando a trave.

Com a postura assumida de priorizar a defesa, o Palmeiras contra-atacou sempre com poucos jogadores e por isso não levou mais. Pelo menos o Coritiba foi bem anulado, por estar sempre em desvantagem numérica no ataque. Mesmo com a substituição forçada do lesionado Thiago Heleno por Leandro Amaro, o Palmeiras segurou o empate até o fim do primeiro tempo e superou o inferno incial proposto pelo Coritiba.

Retranca infernal e gols

O começo do segundo tempo seguiu no mesmo tom do primeiro: o Coritiba dominou a posse de bola, mas sofreu para criar chances de gol e superar a retranca palmeirense. Sem conseguir atacar, Felipão resolveu trocar Luan por Daniel Carvalho, que teve má atuação substituindo o suspenso Valdivia. Em resposta, Marcelo Oliveira colocou o meia Lincoln no lugar do volante Sergio Manoel.

Não demorou para o tempo mostrar que o Coritiba teve a substituição mais acertada: Lincoln sofreu falta na esquerda, e o lateral Ayrton, que tinha entrado no intervalo, cobrou com perfeição. Bruno até pulou e se esticou, mas a bola foi para o fundo do gol. Porém, apenas quatro minutos depois, Marcos Assunção cobrou falta desviada de leve por Betinho, que deixou tudo igual novamente.

Precisando de três gols, o Coritiba ainda viu Marcos Assunção acertar uma cobrança de falta na trave, aos 28min. Uma grande chance só foi criada pelo time paranaense aos 32min, mas Bruno defendeu o perigoso chute de Anderson Aquino, outro que saiu do banco de reservas durante o segundo tempo. A posse de bola ficou quase sempre com os donos da casa, mas Pereira ainda foi expulso e o título da Copa do Brasil ficou mesmo com o Palmeiras.

Ficha Tecnica

CORITIBA 1 x 1 PALMEIRAS
 
Gols

CORITIBA:

Ayrton, aos 16min do 2º tempo
PALMEIRAS:

Betinho, aos 20min do 2º tempo

CORITIBA: Vanderlei; Jonas (Ayrton), Emerson, Demerson e Lucas Mendes; Willian e Sérgio Manoel (Lincoln); Rafinha, Éverton Ribeiro e Éverton Costa; Roberto (Anderson Aquino)
Treinador: Marcelo Oliveira

PALMEIRAS: Bruno; Artur, Mauricio Ramos, Thiago Heleno (Leandro Amaro) e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, João Vitor (Marcio Araújo) e Daniel Carvalho (Luan); Mazinho e Betinho
Treinador: Luiz Felipe Scolari

Cartões amarelos

CORITIBA: Lincoln e Rafinha

PALMEIRAS: Artur, Henrique, Juninho e Marcos Assunção

Cartão vermelho

CORITIBA: Pereira
Árbitro

Sandro Meira Ricci

Local

Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR)

Fonte-Terra

Juliano.Gouveia
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