sexta-feira, 19 de outubro de 2012

'Presidente do parquinho', Patricia se diz orgulhosa: 'Falar é fácil, vem fazer'


Pelo voto popular, Patricia Amorim não conseguiu se reeleger vereadora. Agora, o colégio eleitoral está dentro dos muros da Gávea. Candidata à reeleição em dezembro, a dirigente faz um balanço de dois anos e quase dez meses como presidente do Flamengo. Dentro do frenético e dividido cenário político do clube, ela parte para o ataque. E faz convite para o embate.
Ex-nadadora, fã de esportes olímpicos, Patricia Amorim diz que é presidente de uma instituição, e não apenas do futebol. Dentro de campo, disputadas 31 rodadas, o Rubro-Negro ocupa a 15ª colocação no Brasileirão e ainda corre risco pequeno de rebaixamento. A dirigente admite erros no departamento, que tem reflexos em toda a estrutura do Flamengo. Um deles seria a demissão de Vanderlei Luxemburgo, em fevereiro. Mas ela cobra divisão de responsabilidade.
- A culpada não é a presidente. Erramos todos, dentro e fora de campo. Perdemos gols que não podíamos perder, falhamos em trocas que não deveríamos ter feito, ou se fizemos foi no tempo errado - diz.
Patrícia Amorim com criança no parquinho Flamengo (Foto: Alexandre Vidal / Fla Imagem)
Alvo de ataques e questionamentos, Patricia parece ávida por falar. Em 48 minutos de entrevista, interrompe diversas perguntas antes do fim, em algumas respostas emenda um assunto no outro. Mexe as pernas e desfia um copo de plástico. Algo parece incomodar.
Falar é fácil, vem aqui fazer. Quero ver fazer, vem fazer. Vem me enfrentar aqui, não na covardia, pois não sou covarde"
Patricia Amorim
- Algumas pessoas não vivem o clube, mas acham que são dignas de serem presidentes do Flamengo. Se eu for para um debate, eles não vão saber do que eu estou falando - atirou Patricia.
Para os críticos, novo tom desafiador:
- Falar é fácil, vem aqui fazer. Quero ver fazer, vem fazer. Vem me enfrentar aqui, não na covardia, pois não sou covarde - diz a presidente, que julga que muitas das pancadas que sofre acontecem por ser mulher, de esportes olímpicos, "educada e elegante".
A alcunha de “presidente do parquinho” parece não incomodar a mandatária:
- Tenho orgulho (de ser chamada de presidente do parquinho). As famílias se encontram no Flamengo, têm uma área de lazer. É inveja, pois nem o parquinho conseguiram fazer. Patrimonialmente, nem o parquinho conseguiram fazer. Não fiz só o parquinho, reformei os ginásios, estou fazendo o CT, resolvi o problema do Morro da Viúva.
Confira o balanço de Patricia Amorim.
GLOBOESPORTE.COM: Você perdeu a eleição para vereadora. Como reagiu diante do voto popular, que não a credenciou à reeleição?
Patricia Amorim: Reagi como acontece quando você perde um jogo. É muito ruim, doloroso. Hoje, perder um jogo é até pior do que uma eleição. Apesar de ser uma coisa pessoal, ter uma relação direta com as pessoas que trabalham comigo, com a família que sente muito, atualmente sinto muito mais perder um jogo, um campeonato, do que a eleição. As coisas se misturaram, minha vida com o Flamengo. O momento do Flamengo era ruim no futebol, isso teve um reflexo grande. E teve uma coisa interessante que ficou provada: as pessoas acham que apenas o clube em si elege muito, mas não elegeu ninguém. O que eu sinto, como vereadora, é que a Câmara perde uma pessoa que milita pelo esporte num momento crucial de Copa e Olimpíadas. A leitura que faço é que as pessoas não acham que isso seja importante.
Logo em seguida, vem o processo eleitoral do clube, no qual os sócios elegem o presidente. O que acha que a credencia a ser reeleita no Flamengo?
O futebol não tem uma lógica. Tem o Campeonato Brasileiro,
que é muito equilibrado, em que acontece de o líder perder para o lanterna. Os times se equivalem. Os que erraram menos
marcaram o maior número de pontos. Nós erramos muito,
dentro e fora de campo"
Patricia Amorim
Organizei um clube que estava abandonado. O Flamengo cresceu como instituição, você tem o respeito do seu funcionário. O clube não se fortalece externamente se internamente não estiver muito sólido. Agora, tivemos questão de penhora por conta de impostos de 2007, 2008 e 2009 que não foram pagos na gestão anterior, do presidente Márcio Braga. Tínhamos que escolher entre pagar funcionários ou jogadores. Pagamos a folha dos funcionários, que é bem menor. Até porque um jogador com um salário mais alto ganha praticamente a metade da folha dos funcionários. E precisamos do clube funcionando. O sócio, que é quem vota, pode avaliar o que foi feito. As evoluções patrimonial e esportiva são notórias. No futebol, principalmente em 2012, foi um ano em que a gente errou, tenho humildade de falar isso. E precisa acertar. O ano passado foi bom, mas, na avaliação geral, temos que melhorar no futebol. Mas é uma instituição que não funciona apenas com o resultado de futebol. Não sou eu que estou dizendo que é assim, isso acontece há 116 anos.
Você sempre teve sua vida ligada a esportes olímpicos, diz que o clube não funciona apenas com futebol...
(Interrompe a pergunta) Sim, e ganhei uma eleição no dia seguinte ao Flamengo ser campeão nacional, o que não acontecia há 17 anos. Isso foi uma resposta que o clube deu, reagiu aos desmandos e abandono da instituição. Como fui eleita por esse segmento, procurei tratar o clube da forma como o associado queria. E tratei muito bem.
Mas se arrepende de não ter ficado mais próxima ao futebol?
O futebol não tem uma lógica. Tem o Campeonato Brasileiro, que é muito equilibrado, em que acontece de o líder perder para o lanterna. Os times se equivalem. Os que erraram menos marcaram o maior número de pontos. Nós erramos muito, dentro e fora de campo. Por isso, não tivemos os pontos que sonhávamos. A culpada não é a presidente. Erramos todos, dentro e fora de campo. Perdemos gols que não podíamos perder, falhamos em trocas que não deveríamos ter feito, ou, se fizemos, foi no tempo errado. Hoje fazemos essa avaliação. Seguimos caminhando, não podemos errar de novo.
Quando você assumiu o clube...
Ando de cabeça erguida no clube. De uma forma ideológica, alguns podem até não concordar, querem só futebol, é uma linha. Só que não sou presidente de um time de futebol, e sim de uma instituição"
Patricia Amorim
(Interrompe) Eu me assustei porque não tinha um jogador, não tínhamos salário de dezembro pago, não tínhamos 13º. O dinheiro do prêmio sumiu. O capitão na época era o Bruno, que veio cobrar. E simplesmente não tinha dinheiro. Anteciparam R$ 80 milhões do outro ano, empréstimos, dívidas e dívidas. O que fizemos: pagamos 34 meses de salários em dia, atrasamos 15 dias agora por questão de penhora. Temos jogadores que são nossos, podemos vender, negociar, são patrimônio do clube, como o CT, o Morro do Viúva. O título de sócio-proprietário teve uma valorização. Hoje não se ouve falar de dinheiro desviado, paraíso fiscal como já teve, não tem esse desconforto. O que podem falar é se um contrato foi bom ou não, a saída do treinador, de um jogador, isso é de cada um. Quem fala mal, quem joga pedra e não vem ao clube, não vai a um jogo, não vem em reunião de conselho, não tem credibilidade para falar. As pessoas que batem e se dizem oposição estão fora do clube. Vem para o clube fazer, vem. Ando de cabeça erguida no clube. De uma forma ideológica, alguns podem até não concordar, querem só futebol, é uma linha. Só que não sou presidente de um time de futebol, e sim de uma instituição.
Reeleição é diferente de uma eleição. Num primeiro momento, o candidato eleito precisa arrumar a casa...
E arrumei muito bem.
Mas um segundo mandato é completamente diferente, não?
No primeiro mandato, você deixa de fazer muitas coisas ou pisa em ovos porque existem elos com o passado, grupos políticos. Entendo que fui destruída externamente porque internamente estava sólida e forte, as pesquisas apontam, o clube funciona bem. Mas não destrói uma história, uma pessoa. A pancada é forte, dói muito. Às vezes, se sente muito solitária. Quem está fora não sabe o que é o clube. O que me regenera é que no meio do futebol - não da imprensa esportiva do futebol - e do esporte sou bastante reconhecida, escuto isso dos treinadores que saíram, que estão aqui, presidentes de clubes, de federações. Sou respeitada porque sou uma pessoa direita, honesta, correta e digna. Tenho família consolidada, não tive quatro, cinco, dez casamentos. Frequento o Flamengo diariamente há 35 anos, vou continuar frequentando o clube, reuniões do conselho. Algumas pessoas não conhecem o clube, mas acham que são dignas de serem presidentes do Flamengo. Se eu for para um debate, eles não vão saber do que estou falando. Eles falam do Flamengo como uma empresa, mas não é, pois não visa a lucro. Visa a resultados esportivos. Se tiver lucro financeiro... não pode continuar dando o prejuízo que dava, sei a quantidade de dívida que paguei. Tem que fazer esporte, essa é a história do Clube de Regatas, de Regatas do Flamengo. Como podem ter candidatos que não cumprem o estatuto, sequer têm condições de serem candidatos, chapas com problemas?
Patricia amorim vanderlei luxemburgo grêmio treino (Foto: Ralff Santos / Agência Futura Press)
A sua preocupação com a parte social do clube e a postura em certos momentos de tensão provocam críticas. Como reage quando é chamada de presidente do parquinho e ouve a crítica de que se omite em momentos de pressão e crise?
Vejo filhos e netos de ex-presidente que ficam pedindo ingresso aqui, e não é pouco, não. Quase uma torcida organizada. Acho surreal"
Patricia Amorim
Olha, isso foi construído atrás de uma imprensa que não disse ao que veio. Existem pessoas que sonham ser presidentes do Flamengo e querem ser de fora. Vem aqui ver se ganham uma eleição. Eu ganhei, realizei o meu sonho e estou há três anos dando minha contribuição. Falar é fácil, vem aqui fazer. Quero ver fazer, vem fazer. Vem me enfrentar aqui, não na covardia, pois não sou covarde. Eu enfrento, ando na rua, escuto torcedor reclamando, tenho carinho e paciência de escutar. Apanho porque sou mulher, porque a minha origem é esporte olímpico. Apanho porque sou elegante e educada, e essas pessoas não são. Mas uma grande parte é frustrada. Imagina passar a vida falando do que as pessoas realizam, já que elas mesmo não realizaram nada. Quem são essas pessoas que não realizaram nada para o Flamengo? Quando não estava nos poderes do Flamengo, eu comprava meu ingresso. Vejo filhos e netos de ex-presidente que ficam pedindo ingresso aqui, e não é pouco, não. Quase uma torcida organizada. Acho surreal. Tenho orgulho (de ser chamada de presidente do parquinho). As famílias se encontram no Flamengo, têm uma área de lazer. É inveja, pois nem o parquinho conseguiram fazer. Patrimonialmente, nem o parquinho conseguiram fazer. Não fiz só o parquinho, reformei os ginásios, estou fazendo o CT, resolvi o problema do Morro da Viúva. Problema pontual é o futebol. Se a bola entrasse, estaríamos falando em outro tom, de outra forma. Como sou jovem, mulher e vim de esporte olímpicos, eu não posso dar certo. Tolerância é zero. Mas trabalho pelo Flamengo. Eles vão trabalhar fora.
Concorda que a torcida se ressente de uma conquista maior no futebol...
(Interrompe) O Flamengo ficou 17 anos sem ganhar um título nacional, parece que ganha todo ano, pelo amor de Deus. Título mundial comemorou 30 anos. Então... nunca gerei uma expectativa em quem votou em mim de que eu resolveria o futebol. Tínhamos uma linha, mas o ano de 2010 foi louco, nos restabelecemos, fizemos a maior contratação do futebol brasileiro trazendo o Ronaldinho em 2011, de derrubarem o portão.Tinha aprovação externa, interna, era um bom contrato. Depois...
(Patricia entra em outro assunto)
O Flamengo ficou 17 anos sem ganhar um título nacional, parece que ganha todo ano, pelo amor de Deus. Título mundial comemorou 30 anos. Então... nunca gerei uma expectativa em quem votou em mim de que resolveria o futebol"
Patricia Amorim
Entendemos que o Vanderlei Luxemburgo é importante em qualquer time, o Ronaldinho, o Deivid está fazendo gols no Coritiba e era um líder. Trouxemos todos esses personagens, e todos os outros. Só que esses personagens estão funcionando bem separados, achávamos que eles funcionariam bem juntos, a resposta está aí, porque essas lideranças deram curto-circuito no Flamengo. Foi nosso maior erro: achávamos que tínhamos que ter o maior jogador do mundo, o treinador com maior numero de títulos brasileiros. Eu penso o Flamengo grande, só que foi muito cacique para pouco índio, ou os bicudos não se beijam. A gente começou a ter problema em setembro do ano passado por conta dos conflitos. Saí bem com Luxemburgo e Deivid, eles não falam mal. Estamos pagando a dívida, com Joel também. Reconhecemos erros, cumprimos com compromissos. Pergunta ao Romário como foi recebido no Flamengo. Uma das críticas é que o acordo da dívida com ele não foi bom. Vasco está brigando, já penhoraram não sei lá o que, isso é uma barbaridade. Há um mês pagamos R$ 4 milhões ao Marítimo (ainda por conta de Souza). Essas dívidas não são minhas, não fui eu que fiz. Trouxemos Dorival, bom treinador. Elenco às vezes funciona, os meninos nem sempre são regulares. Quando trouxemos o Joel e não trouxemos o Paulo Angioni, ficamos sem uma interlocução. Na saída do Vanderlei, que não tem problema com Flamengo, nem comigo, foi um amigo que fiz no futebol. De repente, erramos na forma (da demissão), no tempo, ouvimos muita gente. Isso vai fazendo parte, mas fazer análise só pontual é até covardia. Tive títulos na base, no futebol, CT é uma realidade. “Ah, você é paternalista, amadora”, dizem. E a estrutura do comando é amadora, assim é o estatuto.
Você destacou que arrebentaram o portão para receber o Ronaldinho, depois ele arrebentou os cofres com pedido de R$ 40 milhões na Justiça. É inegável que o clube falhou com ele, assumiu um pagamento que não conseguiu honrar. Mesmo assim...
(Interrompe) Não vejo dessa forma. O clube falhou porque assumiu uma dívida que era da Traffic. Depois, tivemos dificuldade mesmo. O jogador não estava de acordo, ou o irmão, isso nunca foi conversado. Não é só a presidente ou o lado financeiro. Ele veio para o clube porque quis, conseguimos fazer com que voltasse à Seleção, que chegasse a 9,5% de percentual de gordura. Sempre procurávamos solucionar todos os problemas que ele trazia para o clube. O que a nação fez por ele, nós todos, não era para sair dessa forma. Poderia dizer que não estava satisfeito e chegar a um acordo. Foi assim com Vanderlei, Deivid, Joel. Uma conversa: “Falhei aqui, falhou ali, você sai pela porta da frente”. Todo mundo esperava que o Ronaldo tivesse comportamento diferente, ele foi bem tratado, e nos tratou mal quando saiu. Muito feio, isso. Se foi boa a contratação, é avaliação de cada um, hoje é fácil falar. O Flamengo precisa ter um jogador referência, o Fluminense tem o Fred. Os grandes times têm jogadores de referência. Quem errou com a gente foi ele. Não fiz nada de ilegal.  Quando trouxeram Sávio, Romário e Edmundo, deixaram uma dívida de R$ 60 milhões, e nem por isso algum presidente foi cassado. Na condução do processo, quem teve má-fé foi o lado de lá.
Vários setores do clube são questionados. O que acontece, já que foram escolhidos por você, que buscava uma renovação do quadro?
O Mauricio (Assumpção, presidente do Botafogo) é separado, mora com cachorro e diz: “Ele não me critica, não me joga pedra”. Acho um barato"
Patricia Amorim
Na terça, fiz reunião de diretoria e fui bem clara com todos os vices: não garanto ninguém, não quero esse compromisso, não tenho isso com absolutamente ninguém. O compromisso é que eles terminem até dezembro o que começaram. Temos que procurar os melhores em cada área, é um clube muito dividido. Quando algumas pessoas não estão no poder, tentam destruir o clube. A proposta era trazer quadros novos. Alguns funcionaram, outros, não. Não tenho compromisso com ninguém, dei oportunidade. Se quiserem contribuir, que venham, está aberto.
Com tanta pressão, críticas, interferência na vida pessoal, por que tentar ser presidente do Flamengo por mais três anos?
Sinto que não terminei o trabalho. Também não estou satisfeita com tudo, tem muita coisa boa, mas as pessoas fazem análise atrás de computador, no ar-condicionado. Ah, dizem que não temos patrocínio master, mas temos R$ 21 milhões sem o master. Mudou essa logística de camisa. Antes era um patrocinador só, agora não é mais assim. O Corinthians está na final do Mundial e não tem patrocinador. Perdi noite de sono, saúde, estou cheia de cabelo branco, que pinto com frequência. O Flamengo não é uma empresa normal. Tem quem diga: “Ah, eu na minha empresa...". Aqui isso não se aplica. Uma hora a torcida endeusa o Ronaldo, depois não quer mais, quer o Adriano, depois não quer
Ronaldinho, então, tinha razão: “Flamengo é Flamengo”
Flamengo é Flamengo. Muito difícil, cansativo. Tenho uma família diferente. O Mauricio (Assumpção, presidente do Botafogo) é separado, mora com cachorro e diz: “Ele não me critica, não me joga pedra”. Acho um barato.
Fonte:Globo Esporte
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STJD ordena interdição imediata e por tempo indeterminado da Vila Belmiro

O presidente o Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Flávio Zveiter, decidiu nesta sexta-feira pela interdição imediata da Vila Belmiro. Ele atendeu a uma liminar pedida pelo procurado Paulo Schmitt por conta da impossibilidade de acesso de ambulâncias ao gramado do estádio do Santos.

A interdição da Vila Belmiro só será revogada após uma nova vistoria e um novo laudo do local. O próximo jogo do Santos em casa, contra o Náutico na próxima quinta-feira, já terá que ter o local remarcado pela CBF. Além deste, a equipe da Baixada Santista tem apenas mais dois jogos como mandante até o final do ano.
“A estrutura hoje infelizmente não permite a total segurança daqueles que estão participando do evento esportivo. Isso foi comprovado durante a semana, com o evento envolvendo o atleta do Atlético-MG. Por conta disso, determinei por cautela a interdição até que se garanta a segurança dos jogadores”, disse o Zveiter à Rádio Estadão ESPN.

"É necessário que o Santos comprove que as obras foram concluídas e passam a dar a segurança para esses eventos na vila. O clube precisa de um laudo do corpo de bombeiros comprovando as obras. A interdição será indeterminada até resolver esse problema", completou.
Gazeta Press
Maca da ambulância precisou ser levada até onde estava Rafael Marques
Maca da ambulância precisou ser levada até onde estava Rafael Marques

Nesta quarta-feira, o zagueiro Rafael Marques, do Atlético-MG, bateu a cabeça com o companheiro Leonardo Silva e ficou caído no gramado. Como o choque foi sério, jogadores e médicos solicitaram a entrada de uma ambulância no campo para remoção do defensor. O veículo, porém, não conseguiu chegar ao local do incidente devido a um degrau que separa o estacionamento da área de jogo. O atendimento ao jogador levou mais de dez minutos por conta do problema.

O curioso é que o próprio Corpo de Bombeiros não acha que a Vila Belmiro tem problemas técnicos. Em entrevista ao ESPN.com.br, o Tenente Matheus, Chefe da Seção de Atividades Técnicas do 6º Grupamento de Bombeiros (Santos) defendeu que o regulamento não especifica nada quanto ao acesso da ambulância ao campo de jogo. A única regra é que o veículo possa ficar junto ao campo. “A Vila Belmiro atende a essa condição, oferecendo dois portões que garantem acesso a menos de 10 metros do campo de futebol”, disse.

De fato, o artigo 211 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, pelo qual o Santos foi punido, não é específico. Ele diz apenas que o clube mandante é o responsável por “manter o local que tenha indicado para a realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plana garantia e segurança para a sua realização.”
Reprodução
CBDJ - artigo 211
CBDJ - artigo 211

“A normatização do Corpo de Bombeiros estabelece que ‘devem ser garantidos dois acessos de veículos de emergência junto ao campo, em lados ou extremidades opostas, viabilizando a remoção das vítimas’", diz o Tenente Matheus.

Flávio Zveiter usou como argumento a própria delcaração do médico do Santos, Rodrigo Zogaib, para explicar a interdição da Vila Belmiro. Além disso, diz que o Corpo de Bombeiros deveria ter agido mais rapidamente para atender o atleta.

"O que vimos na partida foi ineficiência no atendimento ao atleta e também o não acesso da ambulância. Ela chegou ao local e tinha um degrau. O próprio médico do Santos disse que se ele permanecesse caído e desacordado, poderia ter sofrido um trauma muito grande. Se o Corpo de Bombeiros entende que não é necessário a ambulância entra em campo, deveria ter feito um atendimento mais rápido ao atleta, que ficou caído por 10 minutos", disse o presidente do STJD.

Também em conversa com o ESPN.com.br, o Coronel Marcos Marinho, responsável pelas questões de segurança da Federação Paulista de Futebol, não enxergou problemas no que aconteceu na última quarta-feira. Segundo ele, o mais importante não é que a ambulância consiga entrar em campo, mas sim que o atendimento seja feito rapidamente e com eficiência.

“Não é a ambulância em campo que vai salvar uma vida ou não. O que salva é o primeiro socorro. Se não tiver um atendimento rápido, não adianta nada a ambulância. O que importa é como você vai transportar a pessoa. Existe uma técnica toda especial para isso”, disse. “O que faltou na quarta-feira foi um procedimento melhor em relação aos primeiros socorros”, completou.

De qualquer forma, o Santos já tomou as medidas necessárias para não ter problemas. O próprio clube admitiu que a Vila Belmiro tinha falhas técnicas e, já na quinta-feira, começou as obras para que as ambulâncias possam estacionar dentro do campo.

"Estamos acatando a determinação. Desde ontem estamos tomando as providências para acabar com a interdição. Isso ficará pronto na segunda-feira e a partir daí ficará eliminado o fato que causa a interdição da Vila Belmiro. Se não for possível liberar o estádio para o jogo contra o Náutico, ainda vamos definir onde mandaremos a partida", disse Odílio Rodrigues, vice-presidente do clube.
Fonte:Espn
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Em jogo marcado por agressão de torcedor em goleiro, Leeds empata no fim com o Sheffield Wednesday

O Sheffield Wednesday recebeu o Leeds United e empatou por 1 a 1, nesta sexta-feira, pela abertura da 11ª rodada da segunda divisão do Campeonato Inglês. O resultado, porém, ficou em segundo plano. Isso porque um fato lamentável acabou por marcar o duelo ocorrido no Hillsborough Stadium. Logo após o gol de empate do Leeds, o goleiro Kirkland, do time mandante, foi agredido por torcedores.

O placar da partida havia sido inaugurado aos 44 minutos da primeira etapa com um gol de Bothroyd. Na volta do intervalo, Tonge conseguiu o empate para os visitantes aos 33 do segundo tempo e foi comemoram com os torcedores que estavam ao lado da meta em que havia acabado de ser anotado o tento do Leeds. Exaltados, alguns fãs invadiram o gramado e, além de um torcedor chutar um microfone, outro agrediu o goleiro Kirkland, que caiu no chão e precisou se atendido no gramado.

Logo após o episódio, o policiamento foi reforçado atrás do gol e nenhum incidente ocorreu até o fim da partida, que também não teve mais gols e acabou com o empate. Assim, o Sheffield Wednesday chega a nove pontos e está na 22ª posição. Já o Leeds tem 18 pontos e é o sexto colocado. 


O hooliganismo dos torcedores ocorreu justamente em um estádio que já foi marcado por uma das maiores tragédias do futebol inglês. Em 1989, op Hillsborough recebeu a semifinal da Copa da Inglaterra entre Liverpool e Nottingham Forest. Por erros das autoridades e do policiamento, 96 morreram por conta de uma superlotação.

Os próprios fãs foram culpados pelo ocorrido durante anos até que recentemente um documento provou o contrário, o que gerou uma mobilização geral, retratação das autoridades e diversas homenagens no país britânico.
Fonte:Espn
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Manchester United atrás do zagueiro inglês Ryan Shawcross


O Manchester United está no mercado atrás de um zagueiro, e o bola da vez é o capitão do Stoke City, Ryan Shawcross de 25 anos. Jogador que pelo seu bom futebol, vem sendo chamado para a seleção inglesa. Notícia avançada pelo Daily Mail.
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Defesa funciona, Sollys atropela campeão e fatura Mundial inédito

Campeão brasileiro e sul-americano, Sollys/Osasco conquistou primeiro título mundial. Foto: FIVB/Divulgação


Em busca do único título que faltava em um currículo invejável - pentacampeão brasileiro e tetracampeão sul-americano -, o Sollys/Osasco venceu, nesta sexta-feira, o então campeão mundial Rabita Baku, do Azerbaijão, por 3 sets a 0, parciais de 25/16, 25/14 e 25/17, na final do Mundial de Clubes, disputado em Doha, no Catar, e conquistou o primeiro ouro na história da competição.
Terceiro colocado na edição de 2011, quando venceu o Mirado, da República Dominicana na disputa pelo bronze, e vice-campeão em 2010, perdendo para o Fenerbahce, então comandando por José Roberto Guimarães, o Sollys/Osasco se tornou a terceira equipe brasileira a vencer um Mundial de Clubes - o Sadia/São Paulo foi campeão em 1991, enquanto o Leite Moça/Sorocaba subiu ao lugar mais alto do pódio em 1994.
O resultado é um reflexo dos investimentos que a equipe de Luizomar de Moura fez para a temporada 2012/2013. Após perder a americana Destinee Hooker, a comissão técnica foi atrás de duas campeãs olímpicas: Sheilla e Fê Garay, além de fechar um novo patrocínio, com a Asics - responsável pelo novo material esportivo do clube.
O jogo
Com ótima atuação na defesa, o primeiro set começou melhor para o Sollys/Osasco, que soube aproveitar os contra-ataques e chegou em vantagem ao primeiro tempo técnico: 8 a 4. Após a parada, as campeãs da Superliga voltaram mais agressivas e quebraram a recepção da equipe turca, fechando em 25 a 16 e abrindo 1 a 0 na partida.
Assim como na primeira parcial, as campeãs sul-americanas começaram forçando o saque, abriram quatro pontos (5 a 1) e obrigaram o técnico do Rabita Baku a pedir tempo, que não surtiu efeito. Na segunda parada técnica, as comandadas de Luizomar de Moura estavam bem à frente do marcador: 16 a 10. Apenas administrando a vantagem, o Sollys/Osasco marcou 25 a 14 e abriu 2 a 0.
Apenas um set separava o Sollys/Osasco do título inédito do Mundial de Clubes, mas o Rabita Baku não pretendia entregar o jogo tão facilmente. Ao contrário das parciais anteriores, o terceiro set começou disputado, com ambas as equipes se revezando na liderança do placar. Mas na metade do set, as brasileiras deslancharam no placar e, com um saque para fora da colombiana Montaño, o time nacional fechou em 25 a 17, e 3 sets a 0.
Fonte: Terra
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Sada/Cruzeiro sofre apagão, perde para Trentino e fica em 2º no Mundial

Sada/Cruzeiro não resistiu à força dos tetracampões mundiais e ficou com o vice-campeonato. Foto: FIVB/Divulgação


Após assistir o Sollys/Osasco atropelar o Rabita Baku, do Azerbaijão, e conquistar o primeiro título mundial da história do clube, o Sada/Cruzeiro não foi páreo para o atual campeão Trentino, da Itália, e acabou derrotado por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/15 e 29/27, nesta sexta-feira, na final do Mundial de Clubes, disputado em Doha, no Catar.
Com o resultado, a equipe mineira perdeu a oportunidade de conquistar o primeiro título do Brasil na história da competição - o Banespa foi duas vezes vice-campeão, em 1990 e 1991. Por outro lado, o Trentino abocanhou o quarto título consecutivo, já que também venceu as edições de 2009, 2010 e 2011.
Já no primeiro set, o Trentino deu mostras de que entraria para conquistar o quarto título consecutivo em Mundiais. Com um saque forçado e ótimo aproveitamento no ataque, a equipe italiana não teve qualquer dificuldade para fechar a parcial em 25 a 18 a abrir 1 a 0 na partida.
O início do segundo set foi mais disputado, sem que as equipes conseguissem uma grande vantagem no placar. No entanto, a vitória na parcial anterior deu confiança ao Trentino que teve ótimo aproveitamento no bloqueio e chegou com ampla vantagem ao segundo tempo técnico: 16 a 8. Apenas administrando a vantagem, o time italiano marcou 25 a 15 e abriu 2 a 0 no jogo.
O terceiro set começou disputado, com as equipes se revezando na liderança do placar, mas foram os "italianos" que chegaram ao segundo tempo técnico na frente: 16 a 15. A virada mineira aconteceria minutos depois, com uma bela defesa de Serginho e um contra ataque do central Douglas (22 a 21), mas a força européia prevaleceu. Em um final eletrizante, o Trentino fez 29 a 27 e liquidou a partida.
Fonte: Terra
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Quem ainda vai fazer um gol no Brasileiro: Zizao ou Rafael Marques?



Felip@odfemBotafogoDePrimeira




Rafael Marques: nenhum gol pelo Botafogo
até agora (Foto: Lucas Baptista / Agência Estado) 


Atacantes do Timão, que jogou apenas 15 minutos em sete meses, e do Botafogo, que não marca há 17 jogos, têm sete rodadas para desencantar 

Os dois ainda não tiveram oportunidade de comemorar um gol com as camisas de Corinthians e Botafogo neste Campeonato Brasileiro. Por isso, o "Redação SporTV"pergunta: os atacantes Zhizhao, do Timão, e Rafael Marques, do Glorioso, vão conseguir fazer um golzinho ainda nestas sete rodadas finais de competição. Clique aqui e vote: quem vai fazer um gol no... mais »
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Stosur sofre para derrotar francesa na estreia em Moscou

Australiana demorou 2h30 para bater Alizé Cornet. Foto: AP


A australiana Samantha Stosur teve uma estreia difícil no Premier de Moscou, nesta quinta-feira. Cabeça de chave 1, ela iniciou sua campanha já na segunda rodada, mas precisou de 2h30min de partida e muita paciência para derrotar a francesa Alize Cornet por 2 sets a 0, parciais de 7/6 (8-6) e 7/5.
A partida na capital russa foi bastante disputada, com Stosur obtendo uma quebra de serviço a mais do que sua adversária na parcial final para conseguir a vitória e a classificação às quartas de final.
Na terceira rodada em Moscou, a tenista australiana tem pela frente a tcheca Klara Zakopalova, que surpreendeu a compatriota Lucie Safarova, cabeça de chave 8 do torneio. Elas já se enfrentaram três vezes pelo circuito profissional, com duas vitória de Stosur.
Também nesta quinta-feira, a sérvia Ana Ivanovic frustrou a torcida local ao derrotar a russa Valeria Solovieva, com parciais de 6/1 e 6/4, e avançar às quartas de final. Sua próxima adversária é a compatriota Vesna Dolonc, algoz da romena Simona Halep com 6/1 e 6/0.
A torcida da casa teve motivos para comemorar, no entanto. Maria Kirilenko, sétima favorita ao título, despachou a cazaque Yaroslava Shvedova por 2 sets a 0, com 7/5 e 6/4, e avançou no torneio. Ela tem duelo marcado com a sueca Sofia Arvidsson.
Fonte: Gazeta Esportiva
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Atual campeão, Rabita Baku bate Fenerbahce e encara Sollys na final

Nem mesmo a boa atuação de Paula Pequeno garantiu a vitória ao Fenerbahce. Foto: FIVB/Divulgação


A melhor campanha na primeira fase não foi suficiente para o Fenerbahce, da Turquia, avançar à decisão do Campeonato Mundial de clubes. Na manhã desta quinta-feira, a equipe turca foi derrotada pelo atual campeão Rabita Baku, do Azerbaijão, por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/20 e 25/16, em partida válida pelas semifinais da competição. Com a vitória, o time se credenciou para enfrentar, nesta sexta-feira, às 11h (de Brasília), o Sollys/Osasco, na briga pela medalha de ouro.
Duas brasileiras estiveram em ação no confronto contra o Rabita Baku. Defendendo o Fenerbahce, as ponteiras Mari e Paula Pequeno foram as maiores pontuadoras da partida, ao lado de Berenika Okuniewska. Paula converteu 14 pontos, sendo dez de ataque, dois de bloqueio e dois de saque.
Apesar da boa atuação das atletas do Brasil, o time turco foi inferior durante toda a partida e sucumbiu perante a qualidade técnica do Rabita Baku. Do lado da equipe do Azerbaijão, Madelaynne Montano foi a dona do jogo, com 22 pontos convertidos, 20 deles de ataque e dois no bloqueio.
Para chegar à semifinal, o Rabita Baku se classificou na segunda colocação do Grupo A, atrás da equipe brasileira do Sollys/Osasco, responsável pela única derrota da equipe na competição, por 3 sets a 1. Agora, os dois times voltam a se encontrar na decisão do torneio, já que as brasileiras garantiram a classificação à final na primeira partida desta quinta-feira, ao vencer o Lancheras de Catano, de Porto Rico, por 3 sets a 0.
Fonte: Gazeta Esportiva
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Sollys/Osasco se impõe, atropela equipe de Porto Rico e avança à final

Em busca de título inédito, Sollys/Osasco venceu facilmente equipe porto-riquenha na semifinal. Foto: FIVB/Divulgação


Diferente da última partida, quando teve trabalho para vencer o atual campeão mundial - Rabita Baku - por 3 sets a 1, o Sollys/Osasco atropelou, nesta quinta-feira, o Lancheras de Cataño, de Porto Rico, por 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/13 e 25/15, em partida válida pela semifinal do Mundial de Clubes, disputada em Doha, no Catar.
O resultado garantiu a equipe brasileira na final da competição pela segunda vez na história. O adversário na briga pela medalha de ouro será o Rabita Baku, do Azerbaijão, que venceu o Fenerbahce, das brasileiras Mari e Paula Pequeno, por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/20 e 25/16.
Maior pontuadora da partida, com 10 acertos, a central Thaísa ressaltou a importância de começar pressionando, mesmo contra um rival mais fraco. "A equipe está de parabéns porque mesmo sabendo que o adversário era um pouco inferior entramos forte. O Sollys fez o seu papel e agora temos que aguardar para saber qual será o nosso adversário na final e a expectativa é grande. É concentração porque será o jogo da vida e é um título que todas nós queremos muito", afirmou.
A partida começou equilibrada, com ambos os times se revezando na liderança do placar, mas foi o Sollys/Osasco que chegou em vantagem no primeiro tempo técnico: 8 a 6. Foi então que a equipe de Porto Rico parou de virar a bola e, aproveitando os contra ataques, as campeãs da Superliga deslancharam, até fazer 25 a 15 e abrir 1 a 0.
Na segunda parcial, as campeãs sul-americanas entraram confiantes e, logo no início, já tinham cinco pontos de vantagem: 8 a 3. Após o primeiro tempo técnico, o Sollys/Osasco voltou melhor ainda e, com ótimo aproveitamento no ataque, não teve dificuldades para fechar o set em 25 a 13 e abrir 2 a 0 na partida.
Determinadas a liquidar o jogo, as comandadas de Luizomar de Moura entraram sacando forte e dificultaram a recepção do Lancheras de Cataño no terceiro set. Após o segundo tempo técnico (16 a 14) a equipe paulista encontrou seu melhor jogo e abriu 10 pontos: 23 a 13. Apenas administrando a vantagem, as brasileiras fecharam em 25 a 15 e 3 sets a 0.
O Sollys/Osasco busca seu primeiro título na competição. Em 2010, a equipe foi vice-campeã, perdendo a final para o Fenerbahce, então do técnico José Roberto Guimarães e da levantadora Fofão. No ano seguinte, mesmo com uma equipe desfalcada, terminou em terceiro ao vencer o Mirador, da República Dominicana, na disputa do bronze.
Fonte: Terra
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Sada/Cruzeiro vence batalha contra equipe polonesa e avança à final

Em busca de título inédito para o País, Sada/Cruzeiro enfrentará o Trentino, da Itália, na decisão. Foto: FIVB/Divulgação


pós enfrentar uma verdadeira batalha e perder para o Trentino por 3 sets a 2 na última rodada da primeira fase, o Cruzeiro se recuperou no Mundial de Clubes e venceu, nesta quinta-feira, em Doha, no Catar, o PGE Skra Belchatow, da Polônia, por 3 sets a 2, parciais de 25/21, 23/25, 27/25 e 23/25 e 15/9, em partida válida pela semifinal da competição.
Com o resultado, a equipe brasileira garantiu presença na decisão contra o atual tricampeão, o Trentino Diatec, da Itália, que mais cedo eliminou, com facilidade, o Zenit Kazan, da Rússia, por 3 sets a 0, parciais de 25/14, 25/20 e 25/14. A disputa pela medalha de ouro está marcada para esta sexta-feira, às 13h (de Brasília).
O primeiro set começou melhor para o Sada/Cruzeiro, que imprimiu um forte ritmo de jogo e se manteve à frente do marcador durante toda a parcial. Com um saque forçado e ótima combinação defesa/contra-ataque, os campeões da Superliga estavam em vantagem no segundo tempo técnico: 16 a 13. Apenas administrando o placar, a equipe mineira marcou 25 a 21 e abriu 1 a 0 no jogo.
A segunda parcial foi dominada pelo time polonês, que estava à frente do marcador no primeiro tempo técnico: 8 a 6. Os brasileiros chegaram a empatar em 10 a 10, mas só a vitória interessava ao PGE. Após o segundo tempo técnico, o Sada/Cruzeiro esboçou uma reação e tirou a diferença para um ponto (24 a 23), mas os poloneses fecharam em 25 a 23 para deixar tudo igual na partida.
No início do terceiro set, nenhuma equipe conseguiu deslanchar no placar. Com Wallace e o cubano Leal no banco, Sada/Cruzeiro só conseguiu liderar o placar com um belíssimo contra-ataque de Acácio: 12 a 11. A partir de então a partida foi marcada por inúmeros erros de saque, mas os campeões sul-americanos tiveram a paciência para fechar em 27 a 25 e abrir 2 a 1.
Precisando vencer para liquidar a partida, o Sada/Cruzeiro iniciou o quarto set pressionando o adversário e abriu 4 a 0 logo no início. Com a vantagem praticamente durante toda a parcial, a equipe vacilou na reta final e permitiu o empate polonês (20 a 20) e, posteriormente, a virada, perdendo por 25 a 23.
Apenas 15 pontos separavam a equipe brasileira da final. Com Wallace novamente entre os titulares, a equipe só conseguiu abrir vantagem na reta final do set, quando o levantador William fez dois aces (11 a 7). Com o bloqueio funcionando no momentos finais, o Sada/Cruzeiro fez 15 a 9 e garantiu a vitória.
Fonte: Terra
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L. Fabiano erra pênalti e perde chance de superar Fred: "secaram demais"

O camisa 9 não conseguiu homenagear a filha mais nova nesta quinta. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra

O atacante Luís Fabiano chutou no travessão nesta quinta-feira a chance de se isolar na artilharia do Campeonato Brasileiro. Apesar de não ter feito uma grande partida diante do lanterna Atlético-GO no Estádio do Morumbi, o camisa 9 teve a oportunidade em um pênalti aos 34min do segundo tempo, quando o placar já marcava 2 a 0 a favor dos anfitriões, mas cobrou forte demais e viu a bola explodir na barra de Márcio, perdendo a chance de superar Fred na lista dos goleadores da competição.


"Me secaram demais. Eu bati mal na bola e ela subiu. Mas estou tranquilo, isso acontece", disse o atacante, que já tinha planejado inclusive a comemoração para o gol: homenagearia Giulie, sua terceira filha, que nasceu na quarta-feira.
Além do pênalti perdido, Luís Fabiano teve, no primeiro tempo, três claras oportunidades de anotar seu 16º gol neste Brasileiro. A primeira, aos 17min, passou perto, mas parou no lado externo da rede visitante. Depois, aos 29min, insistiu duas vezes dentro da área, mas acabou bloqueado pelo zagueiro na primeira e, depois, Márcio executou a defesa - mandou para a linha de fundo, no escanteio que originou o gol de Paulo Miranda.
A melhor chance de Luís Fabiano se deu aos 33min, quando recebeu sozinho na área um bom cruzamento de Paulo Miranda. Com o gol aberto à sua frente, ele cabeceou justamente na direção onde estava o arqueiro do Atlético-GO, que fez uma defesa muito bonita plasticamente.
O técnico Ney Franco, porém, "perdoou" o camisa 9 pela noite em branco nesta quinta. "O Luís fez o jogo todo procurando gol, teve as oportunidades, mas a bola não entrou. Perdeu pênalti, mas acontece. O jogo já estava 2 a 0 e ele está procurando a artilharia, o momento era de ele chutar mesmo. O que não pode é, na próxima oportunidade de cobrar, o jogador ficar abalado", concluiu.
Fonte: Terra
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Dominante, São Paulo afunda Atlético-GO e mantém ascensão; Veja os gols

Osvaldo fez belo gol e manteve a boa fase no ataque do São Paulo. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra


O São Paulo dominou o jogo e não deu chances para qualquer zebra, nesta quinta-feira, em casa. Diante do frágil lanterna Atlético-GO, o time do Morumbi venceu por 2 a 0 e poderia até ter aplicado uma goleada, não fosse o azar de Luís Fabiano, que até desperdiçou um pênalti. Com a vitória tranquila, a equipe tricolor se manteve em incrível ascensão no Campeonato Brasileiro: são oito jogos sem perder, sendo que a última derrota aconteceu em 12 de setembro, diante do vice-líder Atlético-MG.
Com essa ótima fase, o São Paulo alcançou os 55 pontos, está consolidado no G-4 e agora já ameaça até o terceiro colocado Grêmio, que tem 58. De quebra, o time paulista ainda pode comemorar a derrota do Vasco para o Botafogo por 3 a 2, já que a equipe cruzmaltina está com 50 pontos e ameaça cada vez menos a vaga tricolor na próxima Copa Libertadores. Já a fase do Atlético-GO é exatamente oposta: com 23 pontos, o time está cinco pontos atrás do vice-lanterna, Figueirense, e fica praticamente rebaixado para a Série B.
Com Lucas de volta e a manutenção do 4-3-3, o São Paulo mostrou desde o começo que estava disposto a atacar. O Atlético-GO até acertou o primeiro chute perigoso ao gol, quando Rogério Ceni defendeu a tentativa de Dodó e inclusive sentiu dores nos dedos. Mas logo o time da casa tratou de confirmar seu favoritismo natural e dominou o jogo com facilidade. Em grande fase, Luís Fabiano foi bastante acionado, mas na maioria das vezes foi parado pelo goleiro Márcio, que foi o único jogador do Atlético-GO a ter uma noite brilhante.
Aos 17min, o camisa 9 do São Paulo ficou de frente para o gol, mas perdeu o equilíbrio e chutou de esquerda para fora. Aos 24min, ele quase recebeu um ótimo lançamento, mas o juiz marcou um polêmico impedimento. Pouco depois, o passe saiu perfeito, mas Luís Fabiano fez o que não costuma fazer: errou os dois chutes que tentou, sendo travado pela defesa uma vez e parado por Márcio na outra tentativa.
Mas a pressão são-paulina era grande demais para Márcio segurar sozinho. Tanto que logo no escanteio já saiu o primeiro gol do jogo: após outra defesa do goleiro, a bola sobrou para Paulo Miranda, que só finalizou para a rede. E por pouco a vantagem não aumentou em seguida: Márcio esbanjou reflexo e elasticidade para defender cabeceio de Luís Fabiano. Mas se o camisa 9 estava com dificuldades para fazer gol, logo apareceu outro atacante para marcar: aos 38min, Osvaldo foi lançado por Cortez, aplicou um belo corte e chutou de esquerda para o fundo da rede.
O técnico Artur Neto, que tinha escalado o Atlético-GO com apenas um centroavante, resolveu ousar no intervalo: voltou com o atacante Felipe no lugar do lateral Eron. E mais uma vez o time goiano conseguiu um lance de perigo isolado com Dodó, que chutou forte aos 3min. Mas os são-paulinos se preocuparam mais com Rogério Ceni, que caiu feio aos 8min e demorou para se recuperar, mas não precisou ser substituído.
O São Paulo voltou a mostrar sua força aos 14min, quando Jadson cobrou falta e Lucas recebeu sozinho, mas chutou na trave. Foi o último lance incisivo do atacante, que saiu com dores nas costas aos 18min. Douglas entrou em seu lugar e nem por isso o São Paulo caiu de rendimento: aos 24min, Luís Fabiano arrancou do meio-campo e foi derrubado, mas conseguiu passar para Jadson, que chutou de longe e desperdiçou o contra-ataque.
Parecia que o São Paulo iria se contentar com a vitória por 2 a 0, mas um pênalti marcado aos 33min voltou a animar o time paulista. Luís Fabiano caiu na área, após entrada de Diego Giaretta, e o juiz apitou para a cal. O próprio centroavante foi para a cobrança, mas exagerou na força e mandou a bola no travessão. Isso não estragou a festa são-paulina, já que os minutos finais serviram apenas para a torcida aplaudir a boa campanha que o time tem feito no Brasileiro.
Ficha técnica
SÃO PAULO 2 x 0 ATLÉTICO-GO
Gols
SÃO PAULO:
Paulo Miranda, aos 28min do 1º tempo; Osvaldo, aos 38min do 1º tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Wellington e Jadson (Maicon); Lucas (Douglas), Osvaldo (Cícero) e Luis Fabiano
Treinador: Ney Franco
ATLÉTICO-GO: Márcio; Adriano Pimenta, Diego Giaretta, Gustavo e Eron (Felipe); Dodó, Carlos, Mahatma Ghandi, Pituca e Luciano (Ernandes); Ricardo Bueno (Patrik)
Treinador: Artur Neto
Cartão amarelo
ATLÉTICO-GO: Ricardo Bueno
Árbitro
Márcio Chagas
Público e renda
27.098 pessoas e R$ 480.052,00
Local
Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Fonte: Terra
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Com Cicinho de "garçom", Sport bate Ponte Preta e ganha fôlego

Após escanteio de Cicinho, Tobi marcou o segundo do Sport na Ilha do Retiro. Foto: Aldo Carneiro Costa/Gazeta Press


O Sport derrotou, nesta quinta-feira, a Ponte Preta por 3 a 1 em partida válida pela 31ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O trunfo do time comandado pelo técnico Sérgio Guedes foi a bola aérea do lateral direito Cicinho, meio pelo qual a equipe nordestina fez os dois primeiros gols.
Com o triunfo, o Sport somou 30 pontos e retomou a 17ª posição, primeira da zona do rebaixamento. A diferença para o Bahia, primeiro fora da degola, caiu para cinco pontos. Já a Ponte Preta permaneceu com 37.
No próximo domingo, o clube do Recife visitará o Atlético-GO, lanterna da competição. No mesmo dia, a Ponte Preta receberá o Santos em Campinas (SP).
Jogando em casa, o Sport começou melhor. Aos 11min, após cobrança de escanteio de Cicinho, Felipe Azevedo subiu mais que todo mundo e testou. A bola passou rente à trave de Edson Bastos.
A Ponte Preta demorou a acordar. Mas quando ficou mais atenta assustou. Aos 26min, o atacante Luan recebeu na ponta esquerda, levou para o meio e bateu por cobertura. Saulo se esticou todo e espalmou.
Os pernambucanos seguiram pressionando e, aos 32min, abriram o placar na Ilha do Retiro. O experiente lateral Cicinho avançou pela direita e levantou na medida para Rithely. O volante escorou de cabeça e venceu o arqueiro campineiro: 1 a 0.
A blitz recifense continuou. Seis minutos depois, Cicinho, em noite inspirada, bateu escanteio na cabeça de Tobi. O capitão do time da casa desviou para a rede e ampliou. A ida do Sport ao vestiário, porém, não foi tão alegre. Aos 46min, depois de rebote de Saulo, Giancarlo manteve a calma e, com um toque de classe, encobriu todo mundo e descontou para a Ponte Preta.
Na etapa complementar, os visitantes bem que tentaram igualar o marcador. Aos 25min, João Paulo arriscou de longe e quase acertou o gol de Saulo. Contudo, o Sport se defendeu bem e, aos 35min, liquidou a fatura. Gilsinho cobrou falta com perfeição e fechou a conta na capital pernambucana.
FICHA TÉCNICA
SPORT 3 X 1 PONTE PRETA
GOLS
SPORT: Rithely, aos 32min do primeiro tempo; Tobi, aos 38min do primeiro tempo; e Gilsinho, aos 35min do segundo tempo
PONTE PRETA: Giancarlo, aos 46min do primeiro tempo
SPORT: Saulo; Cicinho (Renato); Ailson, Diego Ivo e Reinaldo (Renê); Tobi, Moacir, Rithely e Felipe Azevedo; Marquinhos Gabriel (Gilberto) e Gilsinho
Treinador: Sérgio Guedes
PONTE PRETA: Edson Bastos; Cicinho, Diego Sacoman; Thiago Alves e João Paulo; Baraka, Renê Júnior, Rildo (Tony) e Marcinho (Ricardinho); Luan e Giancarlo (André Luis)
Treinador: Guto Ferreira
Cartões amarelos
SPORT: Moacir, Felipe Azevedo, Gilsinho, Saulo,
PONTE PRETA: Diego Sacoman, Thiago Alves, Marcinho e Ricardinho
Árbitro
Wilton Pereira Sampaio
Local
Estádio da Ilha do Retiro, no Recife (PE)
O volante Rithely marcou, de cabeça, o primeiro gol do Sport nesta quinta-feira  Foto: Aldo Carneiro Costa/Gazeta Press
Fonte: Terra
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No último minuto, Bruno Mendes brilha e Botafogo bate o Vasco


Pela primeira vez como titular, jovem atacante foi o maior destaque do clássico desta quinta-feira, mancando dois gols em cima do Cruz-Maltino





A noite desta quinta-feira consagrou um novo herói para o Botafogo. Com dois gols de Bruno Mendes, o Botafogo derrotou o Vasco por 3 a 2, no Engenhão, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Cruz-Maltino chegou a ficar duas vezes à frente no placar, com dois gols de Carlos Alberto, mas acabou igualado e depois superado pelo Alvinegro, que virou o jogo aos 47 minutos do segundo tempo, acabando com uma série de sete jogos sem vitórias da equipe.

Com o resultado, o Vasco mantém-se em quinto lugar no Brasileirão, com 50 pontos. A equipe tem um confronto direto contra o Internacional, na próxima quarta-feira, em São Januário. O Botafogo finalmente subiu na tabela, chegando à sétima colocação, com 44 pontos, e encara o Figueirense na próxima semana, em Florianópolis.

CARLOS ALBERTO DESENCANTA

Pelo menos nos primeiros dez minutos, o clássico teve ares de pelada. Com uma média de dois passes errados por minuto, Botafogo e Vasco não conseguiam concluir lances ofensivos com sucesso. O lampejo de inteligência em um mar de ineficiência foi o belo toque de Nilton para Carlos Alberto, que tentou dar por cobertura sobre Jefferson, mas errou.

Mesmo com uma partida fraca tecnicamente, o Vasco foi chegando de mansinho e dando mostras de que seria mais perigoso na frente. Após cruzamento na área, Nilton chutou para fora, mas os Cruz-Maltinos não demorariam a abrir o marcador. Com o Botafogo errando muito e bastante nervoso, o time da Colina aproveitou-se da má saída de bola alvinegra e, numa triangulação Fellipe Bastos-Eder Luis-Carlos Alberto, o camisa 10 vascaíno voltou às redes após quase seis meses, quando marcou justamente diante do Bota: 1 a 0 Vasco.

O Botafogo, então, viu-se obrigado a atacar e passou a ser mais eficiente. Bruno Mendes recebeu boa bola pelo lado direito e foi para cima da marcação de Dedé. O estreante como titular alvinegro não se intimidou com a força do adversário e passou por ele como um raio. Na linha de fundo, cruzou para a pequena área. Juninho cortou para dentro do próprio gol, mas Elkeson foi ciumento e só tocou para deixar sua marca: 1 a 1. O jogo, que estava de dar sono, agora se animava.

Na defesa, Jefferson mostrava que a longa viagem de volta da Polônia, onde defendeu a Seleção Brasileira, não o atrapalhou. Em pelo menos duas finalizações à queima-roupa de Carlos Alberto, o camisa 1 botafoguense agigantou-se e fez duas bonitas e importantes defesas. Do outro lado, Fernando Prass também garantia a igualdade no placar, como fez após cabeçada de Elkeson.

Porém, os erros defensivos voltaram a ser o calcanhar de aquiles botafoguense. Após nova saída de bola ruim, Dória levou a pior em dividida com Felipe, que deu o carrinho com antecedência e tomou-lhe a bola. O veterano cruzou na medida e Carlos Alberto - sim, ele mesmo - fez o segundo vascaíno, antes do intervalo.

BRUNO MENDES: O PREDESTINADO


Para a segunda etapa, o Botafogo até começou melhor, como na cobrança de falta de Seedorf, bem defendida por Fernando Prass. No entanto, o jogo lembrou alguns momentos da primeira etapa. Os times mantinham a posse da bola, mas pouco chegavam à área adversária. Os diversos erros impediam que os lances mais perigosos pudessem acontecer.

O Vasco teve a chance mais clara de matar o jogo em mais um grande espaço deixado pela defesa do Botafogo. Juninho deu passe açucarado para Eder Luis, mas o atacante foi bem marcado por Dória, que se redimiu na falha no segundo gol de Carlos Alberto com um carrinho no tempo certo sobre o camisa 7 vascaíno. O atacante vascaíno acabou adiantando muito a bola e Jefferson conseguiu cortar.

O acerto acabou sendo ainda mais providencial porque foi logo em seguida que o Alvinegro voltou a empatar o jogo. Em uma jogada pela direita, Gabriel avançou e cruzou na grande área. Bruno Mendes, mais uma vez predestinado a salvar o Alvinegro de uma derrota, adiantou-se à marcação e desviou para o gol. 2 a 2.

A partida ficou quente no final, e o garoto de 18 anos virou herói. Após bola recolhida por Lodeiro, que entrou no segundo tempo, Bruno Mendes voltou a decidir o jogo como já fizera contra o Grêmio. Com um chute potente da entrada da área, não deu chances a Fernando Prass. Um golaço, que selou a vitória botafoguense: 3 a 2. E a torcida alvinegra, finalmente, teve motivos para sair feliz do Engenhão.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 3 X 2 VASCO

Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data-Hora: 18/10/2012 - 21h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Pereira Joia (Fifa - RJ) e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Renda e público: R$ 105.050,00/ 5.015 pagantes
Cartões amarelos: Márcio Azevedo, Seedorf e Elkeson (BOT); Wendel (VAS)
Gols:  Carlos Alberto, aos 24'/1ºT (0-1), Elkeson, aos 29'/1ºT (1-1), Carlos Alberto, aos 37'/1ºT (1-2), Bruno Mendes, aos 29'/2ºT (2-2) e Bruno Mendes, aos 48'/2ºT (3-2)

BOTAFOGO: Jefferson; Jadson, Antônio Carlos, Dória e Márcio Azevedo; Gabriel, Renato (Marcelo Mattos 25'/2ºT), Fellype Gabriel (Lodeiro 25'/2ºT), Elkeson (Rafael Marques 40'/2ºT) e Seedorf; Bruno Mendes. Técnico: Oswaldo de Oliveira. 

VASCO: Fernando Prass; Jonas (Jhon Cley 37'/2ºT), Dedé, Douglas e Wendel; Nilton, Fellipe Bastos (Eduardo Costa 28'/2ºT), Felipe (Thiago Feltri 18'/2ºT) e Juninho; Eder Luis e Carlos Alberto. Técnico: Marcelo Oliveira.


Gabriel Andrezo - Rio de Janeiro (RJ) Leia mais no LANCENET!


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