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quinta-feira, 11 de julho de 2013

'Garotos', Zé Roberto e Seedorf seguem comandando Grêmio e Botafogo dentro de campo

@felipaodfemBotafogoDePrimeir
Seedorf x Zé Roberto: quem levará a melhor no domingo? (Foto: Alexandre Loureiro/ LANCE!Press)
Jogadores de 39 e 37 anos, respectivamente, são as referências das equipes que se enfrentam domingo, às 16, na Arena, em Porto Alegre, pela sétima rodada do Brasileirão

Quem sentar em frente a televisão para assistir ao confronto entre Grêmio e Botafogo, no domingo, às 16h, na Arena, em Porto Alegre, verá dois fenômenos da genética. Zé Roberto, de 39 anos, e Seedorf, de 37, são os destaques de suas equipes apesar da idade avançada. Ainda correndo como garotos, ostentam a mítica camisa 10 por puro merecimento, já que são os principais jogadores de seus respectivos times na atual temporada.

Eles atuaram juntos pelo Real Madrid (ESP), na temporada 97/98, e o holandês - que já era um nome consolidado no cenário europeu - ajudou o garoto recém-contratado junto a Portuguesa a se adaptar ao futebol do Velho Continente.

Entretanto, o reencontro depois de 14 anos não foi nada agradável para o alvinegro. A partida entre Botafogo e Grêmio pelo turno do Brasileirão passado marcou a estreia de Seedorf com a camisa do Glorioso, mas ele saiu derrotado após atuação exuberante de Zé Roberto.

Além do ganho técnico com os dois em campo, Botafogo e Grêmio têm a certeza de que poderão contar sempre com eles em campo. Afinal, ainda não se lesionaram em 2013 e só ficaram fora de partidas por precaução. Um exemplo para os jovens que convivem com problemas físicos... mais »
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domingo, 25 de novembro de 2012

PÓS-JOGO Ponte Preta 0 x 0 São Paulo


Paulo Henrique Ganso, do São Paulo, na partida contra a Ponte Preta
Paulo Henrique Ganso, do São Paulo, na partida contra a Ponte Preta
O meia Paulo Henrique Ganso atuou como titular pela primeira vez na equipe do São Paulo, neste domingo, em confronto diante da Ponte Preta, em Campinas. O ex-jogador do Santos, porém, não teve uma atuação de destaque, acabou substituído no segundo tempo por Canete e não conseguiu ajudar o São Paulo a obter uma vitória. Em um duelo com pouco brilho, os times tiveram que se contentar com um empate em 0 a 0.

Pensando na semifinal da Copa Sul-Americana, diante da Universidad Católica, o técnico Ney Franco poupou os seus titulares neste domingo. Na competição continental, o São Paulo empatou o primeiro duelo diante dos chilenos, fora de casa, em 1 a 1. O confronto de volta acontece na quarta-feira, no Morumbi. Pelo Campeonato Brasileiro, o São Paulo faz a sua última partida no domingo, no Pacaembu, diante do Corinthians. Já a Ponte Preta encara a Portuguesa, no mesmo dia, no Canindé.

O time dirigido por Ney Franco continua na quarta colocação na tabela, agora com 63 pontos ganhos. Por sua vez, a Ponte Preta almeja justamente a classificação para a Sul-americana da próxima temporada. O time de Campinas, que se livrou do rebaixamento para a Série B com antecedência, totaliza 47 pontos no Brasileiro.

O jogo

Mesmo sem aspirações no Campeonato Brasileiro, o São Paulo entrou em campo animado por sua torcida, que foi em bom número ao Moisés Lucarelli. Paulo Henrique Ganso era o centro das atenções. Sorridente, o meia avisou que ainda não se sente em perfeitas condições físicas, porém estava disposto a demonstrar um futebol alegre.

A alegria já estava presente entre os torcedores da Ponte Preta. Satisfeito com a campanha da equipe na Série A e com o rebaixamento do rival Guarani para a Série C, o público alvinegro cantou alto desde o início da partida. O zagueiro Ferron, que vestiu a camisa 100 para celebrar o seu centésimo jogo pelo clube, tinha um motivo a mais para se motivar contra o São Paulo. “Quero coroar a data com a vitória”, afirmou.

A disposição alardeada por Ganso, Ferron e pelos demais jogadores não foi suficiente para deixar a partida vistosa nos primeiros minutos. Os dois times trocaram passes excessivamente e apostaram em chutes de longa distância para encurtar o caminho para o gol. O melhor deles saiu dos pés de Maicon, aos dez minutos, e parou em um tapa do goleiro Edson Bastos.

Na sequência, Casemiro teve uma das poucas chances de gol do primeiro tempo. O volante tabelou com Willian José na entrada da área e chutou forte. No rebote de Edson Bastos, ficou sozinho dentro da área, mas isolou a bola e virou alvo de piadas dos ponte-pretanos. As gozações mudaram de lado pouco depois. Revelado pela Ponte Preta, o goleiro Denis deixou no chão o antigo centroavante são-paulino Roger com um drible e divertiu a torcida tricolor.

Ganso também queria fazer festa dos são-paulinos em Campinas. Aos 26 minutos, o meia ficou com a bola dentro da área da Ponte Preta e concluiu sem força na tentativa de encobrir Edson Bastos, que defendeu com facilidade. Dez minutos depois, ele errou um passe e armou uma boa investida dos donos da casa. Roger foi acionado dentro da área, girou e esbarrou em Denis.

Entusiasmada pela chance de gol e pela cantoria de seus torcedores, a Ponte pressionou o São Paulo nos últimos minutos da etapa inicial. Foi a vez de o zagueiro Edson Silva aparecer, com intervenções importantes em uma série de levantamentos na área. O volume de jogo do time mandante incomodou os visitantes. “Vamos tentar melhorar. Ainda é a primeira partida do Ganso como titular. Ele está se adaptando aos poucos”, disse Willian José ao deixar o campo.

No intervalo, o técnico Ney Franco decidiu facilitar um pouco mais o trabalho de Ganso e Willian José. Sacou Henrique Miranda, deslocou Cícero para a lateral esquerda e reforçou o ataque com a entrada de Ademilson. O jogo ficou aberto após a alteração. Tanto é que Roger, aos dez minutos, recebeu passe de Rildo, bateu rasteiro e acertou a trave. Nikão e Cicinho também tiveram espaço para chutar a gol, mas estavam com pior pontaria.

Com a melhora da Ponte Preta, Ney Franco não esperou muito para mexer novamente em sua equipe. Paulo Henrique Ganso foi o escolhido para ceder lugar a Cañete. Já com o argentino no gramado, aos 13 minutos, o São Paulo assustou o adversário: Ademilson enfrentou a marcação, avançou para dentro da área e bateu cruzado. A bola passou muito perto da meta.

Como o São Paulo (também com Lucas Farias na vaga de Willian José) ficou mais presente no ataque, o técnico Guto Ferreira também mudou o seu time. Nikão mostrou insatisfação ao ceder vaga para Uendel. Rildo deu lugar a Rossi. E Roger, muitas vezes contestado, desta vez ouviu aplausos e elogios ao sair para a entrada de Giancarlo. Beijou o escudo da Ponte Preta como retribuição.

As mudanças, contudo, resumiram-se às formações das duas equipes. O placar permaneceu inalterado até o apito final do árbitro Luiz Flávio de Oliveira. O que também não representou grande modificação para Ponte Preta e São Paulo na tabela do Campeonato Brasileiro. 

Fonte:Espn
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PÓS-JOGO Sport 1 x 1 Fluminense


Sport empatou com Fluminense em casa e decide permanência na Série A na última rodada
Sport empatou com Fluminense em casa e decide permanência na Série A na última rodada

O Sport empatou em casa em 1 a 1 com o Fluminense neste domingo, na Ilha do Retiro, em confronto válido pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time pernambucano chegou aos 41 pontos, segue no 17º lugar e resolve sua permanência na Série A apenas na última rodada da competição. Já o clube carioca, que já garantiu o título nacional, foi a 77 pontos.

Jogando em casa e precisando vencer para não ver, dependendo de uma combinação de resultados, confirmada sua queda para a Série B, o Sport foi para cima do Fluminense desde o começo, mas foram os visitantes que abriram o placar, com Fred, aos 27 minutos do primeiro tempo. A equipe não desanimou e Felipe Azevedo empatou nos acréscimos da etapa inicial, mas a reação parou por aí.

Agora, o Sport resolve sua permanência na Série A no clássico contra o Náutico. A equipe da Ilha do Retiro precisa vencer e torcer para derrotas de Lusa e Bahia para se salvar. Já o Fluminense, que pega o vasco na última rodada, viu frustrada sua nova tentativa de obter o melhor aproveitamento da história dos pontos corridos: com 78 pontos em 2006, o São Paulo ainda mantém o posto.

Fonte:Espn
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PÓS-JOGO Bahia 1 x 1 Náutico


O Bahia esteve muito próximo de assegurar sua permanência na Série A, mas acabou decepcionando um Pituaçu lotado. A equipe ia vencendo até dez minutos para o fim, mas acabou cedendo o empate para o Náutico e ficou apenas no 1 a 1, na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Assim, o time ainda joga contra o rebaixamento na próxima semana.

Com o ponto somado após o empate, o Bahia chegou aos 44 – mesma pontuação da Portuguesa, que venceu o Internacional -, mantendo a diferença de três pontos para o 17ª colocado Sport. Como os pernambucanos levariam vantagem nos critérios de desempate em uma hipotética igualdade, os baianos precisam de ao menos um ponto contra o Atlético-GO.

Do lado pernambucano, não foi do jeito que a torcida esperava, mas, mesmo com o empate, o Náutico se livrou de vez da ameaça de queda com os 46 pontos somados. De quebra, a equipe ainda poderá rebaixar seu arquirrival, no clássico pernambucano da última rodada. Para isso, basta ao Timbu segurar um empate, no Estádio dos Aflitos, no próximo final de semana.
Fonte:Espn
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PÓS-JOGO Botafogo 2 x 3 Atlético-MG

 Foto: Daniel Ramalho / Terra


O Atlético-MG se manteve na briga pela vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado, com um gol do zagueiro Réver aos 43min do segundo tempo, a equipe derrotou o Botafogo pelo placar de 3 a 2, de virada, e segue na cola do Grêmio pela segunda colocação, que garante uma vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores da América em 2013. Além do defensor da Seleção Brasileira, Bernard e Richarlyson anotaram para os mineiros; Antônio Carlos e Elkeson marcaram para os botafoguenses.
A virada espetacular conquistada no Engenhão deixou o Atlético-MG com 69 pontos, apenas uma trás do Grêmio, que derrotou neste domingo o Figueirense pelo placar de 4 a 2, em Florianópolis. Por outro lado, o Botafogo, sem objetivos para esta reta final de Brasileiro, permanece com 54, na sétima posição a uma rodada do final da temporada.
Tanto Botafogo quanto Atlético-MG se despedem do Campeonato Brasileiro diante de arquirrivais. No sábado, a partir das 19h30 (de Brasília), o clube de General Severiano encara o Flamengo, novamente no Estádio do Engenhão. Já a equipe comandada por Cuca encerra a ótima participação no Independência diante do Cruzeiro, no domingo, a partir das 17h, no último dia de disputas da Série A no ano de 2012.
Sem contar com Ronadinho, Bernard recebeu a missão de municiar o ataque do Atlético-MG. A maior liberdade não se limitou à movimentação, mas também nos lances de bola parada, geralmente cobrados pelo camisa 49. Na primeira chance de falta, o jovem atleticano não desperdiçou. Logo aos 14min, o talentoso meia-atacante cobrou a infração com categoria e acertou o ângulo direito de um imóvel Jefferson, que apenas observou a bola entrar na meta.
A primorosa cobrança de Bernard, entretanto, acabou apagada pelas falhas defensivas atleticanas. Uma das principais e mais conhecidas armas do Botafogo, a bola aérea se mostrou decisiva e eficiente. Aos 27min, o uruguaio Nicolás Lodeiro cobrou escanteio na medida para o zagueiro Antônio Carlos desviar de cabeça e empatar o confronto no Estádio do Engenhão.
Os cruzamentos do Botafogo atormentaram a defesa atleticana durante a primeira etapa. Dois minutos depois do empate, uma jogada originada em nova cobrança de escanteio registrou a mudança no marcador. Seedorf levantou a bola para a área e Antônio Carlos desviou para o meio. Elkeson aproveitou a falha no posicionamento para arrematar, completamente livre, e dar a vantagem aos cariocas ao final do primeiro tempo.
Na briga pela vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores, o Atlético-MG subiu de rendimento na etapa complementar. Apresentando boa variação ofensiva, especialmente com Bernard, a equipe mineira chegou ao empate, contudo, somente aos 36min. Jô recebeu pela ponta direita e cruzou para a segunda trave. Como elemento surpresa da jogada, Richarlyson arrematou de primeira e igualou o marcador.
O tento trouxe o ânimo necessário para o Atlético-MG iniciar uma enorme pressão no final do jogo. O maior volume de jogo resultou na virada do marcador. Aos 43min, Serginho fez grande jogada pela direita e tocou para Réver. Dentro da pequena área, o zagueiro da Seleção, que levantou na última quarta-feira o troféu do Superclássico das Américas, tocou para as redes de Jefferson e manteve o time na briga pelo vice.
Fonte:Terra
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PÓS-JOGO Palmeiras 1 x 2 Atlético-GO


O Atlético-GO frustrou a estreia como titular de alguns jovens palmeirenses. Na tarde deste domingo, no Estádio do Pacaembu, o time goiano, também já rebaixado, derrotou o clube de Palestra Itália por 2 a 1, em confronto válido pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro

Com estádio vazio, protestos da torcida e um time experimental que teve nove jogadores da base sendo cinco atuando pela primeira vez entre os profissionais, o Palmeiras perdeu para o Atlético-GO no jogo dos rebaixados disputado no Estádio do Pacaembu: 2 a 1.

Antes da partida, a torcida xingou o presidente Arnaldo Tirone e o vice Roberto Frizzo. Cantou também que a diretoria é o câncer do clube, e fez questão de mandar ‘tomar no..’ cada um dos cinco titulares que não formados na base do clube – Artur, Juninho, Correa, Mazinho e Obina foram hostilizados, enquanto os jovens, entre eles os estreantes Raphael Alemão e Bruno Oliveira, receberam apoio e tiveram os nomes gritados.
Paulo Silva Jr./ESPN.com.br
Caixão de madeira quebrado em frente ao Pacaembu antes de Palmeiras x Atlético-GO
Caixão de madeira quebrado em frente ao Pacaembu


O curioso é que Vinicius foi ignorado pela organizada Mancha Alviverde, torcida que puxou os protestos. Sem ser xingado ou aplaudido, o atacante representa exatamente a ligação entre os dois grupos de jogadores: aos 18 anos, teve a formação na base do Palmeiras, mas entre os profissionais desde 2010 já fez 46 jogos pelo clube.

E tentando amenizar a dor do palmeirense, a diretoria distribuiu bastões de plásticos que viraram o instrumento dos 4.569 presentes no estádio municipal. Os objetos traziam o slogan "Amor sem divisão". E a torcida viu Raphael Alemão falhar, Patrick Vieira empatar e os visitantes garantirem a vitória no segundo tempo.

O jogo - O técnico Gilson Kleina não contou com Barcos, Márcio Araújo e Román, suspensos, Wesley, Assunção, Denoni, Henrique, Valdivia, Daniel Carvalho, Tiago Real, Fernandinho e Leandro, todos no departamento médico. Thiago Heleno, Maikon Leite, Leandro Amaro, Patrik e Betinho treinaram em separado no último sábado e não foram relacionados.

E os jovens jogadores foram protagonistas logo no início do jogo. Primeiro, Bruno Dybal arriscou de longe e assustou o goleiro Marcão. Depois, aos 16 minutos, Raphael Alemão saiu mal do gol, socou para trás e deixou a meta livre para Rayllan abrir o placar a favor dos goianos. Aos 25, após cobrança de falta de Correa, a defesa visitante não conseguiu afastar e deixou a bola livre para Patrick Vieira marcar o gol de empate.

"Eu errei, mas não tenho vergonha de admitir. Não pode parar de trabalhar. Não foi excesso de vontade, errei, assumo", disse Alemão ao fim do primeiro tempo.

Ainda antes do intervalo, Alemão se redimiu ao fazer grande defesa em cabeceio de Rayllan. A partir daí, o Palmeiras passou a criar algumas jogadas ofensivas e na melhor delas o atacante Obina perdeu gol incrível. Ele tabelou com Patrick Vieira, recebeu dentro da área e na hora de chutar pisou na bola, facilitando o corte da defesa atleticana.

Na etapa final, a bola parada de Correa seguiu sendo perigosa e por pouco ele não virou o jogo em cobrança de falta frontal. E aos 11, Ernandes bateu de fora da área, rasteiro, cruzado, para fazer o segundo do time goiano e incentivar uma nova onda de protestos da torcida, que voltou a xingar a diretoria palmeirense.

Na sequência, Wellington vacilou e o ataque atleticano saiu na cara do gol de Alemão, que fez boa defesa. E Kleina colocou o garoto Índio para fazer a estreia entre os profissionais na vaga de Mazinho, que saiu bastante vaiado.

Aos 19, Vinicius teve grande chance após ótimo cruzamento de Bruno Oliveira, mas deviou fraco e facilitou as coisas para Marcão. Depois, Índio puxou contra-ataque e serviu Correa, que cruzou para Obina e viu a zaga cortar antes da bola chegar no centroavante.

Aos 23, nova substituição, e desta vez com aplausos: Patrick Vieira deu lugar ao também novato Diego Souza. Em seguida, quando o centroavante Caio seria testado, Wellington fez falta, levou o segundo amarelo e acabou expulso. Com isso, Kleina preferiu colocar o zagueiro Luiz Gustavo para recompor o setor - ele entrou no lugar de Dybal.

O jogo caminhou para o final e o Palmeiras não teve forças para buscar o empate. Vinicius, aos 41, ainda teve a chance do jogo, mas parou em Marcão. E a torcida, que voltou a xingar os mais experientes e o presidente Tirone, terminou o jogo soltando a voz para cantar o nome do clube.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 1 X 2 ATLÉTICO-GO


Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 25 de novembro de 2012, domingo, às 17h
Árbitro: Márcio Chagas da Silva
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison e Luiz Carlos Silva Teixeira
Cartões Amarelos: Juninho, Mazinho, Wellington, Obina (PAL); Diogo Campos, Marino, Ernandes, Dodô (ATL)
Cartões Vermelhos: Wellington
Gols: Rayllan, aos 16 do primeiro tempo, Patrick Vieira, aos 25 do primeiro tempo, Ernandes, aos 11 do segundo tempo.

PALMEIRAS: Raphael Alemão; Bruno Oliveira, Artur, Wellington e Juninho; Correa, Bruno Dybal (Luiz Gustavo), Patrick Vieira (Diego Souza) e Mazinho (Índio); Vinicius e Obina. Técnico: Gilson Kleina

ATLÉTICO-GO: Márcio; Adriano (Marcos), Gustavo, Diego e Eron (Carlos); Dodô, Ernandes, Rayllan e Marino; Diego Campos e Patric. Técnico: Jairo Araújo


Fonte:Espn
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PÓS-JOGO Figueirense 2 x 4 Grêmio



Na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, as posições continuam em disputa. Neste domingo, em Florianópolis, o Grêmio derrotou o Figueirense por 4 a 2 e ficou perto de garantir o segundo lugar no torneio, mas viu seu vice ser adiado. Isto porque o Atlético-MG virou sobre o Botafogo no Rio de Janeiro e se manteve na briga por uma vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores.
A equipe do técnico Vanderlei Luxemburgo conseguiu abrir ampla vantagem no primeiro tempo a partir de boa atuação de Elano. O meio-campista abriu o placar aos 24min, e aos 42min cobrou escanteio para Zé Roberto ampliar na sobra. Cinco minutos depois, Souza desviou de cabeça o tiro de canto cobrado por Elano e fez o terceiro.
No segundo tempo, o Grêmio tomou susto ao ver a reação do Figueirense. Aos 20min, Aloísio sofreu pênalti cometido por Tony e ele próprio converteu. Quatro minutos depois, o atacante bateu de fora da área e a bola venceu o goleiro Marcelo Grohe contando com desvio de Deretti. A equipe gaúcha, no entanto, voltou a ter boa vantagem quando Leandro marcou aos 26min.
Diante de um Figueirense abalado pelo rebaixamento, o Grêmio não teve muito trabalho para vencer por 4 a 2, neste domingo, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, pela 37ª e penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. O triunfo ainda não garante ao time gaúcho o vice-campeonato e a consequente vaga direta na fase de grupos da Copa Libertadores. Elano foi o grande destaque da partida com um gol marcado e a participação nos outros três.

Com o resultado, a equipe tricolor, na segunda posição, chega a 70 pontos e ainda pode ser alcançado pelo Atlético-MG, que venceu o Botafogo e tem 69 pontos. O São Paulo empatou com a Ponte Preta, chegou a 63 e não tem mais chances de ultrapassar o Grêmio. Já o Figueirense segue com 30 pontos, vê o Atlético-GO, que bateu o Palmeiras, encostar e pode terminar o Nacional na lanterna.

O time visitante resolveu a partida logo na primeira etapa. Aos 24 minutos, Elano recebeu bom passe de Zé Roberto, escapou de dois marcadores e chutou no alto para abri o marcador. Zé Roberto ampliou a vantagem aos 42 depois de aproveitar sobra de escanteio cobrado por Elano e concluir no canto esquerdo do goleiro Tiago Volpi, que ainda tocou na bola. Cinco minutos depois, Souza desviou de cabeça cobrança de escanteio de Elano e marcou o terceiro.

Na volta do intervalo, Aloísio ainda descontou para a equipe mandante com cobrança de pênalti aos 20 minutos e marcou outro, quatro minutos depois, ao ter chute desviado e enganar o goleiro Marcelo Grohe. Porém, a respostados gaúchos veio em breve. Aos 26, Leandro recebeu passe de Elano e mandou para o fundo do gol. Foi o 21º revés dos catarinenses no Brasileiro. Já o Grêmio completou 14 jogos sem perder no Nacional (seis vitórias e oito empates).

O Grêmio receberá o Internacional no domingo, às 17h (de Brasília), pela última rodada da competição, dependendo apenas de si para assegurar o segundo lugar na tabela. Já o Figueirense visitará o Coritiba no mesmo dia e horário.

Fonte:Espn
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PÓS-JOGO Internacional 0 x 2 Portuguesa



A Portuguesa deu um importante passo para escapar do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Na tarde deste domingo, a equipe do Canindé derrotou o Internacional pelo placar de 2 a 0, em pleno Estádio Beira-Rio, e se afastou na zona mais indesejada da tabela de classificação. No Rio Grande do Sul, os laterais terminaram como grandes personagens: Luís Ricardo e Marcelo Cordeiro, de pênalti, anotaram os tentos paulistanos.
Com o resultado conquistado em Porto Alegre, a Portuguesa chegou aos 44 pontos e segue fora do rebaixamento, alcançando uma numeração que aproxima do clube da salvação na Série A, a uma rodada do final da competição. O Internacional, sem pretensões nesta reta final de temporada e trabalhando com o técnico interino Osmar Loss, acumulou a quarta derrota consecutiva no Brasileiro e permanece com 51 pontos, na nona posição.
O Internacional encerrará o fim melancólico de temporada justamente diante do maior rival. No próximo domingo, a partir das 17h (de Brasília), o clube colorado encara o Grêmio, que, pelo contrário, terá motivos para comemorar ao final do ano - no caso, a classificação para a Copa Libertadores. A Portuguesa, na mesma data e horário, enfrenta a Ponte Preta, brigando para permanecer na elite do futebol brasileiro.
Diante de um desmotivado adversário, a Portuguesa não apresentou o futebol necessário para neutralizar o adversário. Pressionada pelo Sport na briga contra o rebaixamento, a equipe paulista acumulou erros de passes e não criou jogadas que assustaram o goleiro Muriel. O Internacional, por outro lado, não mostrou nenhuma mudança comportamental no futebol, apesar da saída de Fernandão. Apagados, nomes como Diego Forlán e Leandro Damião não deram trabalho a Dida.
O descompromisso do Internacional neste final de temporada favoreceram a Portuguesa. Demonstrando maior gana no gramado, em virtude da difícil situação, a equipe do Canindé apertou a marcação na saída de bola e foi recompensada por isso. Aos 35min, Luís Ricardo aproveitou bola rebatida e invadiu a área. Sem qualquer marcação, o ala direito driblou o goleiro Muriel e abriu o marcador para os visitantes.
O tento deu a tranquilidade necessária para a Portuguesa trabalhar a bola e controlar o ritmo de jogo no Pacaembu. Abatido pela fase difícil, o Internacional seguiu cometendo erros, decisivos para mais uma derrota do time nesta reta final de temporada. Aos 10min, Índio viu Ananias ganhar na velocidade e cometeu pênalti. Na cobrança, o lateral Marcelo Cordeiro deslocou Muriel e assinalou o segundo dos paulistas.
Os dois gols de diferença aumentaram ainda mais a tranquilidade da Portuguesa dentro de campo. Cautelosa, a equipe do Canindé se manteve trancada no campo defensivo, buscando avançar somente em esporádicos contra-ataques, interrompidos em sua maioria por conta dos erros de passe. O Inter, por outro lado, pouco ameaçou a meta do pentacampeão Dida.

Fonte:Terra
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PÓS-JOGO Cruzeiro 2 x 1 Coritiba

 Foto: Washington Alves/Vipcomm / Divulgação


O Cruzeiro venceu o Coritiba por 2 a 1, neste domingo, no Estádio Independência, e garantiu o terceiro triunfo consecutivo a uma rodada do final do Campeonato Brasileiro. Na partida final, o clube celeste vai embalado enfrentar o Atlético-MG, buscando dificultar as pretensões do arquirrival de assegurar o segundo lugar.
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