domingo, 14 de outubro de 2012

Uberlândia vence Minas por 13 pontos e assume liderança do Mineiro


Donos da casa fazem 85 a 72, revertem vantagem e podem decidir jogos finais em casa. Robert Day foi cestinha com 20 pontos


O Uberlândia Basquete entrou em quadra contra o Minas Tênis precisando de mais do que uma vitória. Para assumir a liderança do Campeonato Mineiro e reverter a vantagem do time de Belo Horizonte, tinha que vencer por seis ou mais pontos de diferença. E conseguiu. No primeiro jogo decisivo na temporada, o Uberlândia Basquete derrotou o Minas por 85 a 72, no ginásio do UTC, na tarde desta sábado. O cestinha da partida foi Robert Day com 20 pontos.

Com a vitória por 13 pontos de diferença, o Uberlândia Basquete assumiu a liderança da competição com os mesmo 12 pontos do Minas Tênis. Na primeira partida, o time da capital venceu com apenas cinco pontos de vantagem (73 a 68). O Uberlândia volta a jogar neste domingo contra a equipe sub-22 do Minas Tênis. O time de BH volta à capital para enfrentar o Mackenzie, na terça-feira.
Uberlândia Basquete e Minas Tênis durante Campeonato Mineiro 2012 (Foto: Felipe Santos/GLOBOESPORTE.COM)
Sabendo da necessidade de vencer por mais de seis pontos de diferença, o Uberlândia Basquete tratou de abrir o placar. Aproveitando dos erros de ataque do Minas e recuperando todas as sobras no garrafão, os donos da casa deixaram o marcador em 10 a 0, principalmente com Cipolini. Os primeiros dois pontos do time da capital foram marcados por Mark Borders, aos cinco minutos de jogo.
Com a vantagem, o Uberlândia tentou administrar a partida, mas passou a errar muitas jogadas de ataque. Com isso, o Minas Tênis cresceu, acertou os arremessos e encostou no placar. Mesmo assim, o anfitrião fechou o primeiro quarto na frente em 19 a 15.
No segundo quarto, enquanto o Uberlândia Basquete começou errando no ataque, o Minas equilibrou as ações e diminuiu a vantagem para dois pontos. Mas com uma cesta de três de Robby Collum e duas de Luis Gruber, os donos da casa ampliaram a diferença, deixando o placar do ginásio em 33 a 24. Do lado do Minas, o armador Mark Borders desequilibrava, com dribles rápidos e arremessos precisos. O ala Jermaine Beal também contribuía com arremessos de três. No entanto, a partida o Uberlândia foi superior e novamente terminou na frente: 42 a 39.
Uberlândia Basquete e Minas Tênis durante Campeonato Mineiro 2012 (Foto: Felipe Santos/GLOBOESPORTE.COM)Com vitória, Uberlândia assume liderança
(Foto: Felipe Santos/GLOBOESPORTE.COM)
No terceiro quarto, os erros do Uberlândia fizeram o Minas diminuir a diferença. No entanto, nem uma cesta do Estevan de três impediu os visitantes de igualarem. Mas Robby Collum apareceu. Uma cesta de longa distância, falta sofrida e um lance livre ampliaram a vantagem dos uberlandenses para quatro pontos: 50 a 46.

Com isso, o time do Triângulo acertou a defesa e impediu a equipe da capital encostar. Os últimos dois minutos foram de erros para os dois lados, inclusive de lances livres do armador Henrique, ex-jogador do Uberlândia, que foi “homenageado” com vaias da torcida. No fim, 59 a 55 para os donos da casa.
No último quarto, os visitantes voltaram marcando forte. Mesmo que derrotado, o Minas tinha a vantagem de perder por menos de cinco pontos, continuar na liderança e ainda fazer os jogos finais em casa. Para isso não ocorrer, o Uberlândia tentava com as infiltrações de Robert Day e os arremessos de três de Helinho. Porém, parava nas faltas ou no aro. Quando eles acertavam, o Minas respondia com outra cesta. A diferença ficou por conta da defesa do anfitrião. Pegando praticamente todos os rebotes nos últimos minutos e brigando por todas as bolas, o Uberlândia abriu diferença no placar e fechou o jogo em 85 a 72.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Azarenka passa por romena e busca o sexto título na temporada


Número 1 do mundo enfrentará a alemã Julia Goerges na final do WTA de Linz


Victoria Azarenka nem precisou fazer muita força. Tem sido assim no WTA de Linz, na Áustria. Neste sábado, a vítima da número 1 do mundo foi a romena Irina Begu, que foi derrotada por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/2.  Na briga pelo título, a bielorrussa terá pela frente a alemã Julia Goerges, 19ª no ranking que avançou à final ao passar pelo belga Kirsten Flipkens: 1/6, 6/2 e 6/3. Nos confrontos diretos, Azarenka ganhou três dos quatro duelos contra Goerges.
Victoria Azarenka comemoração tênis semifinal (Foto: AFP)
Depois de ter erguido o troféu no Aberto da Austrália, em Sydney, Doha, Indian Wells e Pequim, Azarenka busca o sexto título na temporada. Esta será a sua nona final em 2012. Já a adversária conta com dois títulos na carreira: Bad Gastein, em 2010, e Stuttgart, no ano passado.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Ricardo e Pedro Cunha dão troco em Solberg e Schmidt e vão à final em BH


Dupla vence de virada e mantém invencibilidade no torneio. Na decisão, com transmissão ao vivo do SporTV, os adversários serão Thiago e Álvaro Filho


Ricardo e Pedro Cunha deram o troco em Pedro Solberg e Bruno Schmidt. Derrotada na final em Goiânia, a dupla olímpica virou sobre os algozes e, com parciais de 16/21, 21/19 e 15/12, garantiu vaga na decisão da etapa de Belo Horizonte do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2012/13. Os dois enfrentarão Thiago e Álvaro Filho, finalistas pela primeira vez na temporada. O SporTV transmite o evento, ao vivo, a partir da 11h (horário de Brasília).

Virada e troco
Ricardo e Pedro Cunha mantiveram invencibilidade após vitória de virada (Foto: Divulgação / CBV)
O jogou começou muito parelho, com Pedro Solberg e Ricardo bem no bloqueio de seus respectivos times. Quando o carioca levou a melhor em uma dividida na rede, o placar tornou-se elástico. Em uma largada de Bruno Schmidt na diagonal curta, a vantagem chegou a sete pontos (15 a 8). Após pedido de tempo, Ricardo e Cunha encurtaram a distância nos contra-ataques e até salvaram um set point, mas não evitaram a derrota parcial: 21/16.
Ricardo inaugurou o segundo set com um bloqueio, e sua parceria abriu 4 a 1 no placar. Solberg comandou a reação, e a virada em 5 a 4 veio em uma paralela longa do carioca. Os dois mantiveram a ponta até um bloqueio de Ricardo reverter a vantagem para 14/13. Em um passe de primeira de manchete, Pedro Cunha deixou seu time com três pontos de frente (17/14). Solberg, com boas viradas de segunda, diminuiu para apenas um ponto. Mas um ataque na rede de Bruno Schmidt levou o jogo para o tie-break: 21/19.

No set de desempate, Bruno Schmidt inaugurou o marcador, mas Pedro Cunha, fugindo bem do bloqueio de Solberg, conseguiu a virada. Seguro na defesa, o carioca puxou os contra-ataques para ampliar a vantagem da parceria com Ricardo. No maior rali do jogo, um bloqueio do baiano levou a dianteira para três pontos. Solberg e Bruno Schmidt não se renderam e salvaram um match point, mas sucumbiram em mais um contra-ataque de Cunha: 15/12.

Thiago "Jô" e Álvaro Filho vão à primeira final juntos
Thiago vôlei de praia Belo Horizonte (Foto: Mauricio Kaye / CBV)Thiago vibra muito: torcida mineira o chamava de Jô pela semelhança com atacante do Galo (Mauricio Kaye)
Na outra semifinal, Thiago e Álvaro Filho levaram a melhor sobre Evandro e Vitor Felipe. Apoiados pela torcida, que chamava o atleta carioca de "Jô" devido à semelhança com o atacante do Atlético-MG, os jogadores viraram para garantirem a primeira final juntos. O triunfo teve parciais de 17/21, 21/13 e 19/17.

- Formamos um time com dois jogadores vivendo um momento muito bom. Jogamos muito bem no nosso torneio de estreia, mas não passamos nem da fase classificatória. Então, neste sábado, toda essa vibração foi um desabafo. Fiz tratamento intensivo durante a semana para tratar um princípio de contratura, e vivemos todas as emoções possíveis, jogando mal, jogando bem, ganhando de virada. No tie-break toda a estratégia sumiu. Botamos o coração na mão e conseguimos a vaga. Foi demais - disse Thiago.
Fonte: Globo Esporte 

Leia mais...

Juliana e Larissa vencem Talita e Maria em BH e vão à terceira final seguida


Pelo título, dupla encara Ágatha e Bárbara Seixas, que bateram Ângela e Neide mais cedo. SporTV transmite o evento a partir das 11h deste domingo


Juliana e Larissa seguem absolutas no Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia. Na noite deste sábado, as campeãs mundiais venceram Talita e Maria Elisa em sets diretos (21/17 e 21/19) e garantiram vaga na decisão da etapa de Belo Horizonte, a terceira final seguida em três torneios disputados na temporada 2012/13. Campeãs em Cuiabá e Goiânia, a santista e a capixaba enfrentarão Ágatha e Bárbara Seixas em busca do terceiro título. O SporTV transmite a partida, ao vivo, a partir das 11h deste domingo.
Juliana e Larissa vôlei de praia Belo Horizonte (Foto: Mauricio Kaye / CBV)Larissa e Juliana vencem Talita e Maria Elisa e vão à terceira final seguida (Foto: Mauricio Kaye / CBV)
Talita e Maria Elisa começaram arrasadoras, abrindo 3 a 0 de cara. Juliana, explorando o bloqueio, inaugurou o marcador das campeãs mundiais. Segura junto à rede, a santista conseguiu a igualdade em seis pontos, e depois virou em 9 a 8. Talita, com um ace, voltou a empatar a partida, mas a dupla não conseguiu retomar a ponta do placar. Larissa, em dois ataques seguidos fugindo de Talita na paralela, esticou a vantagem para três pontos. Nem o pedido de tempo esfriou as líderes do ranking nacional. Juliana, na diagonal longa, fechou o primeiro set em 21/17.
Na segunda parcial, Talita e Maria saíram na frente de novo, mas perderam a dianteira ainda no princípio, em ace de Larissa (4/3). As medalhistas olímpicas, pontuando alternadamente, controlaram o placar mantendo sempre dois pontos se vantagem. Larissa, de segunda, marcou 18 a 16 e fez as adversárias pedirem tempo mais uma vez. A diferença chegou a cair para um ponto quando o juiz assinalou condução da santista, mas ela mesma, em uma largadinha, garantiu a vitória e a vaga na decisão: 21/19.
Ágatha e Bárbara Seixas vão à segunda final na temporada
VÔlei de praia Ágatha e Bárbara Seixas (Foto: Mauricio Kaye / CBV)Ágatha e Bárbara Seixas comemoram classificação para segunda final na temporada (Foto: Mauricio Kaye)

Na outra chave, Ágatha e Bárbara Seixas conquistaram a vaga em uma decisão pela segunda vez na temporada 2012/13. Vice-campeãs em Cuiabá, a paranaense e a carioca mantiveram a invencibilidade em Belo Horizonte ao baterem Ângela e Neise por 2 a 0, em parciais de 21/17 e 21/13.
No primeiro set, Ângela se destacou no início com boas diagonais curtas e pontuando até de manchete, de segunda. Em uma boa série de saques, Bárbara Seixas comandou a virada de sua dupla, que fecharia o placar em 21/17. Na segunda etapa, foi a vez de Ágatha crescer no bloqueio e tomar conta da rede. Com um ataque curto em cima de Neide, a paranaense selou a vitória com 21/13.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Arrasador, Anderson Silva nocauteia Stephan Bonnar no UFC Rio III


Atuando entre os meio-pesados, brasileiro aumenta sua série de vitórias para 17 e impõe primeiro nocaute ao 'Psicopata Americano'


Já dizia uma famosa propaganda de sutiãs que "o primeiro a gente nunca esquece", No caso de Bonnar, a estreia foi bem menos romântica que a sugestão do comercial brasileiro. Após 14 lutas no UFC sem saber o que era ser nocauteado ou finalizado, Stephan Bonnar finalmente foi "apresentado" por Anderson Silva a uma derrota sem ser por pontos. O maior lutador de MMA do mundo teve novamente uma atuação impecável, e brindou o público que lotou a Arena da Barra com um show, que culminou com mais uma vitória - a 17ª seguida, sendo 16 pelo UFC, e a 33ª da carreira - contra um rival que é conhecido como "Psicopata Americano", pela forma aguerrida com que sempre enfrentou seus adversários.
Anderson Silva, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Anderson Silva, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Com uma linda joelhada, seguida de alguns socos, aos 4m40s do primeiro round, o Spider obrigou o árbitro a encerrar o combate, decretando o fim da luta, para delírio dos fãs, que gritavam o seu nome e festejavam mais uma vitória do fenômeno brasiileiro, desta vez pela categoria meio-pesado, uma acima da dos médios, na qual Anderson reina absoluto desde 2006, com dez defesas de cinturão - recorde do UFC.
- Eu não sou o melhor não, mas sou o capaz de fazer o que muitas pessoas não acreditam. Team Nogueira! Lutei nessa categoria só hoje para salvar o evento. Minha categoria é 84 (kg) e é nela que vou me manter - disse o Spider após a luta.
A luta
No primeiro round, Bonnar seguiu a linha de Chael Sonnen dentro do octógono, pressionando Anderson contra a grade e tentando a queda, mas sem ter sucesso. O americano soltava golpes, mas se desgastava, e o Spider quase surpreendeu derrubando seu oponente. O brasileiro se livrou da pressão do Psicopata Americano, mas voltou e encostou na grade como forma de provocar. Parecia que o Spider não queria lutar, só se esquivando. Mas a genialidade apareceu quando ele quis. Uma joelhada devastadora em Bonnar, que caiu. Mais alguns socos e fim de luta. Mais uma vitória para a conta.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Cristiano Marcello vence Madadi por pontos na primeira luta do UFC Rio III


Lutador brasileiro foi castigado em boa parte do combate e venceu lutador iraniano na decisão dividida em resultado que gerou muita polêmica no UFC


A primeira luta do UFC Rio III terminou com vitória do brasileiro Cristiano Marcello sobre o iraniano Reza Madadi. O ex- atleta da Chute Boxe venceu o combate na decisão dividida dos juízes, e mostrou que sua trocação tem evoluído nos últimos anos. Os lutadores vinham trocando declarações ácidas nos últimos dias, já que ambos haviam se desentendido no evento sueco Superior Challenge, onde Madadi, então campeão do evento, foi desafiado pelo brasileiro em cima do cage, a pedido dos organizadores do evento. Na ocasião, o iraniano tirou o microfone da mão do brasileiro, o que causou um estranhamento entre os lutadores.
- Foi porradaria pura, mas vi na estatística que acertei mais golpes em todos os rounds. Ele é casca grossa mesmo, e conseguimos dar um show para a galera - disse Marcello.
Cristiano Marcello e Reza Madadi, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Cristiano Marcello vence Reza Madadi no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
No início do primeiro round, o brasileiro começou tomando a atitude e com um swing, chute frontal e clinch iniciou os trabalhos sem muita efetividade. Depois, o iraniano começou a andar para frente e conectar alguns golpes, mas o brasileiro absorveu bem. Em seguida, a luta se equilibrou até que o brasileiro aplicasse um chute alto bem defendido por Madadi. Sentindo que dveria tomar uma atitude, o iraniano foi para cima e encurralava o brasileiro na grade, pressionando com socos que passavam raspando na cara de Marcello. O brasileiro em compensação respondia com low kicks. No fim, Madadi colocou para baixo, mas em seguida levantou e aguardou que Marcello se levantasse e ainda arriscasse um chute alto que explodiu na guarda do iraniano.
No segundo round a trocação se tornou mais forte e o brasileiro saía na desvantagem na maioria das vezes. A cara do brasileiro começou a ficar magoada e Marcello se deixava encurralar na grade, só se protgendo. Os jabs eram a forma do brasileiro responder aos ataques do iraniano. Os uppers de Madadi passavam perto do rosto de Marcello, levando perigo ao brasileiro. Em seguida o iraniano encaixou uma boa sequência que quase levou o brasileiro ao nocaute, mas ele suportou. Sentindo que poderia levar o brasileiro para o chão, mas uma vez no final do round Madadi o derrubou, até que o juiz mandasse levantar. Um bom soco do brasileiro e um chute frontal nos últimos segundos ainda tiveram tempo de acontecer, mas nada que levasse grande perigo ao iraniano.
No terceiro round, o brasileiro precisava de um nocaute ou uma finalização, já que havia levado desvantagem nos rounds anteriores. Arrsicando socos, ambos os lutadores tentavam um nocaute, mas foi Madadi quem levou a luta para o chão. Por baixo, o brasileiro tentou seu golpe predileto, o triângulo, que quase encaixou, mas o iraniano escapou e voltou a luta de pé. A troca de socos era intensa, até que o brasileiro deu um chute rodado que levantou a público. Depois de uma sequência de Madadi, o brasileiro cambaleando tentou uma joelhada que raspou no rosto do iraniano. No minuto final do combate, a luta perdeu sua intensidade e os atletas aguardaram o fim do combate.
- Achei ótimo, só estou triste porque ele acabou com minha carreira de modelo. Vou precisar de uma lanternagem - brincou Marcello.
Cristiano Marcello e Reza Madadi, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Cristiano Marcello aplica um chute frontal na barriga de Reza Madadi (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Cristiano Marcello conseguiu sua 13ª vitória no MMA e acumula quatro derrotas. O brasileiro havia estreado no UFC com derrota diante do americano Sam Sicilia, no UFC: The Ultimate Fighter 15 Finale, em junho deste ano, e agora conseguiu uma recuperação na organização. Marcello foi o único brasileiro participante da 15ª temporada do reality show The Ultimate Fighter.
Reza Madadi acumulou sua quinta derrota no MMA e conta com 12 vitórias na carreira. No UFC, o iraniano havia estreado com vitória diante do cubano Yoislandy Izquierdo, onde venceu com uma guilhotina, no UFC: Gustafsson x Silva, em abril deste ano. O lutador naturalizado sueco já via conquistado o título do evento Superior Challenge, no país que ele adotou a nacionalidade.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Gleison Tibau vence Massaranduba na decisão unânime dos juízes


Em combate cheio de reviravoltas, veterano do UFC vence primeiro e terceiro round e derrota ex-participante do reality show TUF Brasil


A luta entre o carismático participante do TUF Brasil, Francisco Massaranduba e o veterano do UFC, Gleison Tibau, terminou com uma vitória do segundo na decisão unânime dos juízes. Massaranduba mostrou a agressividade que o caracterizou durante o reality show e logo no início do combate partiu para cima de Tibau, que apesar de trocar com o adversário em alguns momentos, preferiu levar a luta para o solo e utilizar o clinch na luta em pé. A luta representou o segundo combate brasileiro do evento e deu fôlego para Tibau alçar vôos mais altos no UFC.
O começo do combate foi muito estudado, com ambos os atletas dando socos para medir a distância. Na primeira oportunidade que teve, Tibau levou a luta para o solo, mas Massaranduba conseguiu se levantar. Mesmo assim, Tibau conseguiu encaixar uma guilhotina que quase culminou em uma bela finalização. Novamente de pé, os atletas se mantiveram no clinch até que Massaranduba se desvencilhou. Os lutadores começaram a dar socos potentes que passam rente ao rosto do adversário. O clinch na grade foi novamente a opção de Tibau para conter o ímpeto de Massaranduba. Voltando ao centro do octógono a troca de golpes passou a ser intensa, mas sentindo que a situação poderia complicar, Tibau levou o adversário novamente ao solo para garantir a vantagem no round.
Gleison Tibau e Francisco Massaranduba, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Gleison Tibau venceu Francisco Massaranduba no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

O início do segundo round começou lento e com Massaranduba tentando alguns jabs. Tibau logo em seguida voltou a utilizar o clinch como defesa. Quando eles se desvencilharam, Massaranduba acertou um lindo swing de direita que fez com que Tibau virasse o pé na caída. Aproveitando que o adversário estava no solo, Massaranduba tentou o mata-leão, mas não foi bem sucedido. Montando no adversário, foi a hora de tentar o katagatame, que também não foi efetivo. A força que Tibau fez para sair dos golpes minou seu gás e deu chances para Massaranduba agredí-lo de cima da guarda. Com um ground and pound agressivo, Massaranduba puniu Tibau até o fim do round.
O terceiro round era a hora da definição do combate e Tibau aproveitou para encurralar Massaranduba na grade e o agrediu com fortes socos. Em seguida, ele aproveitou para levar Massaranduba para o chão e fez com que o adversário provasse do mesmo veneno que ele no segundo round, o ground and pound. Após dois minutos de punição, o árbitro colocou a luta novamente em pé. Com Massaranduba já cansado, Tibau não epnsou duas vezes em derrubá-lo novamente. Montando em Massaranduba, foi a vez de Tibau tentar o katagatame, que também não resultou em nada. Utilizando seu peso, Tibau se manteve por cima até o fim do round, garantindo a vitória na última etapa do combate.
Gleison Tibau e Francisco Massaranduba, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Francisco Massaranduba quase finalizou Tibau no segundo round (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Aos 34 anos, Massaranduba conheceu a sua primeira derrota no UFC. Ex-campeão do Jungle Fight e com um cartel de 11 vitórias e dois reveses, ele derrotou Delson Pé de Chumbo por nocaute técnico em junho, depois de participar da primeira temporada do The Ultimate Fighter Brasil. Ele foi eliminado nas quartas de final do reality show, quando perdeu por desistência para Thiago Bodão.
Tibau, de 29 anos, tem um cartel de 26 triunfos e oito derrotas (11-6 no UFC). Conhecido por ter a melhor defesa de quedas da história do Ultimate, ele vinha de derrota por decisão unânime para o russo Khabib Nurmagomedov, em julho. A luta com Massaranduba foi sua primeira luta no Brasil pela maior organização de MMA do mundo.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Phil Davis finaliza Wagner Caldeirão, que sofre primeira derrota no cartel


Com um triângulo de mão no final do segundo round, Mr. Wonderful conquista sua décima vitória na carreira


Se a primeira luta entre Wagner Caldeirão e Phil Davis foi rápida, com o americano atingindo o olho do brasileiro de forma involuntária, dessa vez foi diferente, com Davis impondo seu poderoso wrestling contra o atleta da Team Nogueira por quase dois rounds inteiros. Com um triângulo de mão aos 4m29s do segundo round, o "Mr. Wonderful" venceu o brasileiro e saiu vitorioso da Arena da Barra.
Os dois lutadores começaram se estudando muito e Caldeirão defendeu a primeira tentativa de queda do americano com tranquilidade. Mas na segunda, Davis conseguiu derrubar o brasileiro, após um cruzado no vazio do lutador da Team Nogueira. Wagner Caldeirão evitou um mata-leão e chegou a se levantar com o apoio da grade, mas Phil Davis voltou a colocar para baixo rapidamente. O americano ainda acertou um forte golpe na nuca do brasileiro e recebeu muitas vaias da torcida, mas o árbitro não deu advertência alguma e ouviu xingamentos do público.
UFC 153 Wagner Caldeirão x Phil Davis (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Phil Davis dominou Wagner Caldeirão e finaliza brasileiro no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Phil Davis controlou bem a distância no início do segundo round e tentou colocar Wagner Caldeirão para baixo novamente. Com muita dificuldade, acabou conseguindo, mas o brasileiro se levantou e abria bem a base para evitar nova queda. Com o combate de pé, Caldeirão tentou trabalhar seu muay thai, mas foi novamente derrubado. Davis encaixou um bom katagatame, que foi bem defendido pelo brasileiro, mas o americano partiu para um triângulo de mão e conseguiu a finalização.
Caldeirão sofreu sua primeira derrota na carreira, e agora tem oito vitórias em dez lutas (um "no contest" contra o próprio Davis), sendo sete delas por nocaute. Já Phil Davis venceu seu 10º combate, em 12 lutas, com apenas uma derrota.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Jon Fitch vence Erick Silva em luta repleta de reviravoltas no UFC Rio III


Ex-desafiante ao cinturão dos meio-médios da organização vence brasileiro na decisão unânime dos juízes e conquista grande resultado no UFC 


Sensação brasileira no UFC, o capixaba Erick Silva foi derrotado pelo americano Jon Fitch em um combate repleto de reviravoltas, disputado na madrugada deste domingo, na Arena da Barra, no Rio de Janeiro. Apesar do brasileiro mostrar que tem um espírito de guerreiro e aguentar uma grande punição durante a maior parte do combate, o americano mostrou mais uma vez que é um lutador de grande qualidade e que merece a posição que ocupa entre os meio-médios. A vitória veio somente na decisão dos juízes, mas ambos os lados tiveram grandes oportunidades de finalizar, deixando todos os presentes na Arena da Barra com o coração na boca.
Jon Fitch e Erick Silva, UFC RIO III  (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Jon Fitch castigou Erick Silva durante boa parte do combate (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
No início do primeiro round, os lutadores se estudaram e Erick fez algumas fintas para sentir como estava Fitch. Em uma troca de base, Erick deu um chute de encontro no americano que segurou sua perna e o levou para o chão. Em seguida, o americano pegou as costas do brasileiro e grudou sem deixar que ele se livrasse. Com o Erick em pé e ainda com Fitch em suas costas, o americano começou a golpear a cabeça do brasileiro. Aos poucos, Erick foi se virando e saiu de uma tentativa de estrangulamento. Com a volta ao centro do octógono, o brasileiro voltou a arriscar e acertou um belo overhand de direita que explodiu na cabeça do americano. O americano devolveu com um soco e o brasileiro se desequilibrou, mas conseguiu levantar e ir para o centro do octógono.
Erick Silva encurralou Fitch na grade e soltou uma bela cotovelada, mas em troca recebeu um soco de esquerda. Voltando ao centro do octógono, os atletas trocaram golpes sem efetividade até que Fitch grampeou Erick e o derrubou novamente. De costas para o americano, o brasileiro conseguiu levantar, mas foi levado ao solo novamente e passou a ser golpeado nas costelas.
No segundo round, o brasileiro tentou um soco rodado logo no início, mas Fitch se agarrou ao brasileiro. Se desvencilhando, Erick passou para trocação franca e conseguiu uma bela banda no americano. Colando no americano, o brasileiro começou a agredir e passou para as costas, mas Fitch conseguiu levantar-se. A luta passou a ser disputada no clinch e os lutadores ficaram agarrados enquanto o americano tentava derrubar o brasileiro. Na disputa, o brasileiro pegou as costas e derrubou Fitch. Pegando o pescoço, o brasileiro caiu para trás e fez duas tentativas frustradas de finalizar o combate. Aos poucos, o americano foi se virando e virou a situação, passando a socar o brasileiro.
A situação se inverteu e o americano perdeu as costas e também não conseguiu a finalização. Na girada, Fitch pegou o braço em uma justa chave e deixou a situação complicada para Erick. Em uma bela rodada, o brasileiro fugiu da chave e gongo tocou acabando com o round.
O terceiro round começou com o americano levando o brasileiro para o chão e montando nas suas costas. Com socos fortes na cabeça, Erick passou a ser castigado e passou um grande sufoco. O americano tentou outras duas finalizações, mas o brasileiro escapou. Mais uma vez houve uma inversão e por pouco Erick não encaixou uma guilhotina. Mudando novamente de posição e com o brasileiro mais cansado, Fitch voltou a agredir o brasileiro no solo e mais uma vez pegou suas costas. Conseguindo levantar-se, Erick Silva foi mais uma vez derrubado. Fitch montou nas costas e deu uma saraivada de socos na cabeça do brasileiro. Apesar de se virar, o brasileiro continuava sofrendo uma grande punição e se defendendo como podia. Erick conseguiu se levantar, mas não havia mais tempo para nada. Fitch mais uma vez foi dominante e a vitória veio na decisão unânime dos juízes.
Jon Fitch e Erick Silva, UFC RIO III  (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Jon Fitch tenta finalizar Erick Silva no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Erick Silva acumulou sua terceira derrota na carreira. No UFC, o brasileiro estreou com vitória diante do compatriota Luis Beição, através de um nocaute técnico. Em seguida, Erick perdeu por desclassificação em um resultado polêmico, quando o árbitro brasileiro Mário Yamasaki alegou que ele havia dado socos na nuca de Carlo Prater, o que é probido nas regras do UFC. A segunda vitória do brasileiro veio sobre o americano Charlie Brenneman, que foi cortado da organização recentemente. No total no UFC, agora são duas derrotas e duas vitórias.
Jon Fitch tem 24 vitórias em sua carreira e quatro derrotas. O americano enfrentava a pior fase de sua carreira, já que acumulava uma derrota diante Johny Hendricks, e um empate, diante de BJ Penn, em seus últimos dois combates. A vitória sobre Erick Silva serviu para o americano se recuperar na categoria e voltar as primeiras posições entre os meio-médios. No UFC, o americano conta com 14 vitórias, duas derrotas e um empate.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Serginho Moraes finaliza Renée Forte e conquista primeira vitória no UFC


Lutador brasileiro, que havia estreado com derrota na final do TUF Brasil, diante de Cézar Mutante, finalizou o compatriota no terceiro round da luta


A luta entre ex-participantes da primeira edição do TUF Brasil terminou com vitória do paulista Serginho Moares sobre o cearense Renée Forte. O tetracampeão mundial de jiu-jítsu utilizou suas técnicas de solo para finalizar o adversário com um mata-leão aos 3m10s do terceiro round. Apesar do predomínio de Forte na luta em pé, Seginho não dava chances para o rival quando conseguia levar a luta para o chão e após algumas tentativas conseguiu pegar as costas do adversário para finalizar o combate. A luta era para ter ocorrido no UFC 147, que ocorreu em Belo Horizonte, mas a contusão de Daniel Sarafian deu a oportunidade para Serginho fazer a final do TUF com Cézar Mutante, deixando Renée Forte sem adversário no evento.
Serginho Moraes, UFC RIO III  (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Serginho Moraes finalizou Renée Forte na terceira luta do UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Os primeiros momentos da luta foram de muito estudo e pouca ação. O primeiro soco de Serginho só aconteceu aos 45s segundos de luta. Com um minuto, Serginho levou a luta para o solo, mas Forte logo se levantou. Serginho grudou Forte na grade e manteve o clinch durante um bom período. Com a luta de volta ao centro do octógono, Forte foi para cima, mas foi derrubado no double leg. Mantendo a luta no chão, Serginho deu uma acrobacia e pulou nas costas do adversário tentando o mata-leão, mas Forte logo saiu. Em seguida, Serginho tentou alguns chutes frontais, mas sem sucesso. As investidas de Forte faziam com que Serginho se afastasse e abrisse os braços para mostrar que não havia sentido o golpe.
O segundo round começou com Serginho partindo para cima e tentando golpes agressivos, mas sem efetividade. Forte reagiu pouco depois tentando um chute frontal no rosto do paulista, mas o golpe pegou de raspão. Sabendo da sua superioridade na luta de solo, Serginho levou novamente o cearense para o chão, mas não por muito tempo. Serginho procurava a todo momento marcar o tempo dos golpes de Forte e levá-lo para o chão. Um tentiva de joelhada de Forte no clinch o fez desequilibrar, mas Serginho não partiu para cima. O clinch foi novamente a tática do paulista, mas o juíz mandou a luta para o centro do octógono. No fim do round, Forte ainda conseguiu um bom upper seguido de um cruzado que fez com que Serginho se jogasse para trás e aguardasse o fim do round.
O terceiro round começou com golpes descoordenados de ambos os lados, o que mostrava que ambos os atletas já estavam mais cansados. Apesar disso, Seginho conseguiu entrar no raio de ação de Forte e por pouco não acertou um belo golpe. Pouco depois o paulista cinturou o oponente e em seguida foi para as costas tentando um estrangulamento. Forte levantou e ficou com Serginho pendurado em suas costas. A posição se manteve durante um bom tempo até que Forte caiu no chão e Serginho enfim conseguiu encaixar o mata-leão e definiu o combate.
Serginho Moraes e Renée Forte, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Serginho Moraes ficou pendurado nas costas de Renée Forte (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Serginho Moraes conseguiu sétima vitória na carreira e acumula duas derrotas, sendo uma delas para o compatriota Cézar Mutante, na final do TUF Brasil, que aconteceu no UFC 147, em Belo Horizonte, em junho deste ano. A vitória sobre Renée Forte foi a primeira de Serginho no UFC, o que dá forças para que o atleta se mantenha na organização.
Renée Forte acumulou sua segunda derrota na carreira e conta com sete vitórias no MMA. O lutador cearense estreou no UFC com derrota, após ter ficado fora do UFC 147, devido à lesão de Daniel Sarafian, que fez com que seu adversário fosse remanejado para luta com Cézar Mutante, pelo título do TUF Brasil. Com a derrota, Forte dificilmente conseguirá se manter no UFC.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Diego Brandão domina Joey Gambino e vence por pontos


Brasileiro, que não lutava no país desde 2008, supera americano por decisão unânime, na quarta luta da noite no UFC Rio III


Primeiro brasileiro a conquistar o TUF americano, Diego Brandão não lutava no país desde 2008. E sua volta não poderia ser melhor. Pelos pesos penas do UFC, o Ceará superou Joey Gambino com uma grande atuação. O brasileiro conseguiu knockdowns nos três rounds, passou perto de nocautear em todas as vezes, transitou bem entre a luta de pé e no chão e conseguiu o triunfo por decisão unânime.
Explosivo como sempre, Diego Brandão encaixou um lindo chute alto na cabeça de Joey Gambino logo nos primeiros segundos, levando o adversário para o chão. O brasileiro imediatamente desferiu uma sequência de socos na cabeça do americano, que absorveu bem e conseguiu se levantar. O round ficou mais morno, mas o Ceará dominava o centro do octógono e, com menos de dois minutos para o fim do assalto, colocou Gambino para o chão, caindo por cima. As cotoveladas e socos entravam. Quando o americano levantou, o brasileiro rapidamente soltou um chute que raspou o rosto do rival. Joey Gambino respondeu no fim do round, com um cruzado de esquerda que abriu um ferimento, e tentou derrubar Brandão, que defendeu a queda.
Diego Brandão e Joey Gambino, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Diego Brandão derrotou Joey Gambino no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Logo no começo do segundo round, Diego Brandão voltou a conseguir um lindo knockdown, dessa vez com um overhand de direita, que levou Gambino para a lona. O Ceará aplicou mais alguns golpes com o adversário no chão e passou a trabalhar o ground and pound de dentro da guarda do oponente. O americano chegou a assustar e quase pegou o braço do brasileiro, antes dos lutadores ficarem novamente de pé. Rapidamente Diego conseguiu clinchar e trabalhou para conseguir mais uma queda. Após Gambino conseguir ficar de pé novamente, o brasileiro não se expôs até o fim do round.
Diego Brandão e Joey Gambino, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Diego Brandão tenta uma defesa de queda de Joey Gambino (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Assim como nos dois rounds anteriores, Diego Brandão conseguiu outro knockdown, com uma potente direita no rosto de Joey Gambino. O americano caiu e quis que Diego fosse para o chão, mas o brasileiro chamou o adversário para ficar de pé de forma incisiva. Quando o oponente se levantou, Ceará o colocou para baixo e conectou alguns golpes de dentro da guarda. Gambino ainda tentou pegar o braço do brasileiro, mas nã levou perigo. Com pouco mais de um minuto para o fim da luta, Fernando Yamasaki mandou ambos ficarem de pé e o brasileiro passou a se divertir, baixando a guarda, soltando alguns golpes e chamando a torcida para vibrar com ele até o gongo soar.
Agora, Diego Brandão possui 15 vitórias e oito derrotas em seu cartel, sendo 2-1 no UFC. Já Gambino conheceu sua segunda derrota, obtidas nas duas lutas que fez pela organização. No total, ele tem também nove triunfos.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Glover trava guerra com Maldonado e vence por interrupção médica


Esta foi a segunda vitória de Glover Teixeira no UFC e a 17ª consecutiva na carreira do lutador, que pede luta com Rampage Jackson


Em um dos combates mais esperados da noite deste sábado, Glover Teixeiravenceu Fábio Maldonado por interrupção médica, em uma verdadeira guerra de dois rounds. Após ser castigado por todo o combate, Maldonado não caiu e ainda chegou a ameaçar Glover com um direto de esquerda no fim do primeiro round. Porém, muito machucado, foi impedido de voltar para o terceiro. No fim, os dois lutadores se abraçaram. Após o anúncio do resultado, Glover Teixeira levantou o braço de Maldonado também.
- Você é forte. Você é macho - disse Glover para Maldonado no fim da luta.
Glover Teixeira x Fábio Maldonado, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Glover Teixeira x Fábio Maldonado, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Questionado no octógono sobre quem gostaria de enfrentar na próxima luta, Glover Teixeira foi enfático.
- Quero lutar contra o Rampage. Esse sim falou muita besteira de mim - afirmou.
Glover já começou tomando indo para cima e iniciou um atropelo para cima de Fábio Maldonado, com direito a knockdown e um violento ground and pound. Com fortes cotoveladas e socos, Glover Teixeira castigava Maldonado, que tentava se defender de todas as formas, mas não conseguia evitar a grande quantidade de golpes. Mostrando que o jiu-jitsu também estava em dia, Glover encaixou um katagatame, mas o lutador da Team Nogueira se livrou da posição, mas seguiu sendo atingido por todos os lados. A luta parecia perdida, mas Maldonado conseguiu explodir e se levantar. Aparentando estar tonto, o lutador seguia de pé e Glover batia. Parecia que ia acabar, até que Fábio acertou um direto de esquerda que balançou o rival, antes de ser colocado para baixo nos últimos segundos.
Glover já começou o segundo round aplicando um double leg em Maldonado, que conseguiu se levantar e aplicou bons jabs. O pupilo de Pedro Rizzo conseguiu nova queda e foi para a montada, trabalhando o ground and pound com cotoveladas. O castigo do primeiro round se repetia e Mário Yamasaki parou para Maldonado ser atendido pelo médico e ver se ainda estava enxergando, já que o olho esquerdo estava mutio inchado. Liberado para voltar, o paulista continuou levando prejuízo em pé até o fim do round, mas o médico não permitiu que Fábio voltasse para o terceiro round e interrompeu o duelo, dando vitória para Glover.
Com a vitória, Glover chegou a 17ª vitória consecutiva (19 no total) e não sabe o que é perder desde 2005. São apenas duas derrotas na carreira. Já Maldonado perdeu a terceira seguida e corre risco de ser cortado pelo UFC. No total são 18 triunfos e seis reveses.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Minotauro 'apresenta' jiu-jítsu a Dave Herman e finaliza rival no UFC Rio III


Com tranquilidade e dominando a luta, brasileiro derrota o americano, chega a 34 vitórias na carreira e mostra mais uma vez sua força de superação


Existe um ditado no esporte que ensina a jamais subestimar o coração de um campeão. Ele pode não ter sido escrito especialmente para Rodrigo Minotauro, mas nenhuma definição poderia ser melhor que esta para descrever o aparentemente indestrutível lutador baiano, que luta após luta mostra que a vontade é o seu maior poder. Na madrugada deste domingo, mais uma vez Minotauro provou ser um dos maiores guerreiros do MMA mundial e, mesmo voltando de uma cirurgia no braço direito e enfrentando meses de recuperação, venceu o americano Dave Herman por finalização por chave de braço, aos 4m31s do segundo round, "apresentando" o jiu-jítsu ao adversário, que sempre deu entrevistas dizendo que a "arte suave" não funcionava em lutas de MMA. Essa foi a primeira derrota de Herman por finalização em sua carreira.
- Para um cara com 16 parafusos no braço e 36 anos, até que eu não fui nada mal. Os wrestlers americanos costumam dizer que têm um antijogo para o jiu-jítsu. Eu podia ter terminado a luta no ground and pound, mas fiz questão de ir para finalização - afirmou Minotauro após a vitória no UFC Rio III.
UFC RIo 3 Rodrigo Minotauro e Dave Herman (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Rodrigo Minotauro finaliza Dave Herman no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
A vitória foi a 34ª da carreira de Rodrigo Minotauro, que vinha de derrota para Frank Mir no UFC 140, quando teve o braço fraturado. Já Herman, que vinha de derrotas contra Roy Nelson e Stephan Struve, sofreu seu terceiro insucesso seguido - o quinto da carreira - e, segundo a regra do UFC, está ameaçado de demissão, mesmo tendo enfrentado atletas que estão entre os mais conceituados entre os pesos-pesados.
A luta
No início do primeiro round Herman deu dois chutes altos e Minotauro partiu para cima tentando agarrá-lo. Herman não aceitou e deu uma bela queda no brasileiro, que logo levantou. Uma esquerda do brasileiro veio em sequência e depois houve uma trocação franca entre os lutadores. Em seguida, Minotauro cola Herman na grade e agride o adversário no clinch. De volta ao centro do octógono, Herman tentava os low kicks, mas Minotauro era mais efetivo nos socos. O brasileiro conseguia encaixar mais golpes e acertava socos que deixavam o americano abalado. O clinch foi novamente o que o brasileiro tentou, mas logo eles voltaram ao centro do octógono.
Aos poucos o americano foi cansando e o brasileiro acertava golpes duros no adversário. O americano passou a brincar, mas o brasileiro não se intimidou e foi para cima. Não dando tempo para muita coisa, o primeiro round foi encerrado com vantagem para o brasileiro.
UFC RIo 3 Rodrigo Minotauro e Dave Herman (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Rodrigo Minotauro acerta soco que abala Dave Herman no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
No início do segundo round os lutadores se estudaram um pouco até que o brasileiro deu um incrível direto no americano que o levou ao chão. Minotauro aproveitou para partir para cima e fez uma tentativa de americana, que por pouco não foi bem sucedida. O brasileiro montou no americano e deu uma saraivada de socos em Herman. A finalização era o objetivo do brasilero, que também tentou uma chave de braço, mas a segunda tentativa não foi efetiva.
Com o americano novamente em pé, os atletas voltaram ao centro do octógono. Minotauro tentou derrubar Herman e ao cair o americano inverteu a situação. De volta em pé, Minotauro partia para cima e Herman se mostrava cansado. Levando o adversário para o chão, Minotauro tentou mais uma vez a chave de braço e com muita força e depois de duas giradas do americano, o brasileiro enfim finalizou Herman e conquistou uma grande vitória.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Demian Maia acaba com jejum de finalizações e derrota Rick Story


Lutador brasileiro não vencia uma luta por finalização desde 2009, quando derrotou o americano Chael Sonnen com um triângulo, no UFC 95


Bicampeão mundial e faixa preta de jiu-jítsu, o brasileiro Demian Maia voltou a conseguir uma finalização no UFC depois três anos sem vencer uma luta com sua especialidade. A vitória diante do americano Rick Story veio com um mata-leão no primeiro round e foi a segunda conquista do brasileiro entre os meio-médios, após estrear na categoria com vitória diante do sul-coreano Dong Hyun Kim. Após cinco vitórias por finalização nas cinco primeiras lutas no UFC, sendo a última delas diante de Chael Sonnen, em 2009, o brasileiro já acumulava um longo jejum de finalizações em sua carreira.
No início do primeiro round, Story partiu para cima em busca de trocação, mas o brasileiro não deu chances e logo levou para o chão. Com o americano levantando rapidamente, foi a vez de Demian dar uma linda queda de wrestling no adversário. Story tentou levantar, mas Demian colocou para baixo e passou a golpear o rosto do americano com o punho esquerdo. Em pouco tempo, o brasileiro já estava nas costas e passou a tentar pegar o pescoço. Aos poucos a posição ia encaixando e chegou o momento que Demian conseguiu o estrangulamento, fazendo as pazes com a finalização.
Demian Maia e Rick Story, UFC RIO III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Demian Maia estrangula Rick Story e vence no UFC Rio III (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Demian Maia (17-4) optou por descer de categoria, para os meio-médios, após perder para Chris Weidman em janeiro deste ano. Na estreia como meio-médio, o brasileiro enfrentou o sul-coreano Dong Hyun Kim, em julho, e precisou de apenas 47 segundos para superar o rival por nocaute técnico. No UFC, o brasileiro acumula 11 vitórias e quatro derrotas. Demian lutou pelo título dos pesos-médios em 2010, diante de Anderson Silva, no UFC 112, em Abu Dhabi, mas foi derrotado na decisão unânime dos juízes.
Rick Story (14-6) buscava manter a recuperação em sua categoria no UFC, mas não obteve sucesso. O americano chegou a acumular seis vitórias seguidas, e ficou bem perto de disputar o cinturão, mas as derrotas diante de Charlie Brenneman em junho do ano passado, e de Martin Kampmann, em novembro, fizeram com que ele perdesse alguns degraus no ranking dos meio-médios. Em junho deste ano, Story havia superado Brock Jardine por pontos, e estava em busca de uma sequência de vitórias diante do brasileiro Demian Maia. No UFC, o americano conta com sete vitórias e quatro derrotas.
Fonte: Globo Esporte
Leia mais...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Notícias anteriores